
(…) num novo ano que vai começar. Chegamos ao fim de mais um ano juntos (ou nem tanto quanto gostaríamos), em que passamos quase todos os 365 dias trazendo informações pra vocês, além de divertimento e alguns esporros. Vemos o quanto a ciência tem avançado e o quanto o Brasil tem regredido. Nós ainda acreditamos que nossa ciência ainda vai despontar, não graças a um governo idiota que gasta bilhões com estádios de futebol e merrecas mínimas com centros de pesquisa e universidade.
Ainda assim, foi um ano excelente e eu nunca digo que foi ruim. Porque minha vida é medida em todos os momentos e não só algumas ocorrências funestas. Sim, este foi um bom ano e o próximo será melhor!

365 dias se passaram neste ano. Ano bom, para falar a verdade. Não sou daqueles que vivem se lamentando, vivem reclamando, vivem dizendo que o ano foi ruim, que o ano foi péssimo, que esperam que o ano seguinte seja melhor. Eu não tenho estes problemas, pois acho que reclamar – mesmo que tivesse algo errado – é perda de tempo.
Eu francamente não entendo certas coisas na política, apesar de entendê-la muito bem para que ela serve (servir de lugar para políticos existirem e retroalimentar-se). No Reino Unido não é diferente e se alguém aqui é ingênuo em pensar que governos e governantes (seja em qual esfera for) estão preocupados com o povo, sugiro que pense duas vezes. No caso, a notícia que a Inglaterra está travando uma guerra silenciosa internamente. Por quê? Por causa do elevado número de muçulmanos idiotas que insistem na discriminação de gêneros, onde alguns defendem que homens e mulheres deveriam se manter separados durante as aulas, palestras etc.
Há um texto clássico do Widson Porto Reis, dono do finado blog Dragão da Garagem em que ele questiona como era endêmica a presença da Pseudociência nas universidades. A princípio, particulares, mas isso é um show à parte e eu sei como é que funciona lá, já que fui professor de uma (não me orgulho disso, por isso que ralei peito). E como estão nas universidades públicas? Sim, porque o bando de manés adora encher a boca para falar que estuda(ou) numa federal. Isso significa algo? Como anda a ciência no Brasil?
Um dos juízes mais experientes da Grã-Bretanha disse que o rápido aumento do número de leis nos últimos anos tinha sido necessário por causa da redução do percentual de pessoas religiosas. Isso porque essas religiões norteavam a população em eu comportamento ético.
Todos sabemos que ele, o Salvador, o que veio nos trazer à iluminação chegou à Terra e nos trouxe muitos ensinamentos. Depois de aceitar sua missão ainda jovem, ele percorreu vilas, cidades etc ensinando e trazendo conforto aos corações das pessoas, dando início a uma nova religião. Estamos falando de Sidarta Gautama, o Buda, é claro. Esse, pelo menos, temos registros que realmente existiu.
Daniel Taylor é designer e como todos da sua espécie reinventa soluções desnecessárias para problemas inexistentes. Ele criou um… projeto?… que organiza, pelo menos em sua cabeça, as diferentes passagens da Bíblia que se contradizem. O resultado foi um infográfico e, como todo infográfico tosco, só é bonitinho, mas informa pouco.
Eu vivo dizendo que o Brasil está na Era Pré-Científica. Nós não voltamos à Idade Média. A bem da verdade, nunca saímos dela. Antes, Andreas Vessalivs tinha que pegar corpos escondido para estudar anatomia, porque o tosco do Galeno teve que usar cadáveres de animais, pois estudar o corpo humano era proibido, tabu, sujeito a pena de morte. Daí, Galeno escreveu um monte de bobagens que duraram séculos, como os humanos terem fêmures curvos, mandíbulas divididas em duas etc.
Existem muitas regras na Internet. A mais famosa, é a Regra 34, que diz "Para qualquer coisa na Internet, existe uma versão pornô". A Regra Crental é uma derivativa: "Se algo existir — e não for da minha igreja — é coisa de Satã".