UFA! Desde agosto não temos um Voz dos Alienados. Eu até estava pensando se ia terminar o ano sem o melhor exemplo da estupidez humana, mas eles nunca nos decepcionam… pelo menos, não nesse sentido. De qualquer forma, ia ficando triste e desolado. Poxa, Papai Noel, nem um retardadinho para eu ficar tripudiando neste final de ano? Pô, cora, dá uma força, vai!
E eis que ouço guizos, uma risada bonachona e vejo um monte de viadinhos voando pela minha janela.
– HoHoHo, Merry Xmas, Motherfucker!
– Papai Noel? Eu farei parte da Iniciativa Vingadores?
– Não! Contente-se com mais um idiota falando besteira, meu filho. Pois este será mais uma edição do Voz dos Alienados!

Nossa relação com micro-organismos é de longa data, desde quando também éramos micro-organismos. Nessa longa história evolutiva, nós e as bactérias (que eu considero seres melhores que muitos humanos à solta por aí) temos evoluído conjuntamente. Agora, análises de DNA de 21 espécies de primatas mostram pistas dessa briga, com atacante e defensor sendo selecionados mediante suas capacidades de sobrevivência.
Uma das coisas que eu mais acho maneiras são os
Eu me lembro dos primeiros celulares, hoje carinhosamente conhecidos como "tijolões". Uma coisa legal que demorava 12h para carregar e a bateria acabava em 2h. Pelo menos, hoje estão demorando menos para carregar. O de hoje são leves, versáteis (e se você bobear, a carga da bateria também acaba em 2h). São minicomputadores poderosos o bastante e com câmeras que tranquilamente substitui muitos aparelhos que antes eram grandes e desajeitados, como microscópios, ultra-sons e aparelhos para exames oftalmológicos
Tem coisas que me incomodam. Uma delas é a atual mania de ficarem mendigando atenção. Aliás, em qualquer caso isso é irritante, mas pior ainda é quando vemos o conhecimento científico implorando para ser aceito. Cientistas produzem conhecimento diariamente, produzem novas técnicas, novos materiais, novas tecnologias etc. Ainda assim, é ridículo como é necessário ficar com um pires na mão, olhos caídos, biquinho e dizendo "Por favor, acredite em nós!"
Outro dia eu estava olhando pra cima, por pura falta do que fazer. Eu estava vendo, indo bem alto, um avião de passageiros que, como sabemos, só carrega passageiros e suas malas. O que me chamou a atenção foi a linha branca que estava se formando atrás dele, reta que nem a trajetória do avião. Limpa e branca. O que seria aquilo? Bem, muitos sites têm a explicação: Aquilo são chemtrails, trilhas químicas usadas para diversos fins: controle do clima, redução de chuvas, controle de natalidade, manipulação das mentes, envenenamento de mananciais hídricos, extinção de indígenas, redução da biodiversidade e fazer gente burra se convencer que existem conspirações idiotas, feitas por grupinhos secretos que todo mundo diz conhecer.
Uma das coisas que me faz rir muito é o pessoal que fica chilicando dizendo que os novos filmes de Guerra nas Estrelas (Star Wars my ass!) serão um fracasso. Também disseram isso quando a Disney comprou a Marvel (e eu chamo carinhosamente de Disvel). Hoje, vemos o poderio que são os filmes baseados nos heróis da Marvel, que faturam infinitamente mais que os quadrinhos. O pessoal parece que esqueceu uma coisa simples: Disney INVENTOU o cinema de animação! Inventou a técnica que usava fundo amarelo e um prisma que separava a cor amarela das outras cores, podendo fazer um perfeito chromakey, que foi usado no filme Mary Poppins, de 1964.
Sim, estamos falando de uma mutação. Não, ninguém aqui está falando dos X-Men, Mas em como a Natureza faz as suas caquinhas. O gigantismo é uma zueira que a glândula pituitária faz, secretando o hormônio de crescimento (growing hormone, GH) em excesso. Às vezes, isso começa a acontecer já na idade adulta, pois a zueira nunca acaba. Nesse caso particular, é chamado "Acromegalia". Isso é causado pela produção exagerada do GH e do IGF-1 (Insulin Growth Factor); e em 98% dos casos, essa produção está associada à presença de tumores benignos na hipófise.
Eu tinha escrito, há algum tempo,
A bem da verdade, bons mamíferos que somos, jamais éramos parta continuar bebendo leite ao longo dos anos. Intolerantes à lactose seriam a regra e não a exceção hoje em dia, mas houve algo que mudou isso. Claro, se houvesse evolução, a maioria de nós seria tolerante à lactose (como somos), mas somos um processo desenhado por um projetista inteligente, que nos deu partos dolorosos e dores na coluna por causa de nossa posição ereta.