A cada dia que passa, cresce o número de crianças obesas. Um dos motivos é o sedentarismo e alimentação porca que pais preguiçosos oferecem a essas crianças. Isso seria simples, mas não é apenas isso, já que algumas crianças são sedentárias, comem porcaria mas não são tão obesas. Como reconhecer a predisposição delas a virarem lindas chupetinhas de baleia?
Uma pesquisa identificou um marcador molecular na saliva de algumas crianças que está associado ao surgimento de obesidade infantil em um grupo de crianças hispânicas em idade pré-escolar.
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Para princípio de conversa, quando você fala “eu esbou bripado”, não, amiguinho. Muito provavelmente você estará com um resfriado, é outro tipo de doença. As Influenzas, sim, são gripes, e os sintomas, apesar de parecidos, não têm nada a ver com resfriados. Claro, a Natureza está a fim te sacanear, logo, não existe um tipo apenas de gripe, mas três: A, B e C. No caso da Influenza B, também chamada de “Gripe B”, e é causada pelo vírus influenza do tipo B (duh!), os principais sintomas são febre alta (sim, acima de 38°C), dores musculares, dor na garganta, dor de cabeça, tosse, fraqueza de um modo geral, coriza (quando seu narigão fica escorrendo como uma cachoeira), congestão nasal, náuseas, vômitos e diarreia. Quer coisa mais fofa? E você já deve estar sentindo os sintomas. Bem, procure um médico e não, não adianta chá de limão. O ideal mesmo é você se vacinar nas campanhas anuais de vacinação. Vai por mim, você não quer pegar esta bagaça!
A todo momento, imprensa corre para noticiar novas maravilhas dos “medicamentos à base de maconha”, que não necessariamente é da Canabis sativa, e sim outras espécies, daquelas sem altas concentrações de tetrahidrocanabinol, também conhecido como THC (a molécula que deixa doidão), de preferência focando em substâncias específicas, como as do grupo canabdiol. Não, fumar o jererê não lhe fará mais saudável, e agora vem aquela pesquisa que vão esbravejar dizendo que é financiada pela Big Pharma (a Big Pharma que pesquisa os canabdióis, tão amados pelo pessoal que odeia a Big Pharma).
Quem já se machucou, tendo que colocar bandagem ou apenas um esparadrapo com algodão sabe o que é o terror na hora de tirar o curativo, encharcando tudo de soro fisiológico ou rezando para alguma enfermeira sádica, com pagamento atrasado, indo remover de uma vez, jurando de pés juntos que de uma vez não dói. Isso é verdade até a hora do WRAAAAAAAAAAP e você é capaz de ver Jesus dançando rumba com Satanás de tanta dor que está sentindo.
Para mim, uma das coisas mais fascinantemente ficcionais eram os tricorders médicos. Tipo. O dr. MacCoy passava o saleiro (sim, aquilo era um saleiro que a produção achou bem futurista para ser usado como algum dispositivo do século XXIII) e o tricorder lia o que a pessoa tinha. A não ser se estivesse usando roupa vermelha. Neste caso, já partia pro “He is dead, Jim”, a fim de economizar tempo de filmagem.
Um dos grandes problemas do discurso “está acabando a água” é que a água não está acabando. Qualquer um que sabe ciclo da água sabe disso. O problema é deixar a água existente própria para ser consumida, e o tratamento de água está ficando caro, porque remover imundície sai caro. Apesar de dessalinizar água estar ficando cada vez mais barato, o problema é quando se está longe do mar e tem uma água péssima para consumo, em que uma simples filtragem é difícil.
Ei, você aí! Você, mesmo! Eu sei que você detesta sujeira e mete desinfetante em tudo, joga cloro pra todo lado, usa lança-chamas se deixarem! Finalmente, você conseguiu se livrar daqueles malditos germes, germes, germes pra todo lado! Finalmente, sua casa está limpa, certo?
Câncer é uma droga. Não só porque ferra com a pessoas, como joga sujo e faz de tudo para se esconder das formas de detecção. Às vezes, se detecta logo, e isso garante 80% de chances de se ver livre do Caranguejão do Mal. Em outras palavras: quanto melhor identificar quem é o bandido no corpo, fica fácil mandar o BOPE biológico sentar o dedo na eliminação do lazarento. A saída é qual? Tentar outros métodos de identificação, que é o que pesquisadores da Universidade Yale estão desenvolvendo.