
Com a pandemia e o Coronga à solta, um grupo que tem sido impactado é os professores. Alguns imbecis, idiotas e acéfalos que fazem muito, mas não mais que traduzir trabalho dos outros acham que é OK liberar os colégios no meio de uma pandemia, e só não o fazem porque professor tem sindicato. Sim, aquele sindicato que nunca consegue um dissídio que seja minimamente próximo da inflação (oficial. A inflação real a gente nem menciona mais).
Isso está acarretando vários professores largando o trabalho (lá fora. Aqui, pessoal está mendigando emprego). A pergunta é: por quê? É o que uma pesquisa procura responder e entender as razões pelas quais os professores deixam a profissão em tempos de COVID-19.
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Adolescência é aquele período chato depois da infância. Enquanto crianças acham que sabem tudo e pensam ser capazes de mandar nos adultos, os adolescentes têm certeza. O pior é quando o vagabundinho de 30 anos ainda age como um moleque de 13 (anos ou QI); e se isso já é insuportável em seres humanos (dizem que adolescente é gente), é pior nos cães.
Ontem, eu tive que me aventurar fora de casa, mesmo em tempos de pandemias, eu precisei sair. Eu realmente precisei. O mundo que vi foi estarrecedor. As pessoas agindo como se nada estivesse acontecendo. Eu com uma máscara PFF2 e outra de TNT por cima (paranoia ajuda a nos manter vivos, ainda mais depois do que eu vi) e pessoal na rua passeando como se nem fosse com eles. E isso porque a prefeitura do Rio baixou uma lei obrigando uso de máscaras em locais públicos.
Estamos caminhando de vento em popa para o pico de infecções do COVID-19, também conhecido como coronavírus, ou Coronga, entre os mais chegados. Para quem trabalha como profissional de saúde, a exposição é um risco constante, e por mais que se tenha EPI disponíveis (você não, Brasil) é preciso ter testes à disposição. O problema está aparecendo quando muitas decisões médicas são tomadas por causa dos testes.
Eu tenho um blog, e o curioso é que o que menos faço nele é aquilo para o qual blogs foram feitos: falar do seu dia, de suas experiências. Mesmo porque os weBlogs eram para ser diários virtuais, que que você escreveria, bem… seu diário. Acabou virando muito profissional e com artigos e modo de se trabalhar como é o caso do WordPress. Bem, eu posso fazer isso de vez em quando, saindo da programação normal.
