Você pensa que todos são iguais, mas isso não é verdade. E sim, etnias são diferentes, sendo que algumas têm maior ou menor tendência a certas doenças. Não, a Natureza não é racista, ela apenas é o que é. Por exemplo, pesquisas mostram que negros podem ser duas vezes mais propensos a desenvolver Alzheimer do que brancos. Qual o motivo? Ninguém sabe, já que não havia mistura de diferentes etnias nas pesquisas. Ou se pesquisava brancos ou negros; dificilmente tendo um número expressivo de ambos dentro do mesmo grupo de pesquisa.
De repente, agora muda isso. Uma nova pesquisa conduzida pela Universidade de Washington em St. Louis identificou disparidades raciais entre afro-americanos e caucasianos no nível de um biomarcador-chave usado para identificar a doença de Alzheimer.
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Pessoal adora culpar coisas com o passar do tempo. Saiu a culpa, acham que é maravilha, para depois colocar a culpa novamente. É tipo o lance do ovo que uma semana faz mal, na seguinte faz bem, na outra faz mal… e assim por diante. O açúcar é outro que oscila entre vilão e mocinho. Alguns dizem que faz as crianças serem hiperativas (o que é mito), além de praticamente causa r a morte prematura (o que é outro mito). Tem quem defenda que pessoas que ingeriram açúcar e foram prestar exames tiveram um desempenho melhor.
Você já deve ter ouvido falar na chamada Experiência de Quase Morte. O sujeito morre e é ressuscitado. Neste meio tempo ele passa por um túnel, vê coisas coloridinhas, ouve The Righteous Brothers cantando, chega o Patrick Swayze sem camisa e te abraça por trás… Depois volta avoado pro corpo. relata luzinhas coloridinhas e gente do passado, parentes já mortos etc. Uma experiência real, certo?
Corvos são animais muito espertos. São animais legais, também. Você já viu algum corvo espalhando fake News ou mesmo CRIANDO fake News no WhatsApp? Pois é. Corvos são melhores que cornos como você. (SIM, EU SEI QUE VOCÊ ESPALHA BOBAGENS NO WHATSAPP! ADMITA!!). corvos tem um QI elevado (para uma ave) e
Lavanda é um aroma que eu só consigo associar com desinfetante (e desinfetante que fede). Alguns perfumes (baratos) costumavam usar essência de lavanda. Não é tão forte quanto pinho ou eucalipto (o primeiro é ótimo para disfarçar cheiro de mijo de gato e cachorro, o segundo pra sauna), mas é mais… suave. Eu continuo achando que aquilo fede.
Você estuda, se esforça, trabalha, rala pra danar e, quando chega aonde deseja, bate uma insegurança, como se nada daquilo fosse seu mérito. Você se recusa a aceitar que você é realmente merecedor daquilo, que não passa de um enganador, de um tolo, um mentiroso e… um impostor! Não se preocupe, isso é uma condição psicológica e você pode se livrar dela.
Você deve ter ouvido a máxima “antes um covarde vivo do que um herói morto”. Por bilhões de anos de evolução biológica, seres vivos aprenderam que tem uma hora que o melhor a ser feito frente ao perigo é ralar peito dali o mais rápido possível. Notadamente, qualquer animal tem 3 tipos de reação frente ao perigo: Lutar, ficar imóvel e rezar para não ter sido avistado e meter sebo nas canelas, picando a mula de uma vez.
Atualmente, há um grande movimento para liberar geral a maconha para tratamento médico. Claro, quem fala isso é uma besta, já que tem muita diferença entre usar canabinoides e o jererê. Alguns pacientes fumam maconha para combater a epilepsia, a esclerose múltipla e ocorrências de dores crônicas, mas em países em que isso é permitido é preciso de receituário específico. Em alguns estados norte-americanos, tratamentos com maconha são permitidos, apesar de haver lei federal criminalizando o uso. Sim, é uma bagunça, mas ter estados com leis independentes acabam nisso.
Verificar o que as pessoas têm na cabeça é uma tarefa nem sempre muito fácil. A parte fácil não é lá muito bem aceita; além de sujar o machado e a sala, os comitês de ética faça enchendo o saco para que o paciente, no mínimo, saia vivo. Outros procedimentos, apesar de não serem tão divertidos, envolve eletrodos e/ou maquinário de grande porte, o que complica muito. Enfiar eletrodos no cérebro seria um meio-termo, mas também causa problemas, como tudo ser muito bem esterilizado e ter fios, muitos fios, de um lado pro outro. Seria legal se pudéssemos colocar um implante definitivo (ou quase) no cérebro e ele mandar de lá de dentro todas as informações que precisássemos, sem necessariamente usarmos fios conectores.
Phineas Gage era um operário braçal que trabalhava para uma ferrovia. Um dia tinha uma pedra no meio do seu caminho. No meio de seu caminho tinha uma pedra. A decisão era explodí-la e quando Gage foi socar o explosivo na pedra, o explosivo detonou e a barra de ferro entrou em seu crânio. Ele não morreu, mas virou um ícone para o estudo da Neurociência, e é citado até hoje em publicações e em universidades.