Pesquisa esclarece como bandagem elétrica ajuda a cicatrizar e mandar bactérias pro além

Bandagens são uma tecnologia de uso médico conhecida desde os antigos egípcios, que aplicavam tiras de algodão, algumas vezes embebida em betume para imobilização. Elas ajudam a cicatrização ao não expor feridas abertas ao ar, cheio de “humores capazes de fazer espíritos malignos entrarem”, se por “espírito maligno” você entender como bactérias.

Milênios depois, surgiram as bandagens elétricas, isto é, bandagens pelas quais circulam corrente elétrica. A primeira patente data de 1940. O problema é que essas bandagens elétricas até funcionam, mas não se sabia direito o motivo, só que uma pesquisa pretende explicar o que acontece quando a gente eletrocuta o local, mesmo com correntes pequenas. Afinal, isso é cadeira elétrica para bactéria?

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Mui brevíssima anatomia dos livros de anatomia

Esta imagem que vocês estão vendo ao lado é um coração, com veias e artérias. É a tecnologia do século XXI em ação, ajudando profissionais e estudantes. É uma forma moderna e não-invasiva de estudar anatomia. Antes, os estudantes de Medicina, há um século, dispunham de cadáveres e livros apenas. Alguns desses livros tinham uma folha de acetato impressa que se sobrepunha a várias outras e o aluno ia “dissecando” página por página. Que maravilha, não é mesmo? Então, fica a pergunta: como os médicos da Idade Média estudavam?

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Pílula de Bactéria é o novo tricorder

Podemos definir sangramento gastro-intestinal como um sangramento que pode acontecer desde o esôfago até o início do intestino, normalmente com ocorrências no estômago e duodeno na sua maior parte; é o chamado “sangramento gastrointestinal alto”. No sangramento gastrointestinal baixo é aquele que ocorre no jejuno, íleo, intestino grosso, reto e ânus.

As causas podem ser várias, como esofagite, laceração de esôfago por náuseas, gastrite, úlceras, gastroenterite etc. assim, seria legal se pudéssemos observar quando a pessoa apresentasse este tipo de sangramento, certo? Seria ótimo se fosse de modo não invasivo, certo? Bem, ainda bem que existe Ciência.

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Impressoras imprimindo estetoscópios causam boa impressão

Impressoras 3D estão como bluetooth: tudo fica melhor com elas. Seu barateamento acaba sendo a chance de termos em larga escala uma série de produtos, desde várias estatuetinhas do Yoda até algo importante e nem sempre muito barato (mesmo para padrões lá fora. Aqui no Brasil tudo é caro, mesmo, de qualquer forma).

Agora, pesquisadores estão produzindo aparelhos médicos usando apenas impressoras 3D, e ao que parece os resultados são muito bons.

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Com uso do pensamento, homem mexe duas próteses ao mesmo tempo

Uma das coisas que eu mais acho maneiras são os trecos que saem do DARPA (Defense Advanced Research Projects Agency, Agência de Projetos de Pesquisa Avançada de Defesa). Berço de grandes inovações e de coisas que irão antecipar o apocalipse robótico, como robôs que sobem escadas ou que vem com garras para nos capturar em pleno voo, enquanto seu coleguinha joga blocos de concreto em black blocks.

O que pouca gente sabe é que a DARPA possui um departamento de tecnologias biológicas (pois por enquanto nada melhor que um soldado para ajudar outro soldado). Como o grande problema são membros perdidos aqui e acolá, o pessoal do DARPA tem um laboratório exclusivo para próteses. Agora, pense que você possa usar o poder de sua força de vontade para ativar o anel energético duas próteses? Ficção científica? Não mais!

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A engenharia que toca o coração faz milagre novamente

Um dos grandes problemas da ciência médica é em relação a transplantes. Por um lado, não se tem doadores de órgãos em quantidade que possa atender todos na fila de espera. Por outro lado, temos os problemas de rejeições, obrigando os pacientes a tomarem imunossupressores, o que acarreta em vulnerabilidade a doenças infecto-contagiosas. Pesquisadores no mundo inteiro se perguntam: seria possível construir um coação artificial eficiente? Sim, é. O primeiro coração artificial propriamente dito foi criado em 1982, apesar de haver modelos mais, digamos, primitivos inventados na década de 1940.

Hoje, um homem carrega dentro de si a mais moderna tecnologia médica em uma prótese novinha em folha, mais eficiente e, espera-se, definitiva.

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