Ejeções de Massa Coronal de uma forma como você nunca viu… EM 3D!!!

O Sol parece tranquilinho (apesar dos muitos milhares e milhões de graus de temperatura, e uma gravidade altíssima em seu interior, oque faz criar novos elementos). Essa aparência é só isso: aparência. O Sol está sempre em atividade, às vezes mais intensa, à vezes, menos intensa. Uma dessas atividades hardcore é a ejeção de massa coronal, que são erupções de plasma hiperaquecido (mesmo para os padrões de um plasma, que é gás ionizado a alta temperatura) de forma abrupta e são cuspidas para fora da coroa solar. Estas ejeções são levadas pelo Espaço, e ajudam a formar o Vento Solar (mas não exclusivamente), e isso pode ser muito legal de se observar, ou muito ruim pois pode afetar nossos satélites, podendo até dar o azar de fritar alguns milhões de dólares em equipamento em órbita.

Agora, pesquisadores da NASA utilizaram a combinação de dados de três satélites para produzir um robusto mapeamento de uma ejeção de massa coronal, modelando em 3D o que está acontecendo lá no Sol.

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YouTube agora saiu capando canais grandes e enormes. André acerta de novo!

Existe um fenômeno que é muito comum. Algumas vezes, é infelizmente comum, mas não deixa de ser um fato. Fato como o Sol é uma estrela e que Evolução Biológica existe. Um fato inegável e pronto a nos assombrar: eu estou sempre certo.

Não, né verdade. Assim como a Via Láctea é uma espiral dupla, eu estou certo, e minhas previsões sempre se tornam realidade. Magia? Nah, eu vejo a história se repetir e se repetir. Lembram-se quando eu falei que YouTube não ia se contentar com pequenos e médios canais, indo devorar canais grandes e enormes? Voltem ao parágrafo anterior.

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ONG “veste” estátuas com próteses pros seus membros amputados

Eu não sou de Humanas, sabe? Eu não consigo ter a evolução mental e filosófica para entender certos vieses neoclássistas e como intelectuais austríacos viam o mundo, refletindo sobre as condições birguesas e o avanço da sociedade eugenista. Eu não consigo, portanto, ver nada de ruim em próteses, apesar de alguns acharem que isso é apenas externar eugenia e preconceito. Próteses são uma forma de fazer pessoas que perderam membros terem uma vida melhor, e viverem melhor consigo mesmas.

Assim, um ONG de caridade chamada Handicap International fez uma campanha para conscientizar pessoas, equipando uma série de estátuas de Paris com próteses para os membros. E ficou muito legal.

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Sistemas fotossintetizantes são mais velhos do que se imaginava

Você lê Ceticismo.net. Você é informado e sabe sobre como o oxigênio surgiu. Se passou a acompanhar hoje, vou dar uma dica: fui há muito, muito tempo, com o que se tornaria mais tarde as algas azuis, ou cianofíceas. Não, nada de plantas ainda. Elas só apareceriam muito milhões de anos depois. De qualquer forma, sabia-se mais ou menos quando começou a haver fotossíntese, mas isso precisará ser reescrito em breve, já que uma nova pesquisa aponta que já havia organismos fotossintetizantes há 3,6 bilhões de anos, mais ou menos um bilhão de anos antes do que se acreditava até agora.

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Linguagem inclusiva – inclusiva de verdade ou “Por que usar @ e X no final das palavras é idiotice”

Olá amiguinhos e amiguinhas! Quanto tempo!

Então, vocês devem lembrar que muito tempo atrás numa galáxia muito distante eu escrevi alguns textos sobre fala e escrita. Hoje eu queria retomar esse tema pra explicar o que é linguagem inclusiva e porque enfiar x/@/e em tudo NÃO é a solução.

Antes de tudo, vamos lembrar de uns fatos básicos que eu venho ressaltando nessa série de textos:

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Respostas a perguntas sobre o Cinturão de Van Allen

O vídeo sobre o cinturão de Van Allen é muito legal, com informações. Mas o pessoal gosta do mundo mágico conspiracionista. Daí, ficam lá nos comentários me xingando, enquanto mostram que não sabem nem escrever direito, quando mais saber algo de física. Este vídeo e para responder a um questionamentozinho que recebi por email de alguém chamado Cosme (não riam do nome dele, ok? Ele não tem culpa do nome, só de ser burro).

Vamos às respostas?

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Os segredos molhadinhos da Lua

A Lua é fascinante. Foi o primeiro passo que a Humanidade deu para fora da Terra, pois é o único astro celeste no qual efetiva e literalmente pisamos fora daqui. Desde que um proto-planeta deu um porradão na proto-terra, arrancando um pedação daqui e este material acabou se aglomerando e formando a Lua, este astro vem tomando bordoada de todo lado. Seja de micro-meteoros, até cometas. Não apenas isso, a água teve um papel crucial na Lua, e ainda hoje escreve a sua história, como pesquisas atuais demonstram.

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Pesquisa estuda como medicamentos opioides agem para não dependermos mais de medicamentos opioides

Ninguém quer sentir dor. Nem eu, nem você, nem o House. Tem horas que a dor é tanta que só apelando para opióides, analgésicos pancadões da mesma família que o ópio, com o mesmo inconveniente também. E ficar viciadão em analgésico opiáceo não é tão incomum assim. Seria legal se pudéssemos ter um analgésico boladão sem deixar você chapado e muito menos viciado na bagaça, né? Bem, pesquisadores do Reino Unido e do Japão identificaram como o sistema natural de analgésicos do cérebro poderia ser usado como uma possível alternativa aos opióides.

Péra, como assim “sistema natural de analgésicos do cérebro”?

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Pesquisa busca a origem das células que formam tecidos cardíacos

De acordo com a Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS), as doenças cardiovasculares são as principais responsáveis por morte no mundo. Só em 2106, as vítimas por problemas coronarianos somaram 17 milhões de pessoas, levando em conta ataques cardíacos e derrames. Resumidamente, ataques cardíacos matam, pois, fazem com que partes do tecido do coração não sejam alimentados por sangue e acabem morrendo. Com isso, o coração não faz aquilo que foi inteligentemente projetado: bombear sangue. Infelizmente, o projeto tem problemas e em muitos casos, o coração acaba tendo reduzida a sua capacidade de bombear sangue.

Para tentar reverter isso, é preciso que novas células cardíacas sejam produzidas, refazendo o tecido. Estas células são chamadas de “cardiomiócitos” e há evidências que o coração produz novas células após o desenvolvimento da primeira infância. O problema é que ninguém sabe de onde essas células vieram. Hora de usar os poderes da tecnologia médica para resolver isso.

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Máquinas podem ter consciência? A resposta não irá agradar a vocês

Eu estava vendo o último vídeo do Café e Ciência. O Café e Ciência é um canal de divulgação científica no YouTube, cujo mantenedor é tipo um misto de Raul Seixas e Neil deGrasse Tyson, sem as músicas chatas do primeiro e o paunocuzismo do segundo. No referido vídeo intitulado “Poderia as Máquinas obterem Consciência?” o Felipe discute… bem, ele não discute se as máquinas poderiam ter consciência. Ele comenta o que uma pesquisa em periódico classifica como sendo os diferentes níveis de consciência.

Mas máquinas podem ter consciência?

Versão curta: não se tem versão curta. Por quê? Porque a pergunta está errada. Vamos ao vídeo?

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