Fibrose cística é uma doença genética, hereditária, autossômica e recessiva, em que o gene que deu bug é transmitido pelo pai e pela mãe, já que não estamos falando do Gene X. Esta desgraceira, obra de um projeto inteligentíssimo, é responsável pelo mal funcionamento das glândulas exócrinas que produzem substâncias (muco, suor ou enzimas pancreáticas) mais espessas e de difícil eliminação. Os ductos pancreáticos são inundados pela secreção mais viscosa, o que impede as enzimas digestivas atuarem no intestino, acarretando má absorção de nutrientes, maior número de evacuações diárias e eliminação fezes volumosas, com odor forte e gordurosas. O fígado acaba sofrendo inflamação por causa do acúmulo de bile e se desgraça pouca é bobagem, o aparelho respiratório se ferra de vez, com o pulmão produzindo um muco espesso que pode obstruir as vias aéreas e virar um viveiro de bactérias.
2% da população mundial são portadores assintomáticos de mutações no gene associado à fibrose cística. Muitos indivíduos com fibrose cística morrem jovens, em torno de 25 anos de idade. As crianças são mais afetadas e a expectativa de vida é de, aproximadamente, 15 anos. Mas agora, quem sabe não poderemos ter a chance de resolver isso com terapia genética. Ou termos meta-humanos bem legais.
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Todo mundo acha que o mundo acabará com o erguimento do Skynet ou o t-vírus transformando todos em zumbis. Eu discordo. O mundo acabará no Apocalipse Bacteriano. Todo mundo sabe que bactérias acabam desenvolvendo resistência a antibióticos, e isso é uma ameaça assustadora, nos dando de presente infecções mortais, como a tuberculose. Além do mais, os esforços para desenvolver novos antibióticos não estão mantendo o ritmo com esse crescimento da resistência microbiana, mas isso não está acontecendo de verdade. Estaria se Evolução existisse, mas isso não passa de mito.
A tara do pessoal, principalmente de Humanas, atualmente é sobre o uso da maconha medicinal. Alegam servir pra tudo, de espinhela caída até treco, ziquizira, mau olhado e uma ou outra doença, inclusive câncer; afinal, todo remédio milagroso TEM que curar o câncer. Maconha medicinal parece que veio junto com as tábuas da Lei (se bem que tem quem diga que
Câncer é aquele negócio cujos sintomas variam de dor na orelha esquerda até necrose do dedão do pé devido ao frio. Aprendi isso jogando os sintomas no Google. Quando não era câncer era lúpus, mas sabemos que nunca é lúpus.
A Doença de Crohn não te faz ficar com vontade de brigar com todo mundo nem perguntará o Enigma do Aço. Sendo conhecida também como enterite regional, é uma doença crônicas, inflamatória do intestino, afetando qualquer parte do trato gastrintestinal, apresentando sintomas desde dor abdominal até diarreia sanguinolenta. Acredite, você não quer ter esta doença. Se bem que eu não quero ter doença nenhuma. Suas erupções cutâneas chegar a acarretar
Adoro a Austrália. Tudo lá tem uma espécie de toque de Sadim (o Midas ao contrário). Enquanto Midas transformava qualquer coisa que tocasse em ouro, o Sadim australiano transforma numa coisa monstruosamente venenosa com um só toque.
Anestesia é bom e eu adoro se tiver que passar por qualquer intervenção mais dolorosa que cortar unhas. Eu não sou mártir para sentir dor e você pode me chamar de "banana" o quanto quiser. O problema é que novas pesquisas mostram que anestesias podem deixar efeitos colaterais, principalmente em crianças pequenas, cujo cérebro ainda está em desenvolvimento.
O cérebro humano, esta gambiarra, não cansa de nos surpreender com suas loucuras, como é o caso dos membros fantasmas. A pessoa perde um membro, e os terminais nervosos estão todos bagunçados. O cérebro surta e VOILÁ! Olha lá o membro que não está lá.
Da vida nada se leva, e você vai virar um banquete para bactérias, fungos ou algum pigmeu canibal (aqueles que comem pessoas pelo bom e mal sentido). Eu acho que ser doador de órgãos deveria ser obrigatório (já foi, mas "não pegou"), enquanto que, de minha parte, eu quero que meus restos sejam doados para uma faculdade de medicina, para que os alunos estudem, aprendam e evitem que se repita o que quer que haja comigo. Este será meu último ensinamento, minhas últimas informações a serem dadas.
O dr. Ugo Cerletti era um neurologista italiano. Um dia ele teve a brilhante ideia de usar o dispositivo como o que vemos aqui ao lado. È uma máquina de eletrochoque. Na magnífica ideia do dr. Cerletti, dar eletrochoques no crânio era uma boa ideia, pois controlava surtos psicóticos e "curava" esquizofrenia. Essa prática teve início em 1937 e, graças ao bom senso, terminou em na década de 1970.