
O Castelo dos Cárpatos (Le Château des Carpathes) é uma obra de Júlio Verne de 1893. Alguns acham que é graças a ele que Bram Stoker se inspirou para descrever a morada de Drácula, publicado em 1897, já que a história se passa no aldeia de Werst, nas montanhas dos Cárpatos da Transilvânia. Os aldeões temem o lugar, pois coisas misteriosas acontecem naquele castelo, alegadamente obra de Chort, o Diabo. O conde Franz de Télek, está intrigado lá investigar. Ele encontra o proprietário, o Barão Rodolphe de Gortz, com quem disputou o coração da bella La Stilla, que se julgava morta. Mas sua imagem misteriosa aparece lá.
Uma das principais taras da ficção científica são os hologramas. Desde Guerra nas Estrelas (Star Wars my ass) até holodecks, é maravilhoso pensar que manipularíamos objetos virtuais projetados bem à nossa frente. O Google Glass prometeu, mas até agora nada. O hololens é uma aposta arrojada, mas não é para agora. Mas e seu eu tivesse um holograma com o qual eu pudesse manipular fisicamente. Ficção? Não, Ciência!
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Nossa presidente é uma maravilha com as palavras. Seus discursos seguem as finas minúcias da Última Flor do Lácio. Por causa disso, muitas vezes, ela é criticada, mas eu nem sei por quê? Pessoal reclama muito. Bem, terça-feira próxima passada, nossa excelentíssima chefe de Estado estava presente na abertura dos Jogos Mundiais dos Povos Indígenas (uma espécie de OlimCapiaus). Como ela esquece de meter o pé na boca em determinadas situações, falou benzão da mandioca, Hades sabe o porque.
A tara do pessoal, principalmente de Humanas, atualmente é sobre o uso da maconha medicinal. Alegam servir pra tudo, de espinhela caída até treco, ziquizira, mau olhado e uma ou outra doença, inclusive câncer; afinal, todo remédio milagroso TEM que curar o câncer. Maconha medicinal parece que veio junto com as tábuas da Lei (se bem que tem quem diga que
Câncer é aquele negócio cujos sintomas variam de dor na orelha esquerda até necrose do dedão do pé devido ao frio. Aprendi isso jogando os sintomas no Google. Quando não era câncer era lúpus, mas sabemos que nunca é lúpus.
O mundo anda chato. E isso é devido a pais retardados que dão ouvidos a pedagogas alucinadas. Nada pode. Chamar atenção da criança magoa, falar bravo magoa, colocar de castigo magoa, até a mágoa magoa. Os educadores-que-nunca –lecionaram não entendem que o objetivo é magoar, mesmo; de forma que a criança tenha um vislumbre que fez caca, ou uma punição deixa de ter sentido.
Como vocês viram no
Hoje está uma maravilha. 18º no Rio de Janeiro, com sensação térmica de 16º, mais frio que o interior do meu freezer. Thor chegou por aqui se perguntando se era o Ragnarok que tinha começado antecipadamente. Tenho duas faturas de cartão de crédito, conta do telefone e um boleto que estou esperando explicações da Srª Ceticismo.
A vaidade é o pecado favorito de John Milton. O planeta de sua predileção, com certeza, deve ser Vênus, o planeta em eterno TPM. Vênus é mal, feio, quente à beça (o mais quente do Sistema Solar, por sinal) com uma atmosfera densa, pingando ácido sulfúrico, enxofre em suspensão, juntamente com seus óxidos, metano e dióxido de carbono. Vênus não é o Inferno, pois o Capeta fugiu de lá.
O assunto Jesus de Nazaré (das farinhas ou não) nunca morre. Muito se tem escrito sobre o carpinteiro que foi pro pau-de-arara. Muito ainda se escreverá; ainda mais porque a cada olhada nos Evangelhos, encontramos muitas pistas, muitas informações. Todas essas informações foram criptografadas, talvez porque as pessoas não tinham compreensão do que realmente significariam.
A engenhosidade humana é algo sem precedentes. A mola mestra que nos fez descer de árvores e subir aos Céus. Dane-se o especismo citado pelos vegans. Marmotas não constroem foguetes, sondas ou um velocípede. A única coisa que marmotas fazem de mais extraordinário é comentar no YouTube. A cada dia fazemos feitos notáveis, como mandar uma sonda viajar pelo Espaço sideral por anos a fio, de forma que uma sonda pousasse num cometa feio e sujo, mas brilhante ao seu jeito. Lá, a sonda deixou sua sonda-da-sonda, ou sonda-filha como eu chamo.