Você sabe que enxerga (estou supondo que você não é cego). Você vê algo e já sabe do que se trata, salvo que seja algo que você nunca viu na vida ou no caso de sofrer de alguma doença neurológica que o impede de fazer este tipo de processamento. O processamento que pessoas sadias fazem instantaneamente sem saber como, nem é preciso saber. Seu cérebro opera no automático, mas como é essa operação?
É simples e complicada ao mesmo tempo. São várias regiões envolvidas que interagem entre si de forma a dar nome aos bois (ou qualquer utra coisa que você esteja vendo, mas vamos chamar de “bois”, mesmo. Ou “trem”, se você for mineiro).
Continuar lendo “Como damos o nomes às coisas que vemos, em nível cerebral?”

Vamos ser honestos. Trabalhar é chato. Trabalhar cansa. Trabalhar impede de fazermos e termos aquelas que gostamos, mas que só podemos pagar por elas mediante o dinheiro que ganhamos com trabalho. O cansaço quando trabalhamos ou estudamos acaba deixando nosso cérebro zuado, com nossa memória indo pro ralo.
Imagine que seu parente muito o do ricaço estivesse para morrer. No seu suspiro final, ele ergue a mão para você e diz “e… para você… vou dizer… onde está… meu… meu… tesouro secr….” +_+. Como num filme de comédia de humor negro, você iria querer um jeito de reavivar o defunto para que ele lhe desse a localização de sua maior fortuna. Bem, isso ainda não é possível e daria em muita coisa péssima: zumbis e um filme ruim. Mas uma pesquisa estuda como restaurar a atividade biológica de células de um cérebro. Infelizmente (ou felizmente), não de cérebros humanos, mas de porcos.
Se encher de álcool já não é uma coisa saudável. Se encher de gravidez durante o álcool, digo, se encher de álcool durante a gravidez não só ferra com a saúde da mãe, como da criança também, pelo que se sabia até agora. Agora se sabe que é bem pior, pois uma pesquisa mostrou que mamães pés-de-cana acabam tendo seus sistemas imunológicos afetados. Não apenas isso, com esse tipo de dado dá para ter um vislumbre de como será o desenvolvimento dos neurônios dos seus filhos. E o prognostico não é nada muito legal, também.
Se vocês me acompanham há muito tempo, devem ter lido vários artigos sobre epilepsia. Alguns tratamentos com medicamentos, outros usando optogenética. Entretanto, para os casos bem graves, a ciência não descobriu um medicamento ou tratamento realmente efetivo. Ainda estamos tateando no escuro, mas parece que agora estamos perto do interruptor; ou, pelo menos, estamos indo até ele.
Dizem que Einstein falou que a imaginação vale mais que o conhecimento. É tão-somente mais uma fanfic para justificar gente ignorante. De qualquer forma, a imaginação pode não valer mais que o conhecimento (e não vale), mas em determinadas situações ela acarreta numa mesma resposta orgânica, isto é, se você tem fobia a algo (boletos vencidos, por exemplo), só de imaginar o disparador dessa fobia seu corpo começa a agir da mesma forma se este disparador estivesse na sua mão. Ou seja, imaginar boletos vencidos e ter alguns na sua mão acaba lhe levando ao pânico.
Você deve se lembrar da celeuma com a Miss Espanha que concorreu ao Miss Universo, sendo que ela é ele, mas não é ele, é ela. Bem, a Miss Espanha é transgênero, que segundo informações é operada e talz. Você vai fazer cara de nojinho, mas pegou coisa muito pior na sua vida que eu sei, e todo mundo queria pegar a Roberta Close antes de ser operada. Uma das principais alegações é que a Miss Espanha não tinha cromossomo XX e sim XY. Bem, vocês devem saber que Biologia não é ciência exata, né? Pois é, filhotes, uma nova pesquisa apontou por que os cromossomos X e Y não determinam o sexo do bebê.
Você pensa que todos são iguais, mas isso não é verdade. E sim, etnias são diferentes, sendo que algumas têm maior ou menor tendência a certas doenças. Não, a Natureza não é racista, ela apenas é o que é. Por exemplo, pesquisas mostram que negros podem ser duas vezes mais propensos a desenvolver Alzheimer do que brancos. Qual o motivo? Ninguém sabe, já que não havia mistura de diferentes etnias nas pesquisas. Ou se pesquisava brancos ou negros; dificilmente tendo um número expressivo de ambos dentro do mesmo grupo de pesquisa.