
Há momentos na ciência em que a realidade supera qualquer roteiro de ficção científica, e não é preciso nem invocar viagem no tempo ou aliens. Às vezes, basta uma impressora 3D, algumas células-tronco e uma pitada daquele otimismo científico que faz pesquisadores passarem madrugadas no laboratório. Na Universidade de Minnesota, esse impossível acaba de ganhar patas… literalmente. Ratos que tinham a medula espinhal completamente cortada voltaram a caminhar.
Os pesquisadores de Minnesota tiveram uma ideia fascinante: Se quando se tem um trecho de estrada separado por algum obstáculo natural, constrói-se uma ponte. Por que não imprimir uma ponte? E não qualquer ponte; uma inteligente, microscópica, que literalmente ensina células como crescer no lugar certo, como um GPS celular de alta precisão. Continuar lendo “As pontes que fizeram ratinhos andarem”







Tomar decisões não é algo fácil. Mesmo na parte que nos não estamos ligados do tipo: que diabos acontece quando decidimos por algo? Nossas decisões, desde escolher qual pé iremos usar para dar o primeiro passo até escolher o momento de esmagar os nossos inimigos envolvem cálculos realizados por redes de neurônios que abrangem nosso cérebro.
No filme Sem Limites, o loser toma uma pilulinha que o deixa bem mais inteligente, fazendo com que preste mais atenção nas coisas e seu cérebro comece a trabalhar a mil por hora. Claro, parte disso é ficção. O melhor mesmo seria uma mutação genética induzida para lhe deixar que nem o Líder, né?
A todo momento estamos tomando decisões, ainda que inconscientemente. Pegamos o controle remoto para colocar no nosso programa favorito, e existe um longo processo neurológico para isso. Até mesmo o momento de decidirmos qual pé nós colocamos no chinelo primeiro é um processo de decisão.