Idade acaba com a gente e faz nos confundir com gente falando

Vamos ser honestos: não éramos para, naturalmente, vivermos tanto assim. Graças à Ciência, conseguimos uma bela longevidade, mesmo entre camadas mais pobres. O problema é que morrendo cedo não percebíamos o declínio da qualidade de vida e saúde., viver mais tempo é correr mais riscos de demência e Alzheimer, por exemplo.

Com o tempo, nosso cérebro já não é mais o mesmo. Nossa capacidade de acompanhar e entender a fala em ambientes ruidosos vai se deteriorando, com o mesencéfalo dando tilt e…

Mas que diabos é um mesencéfalo?

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Lampreias mostram como movimentamos os nossos olhos

Eu já falei tanto dos olhos que não preciso me repetir o quão gambiarrento esta bagaça é, certo? Principalmente no quesito de como ocorrem ilusões de óptica, muitas vezes causadas pelo movimento dos olhos. O que não se sabia direito até agora é quem controla esses movimentos.

Bem, pesquisadores determinaram quem controla os olhos, e é uma região do cérebro bem antiga e guardadinha lá no fundão.

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Cães interpretam palavras da mesma forma que humanos

Cães nos acompanham muito antes de nós sermos o que somos e eles serem o que são. Quando o primeiro canídeo escolheu um hominídeo para ser companheiro (sim, ELES nos escolheram, e não nós). Durante esse caminhar, eles foram evoluindo e nós também. Eles melhoraram, nós nem tanto, o que não quer dizer muito, já que Evolução nunca significou melhoria.

Ao longo desses milhares de anos, cães aprenderam algo importante: comunicação. Não apenas de nos entender, nos acompanhar, nos dar carinho e dedicação. Eles realmente se comunicam à sua maneira e nos entende à nossa maneira. Se antes você tinha dúvidas, sim, eles nos entendem em nível verbal.

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Cientistas fazem chupeta na cabeça de paciente em coma

A moderna medicina intensiva faz milagres que há coisa de alguns anos parecia algo bizarro, digno de ficção científica. Ainda assim, lesões cerebrais são um problema sério e o coma um espectro que ronda as UTI do mundo todo. Eu não quero estar em coma, você não quer, ninguém quer. Quando um paciente está em coma, uma garra gelada segura nossa espinha. Morte? Vida? Viver como um vegetal e acabar sendo comida de vegans? Há uma série de variáveis. Será que médicos conseguiriam dar reboot no cérebro e fazê-lo pegar no tranco?

Existe uma técnica que nem é tão desconhecida assim: ultrassom (pois é, ele não é só pra saber o sexo do Maicojéquissom da Silva). Isso fez toda a diferença na vida de um homem de 25 anos.

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Cérebro filtra informações melhor do que se achava

O cérebro é o órgão mais badass de nosso corpo. Mesmo porque, ele manda na bagaça toda. É praticamente o Nick Fury entre os órgãos. Ele tem que lidar com trocentas milhões de informações a cada segundo e dar ordens precisas. Por exemplo, a partir de agora você percebeu que está respirando e tentará manter a cadência. De nada.

3 bilhões de anos de evolução biológica lhe deu um cérebro robusto, com cada neurônio pululando de informações, que juntos processam, analisam e fazem triagem do que é mais importante (você continua respirando, né?).

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Doenças degenerativas têm relação direta com mitocôndrias, segundo pesquisa

A síndrome de Wolfram é uma doença neurodegenerativa rara caracterizada por diabetes mellitus tipo I, diabetes insípida, atrofia óptica e sinais neurológicos, com sintomas clínicos incluindo surdez, atrofia óptica e transtornos psiquiátricos. Lindo não? Sua prevalência é de 1 para 160 mil pessoas, mas, para a ciência, 1 caso de doença em 1 bilhão de pessoas já é muito! Ela é causada por uma mutação no gene que codifica uma proteína chamada wolframina, que reside na membrana do retículo endoplasmático (procure no seu livro de Ciências do Ensino Fundamental).

Curiosamente, os sintomas da síndrome de Wolfram se assemelham aos de doenças mitocondriais. Será que valia estudar se um interfere no outro?

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Luz azul pode ser responsável por ataques de transtornos bipolar

Em março eu publiquei uma notícia em que o dr. Stevens, pesquisador da Universidade de Connecticutt, estava estudando os efeitos da iluminação artificial sobre a saúde humana. Basicamente, dispositivos que emitem muita luz azul, quando usados à noite, acabam por suprimir o hormônio melatonina, responsável pela indução do sono, além de perturbar o ritmo circadiano do corpo. Você achou isso ruim? Que ótimo, pois piora.

Uma recente pesquisa mostra que podemos alterar os efeitos da luz azul sobre nosso sistema circadiano usando apenas um… óculos alaranjado. Isso não é idiotice?

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Ursos identificam imagens no computador no mundo real

A maioria de nós se acha por cima da carne seca por conseguir usar um computador. Afinal, aqueles periquitos idiotas não conseguem fazer muita coisa além de piar, cães comem o próprio cocô e gatos acham seu notebook muito quentinho para tirar uma soneca. Só você, o diferentão, o espertão, o senhor da tecnologia, o incrível humano que é capaz de olhar para um monitor e discernir o que tem lá.

Infelizmente, você não e o único. Uma recente pesquisa indica que ursos negros norte-americanos são capazes de reconhecer imagens apresentadas na tela do computador, associando-as com objetos reais.

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Sabe os neurônios responsáveis pela doença de Parkinson? Tem mais alguns envolvidos

A doença de Parkinson, junto com o Alzheimer, é umas doenças neurológicas mais estudadas. Trata-se de uma doença degenerativa do sistema nervoso central. Ela é crônica, progressiva e causada por uma diminuição intensa da produção de dopamina, um neurotransmissor atua na realização dos movimentos voluntários do corpo de forma automática. Sem a dopamina estar ali nas quantidades necessárias, as pessoas começam a ter movimentos involuntários, muitas vezes em estado bem intenso.

Agora, pesquisadores descobriram dois tipos distintos de neurônios que entregam dopamina à região do cérebro responsável não só pelo movimento como pelo comportamento de aprendizagem/recompensa. E pode ser que o que se sabia não era bem assim.

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Cientistas produzem proteína que modifica funções do cérebro

A cada dia descobrimos muito sobre o cérebro, esta maravilhosa gambiarra funcionando à base de substâncias químicas e efeitos elétricos. Claro, eu sei que é muito chato saber que nossos pensamentos, nossa personalidade, tudo o que nós somos enquanto indivíduos não passa de reações químicas e efeitos físicos, mas não fui eu quem fez o mundo.

Pesquisadores desenvolveram uma nova ferramenta para modificar a atividade do cérebro e da memória de formas específicas, por meio de ações de proteínas.

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