Falta de sono deixa o cara puto. Caraca, não é pra falar assim

Falta de sono é uma merda. Todo mundo sabe que ficar sem dormir te deixa triste, irritado, cansado e, no jargão dos psicólogos “emocionalmente abalado”. Não precisa ser um grande pesquisador para saber disso, mas saber coisas por senso comum não garante verbas. Sendo assim, pesquisadores resolveram estudar o porquê disso acontecer, e descobriram como os mecanismos cognitivos e neurais que ligam o sono à saúde mental.

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A música pode mudar a forma como você se lembra de vivências passadas

Por Yiren Ren
Pesquisadora Adjunta em Ciência Cognitiva do Cérebro
Georgia Institute of Technology

Você já percebeu como determinadas músicas podem trazer de volta uma enxurrada de memórias? Talvez seja a melodia que estava tocando durante sua primeira dança, o hino de uma viagem incrível ou outro momento. As pessoas, geralmente, pensam nessas memórias musicais como instantâneos fixos do passado. Mas, pesquisas recentes que minha equipe e eu publicamos sugerem que a música pode fazer mais do que apenas desencadear cenas vividas – ela pode até mudar como você se lembra delas. Continuar lendo “A música pode mudar a forma como você se lembra de vivências passadas”

Cientistas descobrem que um tapão pode fazer mal. Obrigado, pelo esclarecimento!

Você já deve ter visto em algum short do YouTube, Instagram, Tik Tok (ou qualquer outra merda que jovens adoravam ver e compartilhar) uma disputa de tapa. Essa tranqueira tem ganhado popularidade nas redes sociais, e consiste em dois babacas se estapeando de cada vez e ver quem arrega. Daí o que se faz com isso? Se você é cientista sem melhores ideias, fica vendo uma porrada desses vídeos e escreve um artigo científico.

Um novo estudo resolveu alertar sobre os perigos ocultos dessa prática, quantificando os sinais visíveis de concussão entre os competidores, levantando questões sérias sobre a segurança dos participantes. Continuar lendo “Cientistas descobrem que um tapão pode fazer mal. Obrigado, pelo esclarecimento!”

Ciência faz das suas e homem volta a falar

Imagine um mundo onde pessoas que perderam a capacidade de falar devido a doenças neurológicas possam se comunicar novamente, apenas com o poder do pensamento. Imagine que a Ciência da Computação pudesse resolver isso. Imagine que aqueles que sofrem de Esclerose Lateral Amiotrófica (ELA) pudessem se comunicar com seus familiares diretamente mais uma vez.

Parece ficção científica, mas já é a realidade. Pesquisadores da UC Davis Health estão trazendo pessoas do silêncio à vida, uma vida de comunicação, de forma que as pessoas possam se sentir pessoas de novo. Continuar lendo “Ciência faz das suas e homem volta a falar”

Pesquisadores criam microscópio turbinado para fuçar sua tomada de decisões

Tomar decisões não é algo fácil. Mesmo na parte que nos não estamos ligados do tipo: que diabos acontece quando decidimos por algo? Nossas decisões, desde escolher qual pé iremos usar para dar o primeiro passo até escolher o momento de esmagar os nossos inimigos envolvem cálculos realizados por redes de neurônios que abrangem nosso cérebro.

Tá, ok. Beleuza! Mas o que exatamente essas redes neurais estão computando?

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Pesquisadores dão gás nos genes de ratinhos e os deixam prestes a dominar o mundo

No filme Sem Limites, o loser toma uma pilulinha que o deixa bem mais inteligente, fazendo com que preste mais atenção nas coisas e seu cérebro comece a trabalhar a mil por hora. Claro, parte disso é ficção. O melhor mesmo seria uma mutação genética induzida para lhe deixar que nem o Líder, né?

Bem, pesquisadores descobriram em ratos o que eles acreditam ser a primeira mutação genética conhecida a melhorar a flexibilidade cognitiva. Estamos praticamente esperando algum deles ficar cabeçudo e querer dominar o mundo.

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Como o cérebro decide meter o focinho no pó

A todo momento estamos tomando decisões, ainda que inconscientemente. Pegamos o controle remoto para colocar no nosso programa favorito, e existe um longo processo neurológico para isso. Até mesmo o momento de decidirmos qual pé nós colocamos no chinelo primeiro é um processo de decisão.

Não apenas isso, esta tomada de decisão é feita de uma maneira semelhante ao que faz uma pessoa ser dependente química. É praticamente o mesmo processo bioquímico no cérebro. Sabemos que tudo é uma questão de qual região do cérebro é responsável por isso. O problema é saber qual região é essa, e é exatamente isso que pesquisadores se debruçam para saber.

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Pesquisadores estudam por que seu olho se mexe quando dorme, mas tudo está flácido

Durante o sono, nós passamos por diversos estágios. Um deles é o chamado “sono paradoxal”, também conhecido por “Sono REM”, em que o acrônimo significa Rapid Eye Movement ou Movimento Rápido dos Olhos. Esta fase é onde os sonhos acontecem direto, e é bem reconhecido externamente pelo que o próprio nome indica: os olhos se mexem muito rápido, apesar do tônus ??muscular da pessoa estar completamente relaxado, embora o cérebro esteja à toda velocidade.

Tudo muito bem, tudo muito legal, mas aí vem a pergunta: ok, o cérebro tá à toda, os olhos estão no ziriguidum. Por que o restante dos músculos estão relaxados, de boas?

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Como o cérebro registra o tapinha que você adora levar

Um tapinha não dói, mas o cérebro registra (podendo ser para se vingar depois ou não). Você sabe quando alguém lhe toca. O cérebro registra esta informação que você reconhece como “toque” e todas as características dele, como a intensidade, a pressão, o calor e a textura do que lhe tocou.

Mas, afinal, quais as áreas do cérebro são responsáveis ??pela percepção do tato? É o que uma recente pesquisa se propõe a responder.

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Pesquisadores fuçam o cérebro pra saber se paciente está com dor

Sentir dor não é legal. Ninguém gosta de sentir dor. Médicos não gostam que seus pacientes sintam dor. Dor não é doença, dor é sintoma, e se a pessoa está sentindo dor, tem algo de errado. Claro, a necessidade primária é minimizar ou erradicar o sofrimento da pessoa, enquanto se busca o caminho para evitar o que está causando este sofrimento, e é aí que entram os analgésicos. O problema é: quais e quantos analgésicos deve-se administrar? Quanto de dor o paciente está sentindo? Como mensurar isso, pois todo remédio tem efeito colateral em maior ou menor grau, mesmo que seja imperceptível?

Nem sempre dá para ouvir pacientes, pois ou eles não têm a real dimensão de sua dor (sim, eu sei que parecerá estranho, mas as pessoas tendem a querer logo algo arrasa-quarteirão para acabar com a dor de vez), fora os que estão impossibilitados de se comunicar por alguma condição cognitiva ou mesmo porque estão desacordadas.

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