Estamos num momento sério, mas não precisamos cair para o desespero. Não, não estou falando da “histeria” no sentido que a cavalgadura presidencial está dizendo, mas que está sentindo a água bater na bunda. Histeria de sair correndo comprando tudo e vendo os estoques de comida e álcool-gel acabando. Algumas pessoas realmente estão perdendo a noção.
Para dar uma ajuda, vou colocar aqui as respostas a perguntas que me fizeram, e algumas dúvidas em termos geras que vi por aí. Não sejam mesquinhos, compartilhem a informação.

O que faz com que as pessoas vivam mais? Claro, dinheiro no bolso é um fator principal, pois ajuda na hora de comprar remédios. Entretanto, alguns estudos inferem que não basta ter desenvolvimento econômico, mas sim que a Educação pode ter um papel mais importante neste cenário, o que pode direcionar as políticas de saúde pública.
A França não é um país tão tosco quanto o Brasil. Não que não seja tosco; é, mas por outros motivos. Diferente daqui, a França leva a sério o conceito de pesquisas clínicas, ao invés de distribuir qualquer bosta para a população porque algum imbecil no Facebook disse que cura. E mesmo fazendo testes clínicos, às vezes, dá caca, como é o caso de seis pessoas que foram hospitalizadas no Hospital Universitário de Rennes depois de testar um analgésico como parte de um ensaio clínico. Uma está declarada com morte cerebral.
O Brasil que odeia Ciência tem zilhões de especialistas, mesmo sem serem especialistas em bosta nenhuma. Como eu falei no vídeo sobre
Atualmente, ninguém tem mais algo que possa ser considerado como alimentação saudável. A não ser que você more no interior e plante as suas próprias batatas, como Mark Watney fez. Se você pensa que suquinho de caixa é mais saudável que refrigerante, se enganou. Alimentos congelados? Não, também não. O que é saudável que possa ter vindo de processo de industrialização? Bem… nada, mas você não vai virar caçador-coletor por causa disso, né?
Todo mundo adora a parte de gladiadores dos filmes épicos. Adoramos ver gente saindo na porrada, desde lutas de boxe até MMA. Eu credito isso ao fato de não podermos sair metendo a porrada em quem merece (por falta de oportunidade, condições ou porque efetivamente NÓS é que iremos apanhar). A questão que, como sabemos bem, atletas precisam de uma alimentação diferenciada, e isso acontecia também com os gladiadores, ainda mais que os melhores viviam muito, mas muito bem (o que nem sempre garantia uma aposentadoria confortável). A saúde era muito importante, pois era o modo de viver deles (literalmente).
Nada mais picareta que o termo quântico. Existe tudo quântico. Dieta quântica, receita quântica, vida quântica, quântico quântico, tudo é quântico! Depois que os pseudocientistas conheceram o termo, não largaram mais o osso; e o
O problema do Brasil é importar o pior das outras culturas. Aqui não imita a gentileza e cordialidade de outros países. Deixem uma pilha de jornais aqui e em 5 minutos, não ficará nem o banquinho, para termos alguém vendendo-os na esquina seguinte ou, pior, só para jogar fora mesmo. For the lulz! Aqui não é a Suíça onde se pegaria o jornal, deixaria-se o dinheiro e pronto. Importamos os hooligans da Inglaterra, em troca, Agora temos um tímido, mas crescente, número de pessoas que são contra vacinação. Sim, nós pegamos os anti-vaxxers dos EUA. Já tivemos isso aqui uma vez e não deu em boa coisa, imitando o que acontecera quando Edward Jenner implantou vacinações.
Um novo relatório publicado pela Fundação Internacional de Osteoporose (International Osteoporosis Foundation – IOF) – Organização Não-Governamental sem fins lucrativos dedicada à luta mundial contra a osteoporose – e publicada na revista científica Osteoporosis International, mostra que as populações em todo o mundo sofrem os efeitos de níveis baixos de vitamina D. O problema é generalizado e aumento o número de pessoas doentes, com potencial repercussões graves para a saúde global e taxas de fratura.
O Serviço de Levantamento Geológico americano revela como a poluição por mercúrio contamina frutos do mar no Pacífico Norte. O estudo mostra, pela primeira vez, a relação entre as emissões globais de mercúrio e a contaminação de atum e outros tipos de vida marinha no oceano Pacífico Norte.