Pílula de Bactéria é o novo tricorder

Podemos definir sangramento gastro-intestinal como um sangramento que pode acontecer desde o esôfago até o início do intestino, normalmente com ocorrências no estômago e duodeno na sua maior parte; é o chamado “sangramento gastrointestinal alto”. No sangramento gastrointestinal baixo é aquele que ocorre no jejuno, íleo, intestino grosso, reto e ânus.

As causas podem ser várias, como esofagite, laceração de esôfago por náuseas, gastrite, úlceras, gastroenterite etc. assim, seria legal se pudéssemos observar quando a pessoa apresentasse este tipo de sangramento, certo? Seria ótimo se fosse de modo não invasivo, certo? Bem, ainda bem que existe Ciência.

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Nanopartículas e quimioluminescência para a detecção de vírus

Um vírus é uma criaturinha que nem se sabe ainda se é uma criatura ou uma PFDP (proteína fidaputa). Essas desgraças, desde aquele resfriado nojento que te deixa de cama até uma hepatite B, são capazes de ferrar com seu dia de várias maneiras. Junte isso ao fato de necessidades de transfusão de sangue, em muitos casos de forma emergencial, temos o prenúncio do desastre, em que as equipes médicas têm que analisar o sangue de maneira rápida, ou a emenda sairá pior que o soneto.

A quem pediremos ajuda? Ao Olavo de Carvalho? À Marilena Chauí? Ao Tedson? Não, a químicos, mesmo!

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O que é Luminol?

Todo mundo conhece luminol, aquela linda maravilha química que fica brilhando no escuro, ajudando peritos criminalísticas a pegar os bandidos, para depois colocarem o óculos escuros like a boss, soltando alguma frase de efeito. O luminol, ao contrário do que se acredita, não serve apenas para determinar quem matou a vizinha gostosa.

Mas o que é e como funciona o luminol? Você saberá no capítulo de Química Orgânica, subcapítulo Quimioluminsecência, parágrafo "Quediabeisso"?

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Microgotículas de água foram o berçário dos primeiros seres vivos

Uma das questões primordiais sobre o início da vida é… quando surgiu e como? Entendê-la é entender a Química em si, e entendendo a Química, entenderemos melhor como surgiu a vida. Sim, um paradoxo, mas um paradoxo intrigante. Muitos começaram com o lenga-lenga de Pasteur que disse que é impossível um corpo vivo ser produzido por um não-vivo, esquecendo-se de um pequeno detalhe: como delimitar onde realmente uma substância começa a reagir por si mesma, se auto-copiando? Basicamente, a vida depende de substância com moléculas muito grandes (macromoléculas), logo, é preciso entender bem como se formaram as primeiras macromoléculas.

Então, o que precisamos ver é como deveriam ser as condições para que tais macromoléculas tenham se formado e, ao que parece, estamos bem perto de desvendar de vez isso… apenas por causa de uma gota de água.

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Plantas que dão luz. Milagre da Física?

Sim, pois é isso que a reportagem da Folha, cujos competentíssimos repórteres, em matéria cedida pela Reuters, nos trouxeram. Segundo eles, um cientista do Centro de Pesquisa em Ciência Aplicada de Taiwan, apresentou à imprensa o resultado de um experimento que mistura nanopartículas de ouro e água a plantas. O resultado? A planta começa a emitir luz. Sim! Isso mesmo: sem nenhum custo ou consumo de energia.

Bem, pelo menos é o que os jornalistas pensaram e, pior!, escreveram. E o que é similar a um jornalista escrevendo sobre Ciência?

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