Eu acho muito interessante ver aparelhos médicos e científicos que nossos avós usavam. Muito fascinante. Me chama muito a atenção a plague mask, junto com um traje característico, como observado aqui ao lado, usado por “médicos” que perambulavam verificando as pessoas que estavam doentes, que podiam estar doentes, que não estavam doentes e poderiam desenvolver a doença. Eles usavam essa imensa máscara com uma espécie de bico curvo e lentes de vidro nos olhos. O bico curvo era enchido com especiarias, menta, canfora, uma esponja embebida em vinagre, pétalas de rosa ou uma mistura disso tudo, para protegê-los dos humores malignos exalados pela doença. A figura tinha profundo impacto psicológico, pois já anunciava a quem visse que havia alguém bem doente ali e era para manter distância.
Imagine se você quisesse ver alguns desses equipamentos, e até comprar alguns. Bem, se você for até Nova York, poderá ter esta experiência.
Continuar lendo “Uma coleção com antigos instrumentos médicos para você chamar de seu”

Eu fico tão feliz quando temos Ciência fazendo milagres, melhorando nossa qualidade de vida e revolucionando o mundo! Seja gente pelada se masturbando em praça pública, ou na macaquinhos performance, ou ainda latindo (pelados, claro) nos corredores das universidades. Infelizmente, tem uns desocupados que gastam verbas e mais verbas com coisas de menor importância. Um perfeito exemplo disso são os desocupados que resolveram que diabéticos têm uma vida muito sofrida, como se isso fosse desculpa para não dar atenção aos nossos camaradas do Tibet.
O cérebro, este órgão troll, é uma das mais fascinantes (e sacanas) obras da Seleção Natural. Ele fica sonolento quando você está a fim de ver aquele filme, e quando vai se deitar, ele desperta e você fica elétrico. Mais que isso, ele fica com aquela leseira de manhã cedo, ou te acorda muito bem disposto às 4 da matina num domingo, quando você não precisa levantar cedo. Teólogos que eu não entrevistei – e estou inventando agora – alegam que isso é por causa do pecado original.
Crianças são muito sujeitas a doenças. Isso porque seu sistema imunológico ainda está em formação. Mas existem doenças que são por pura culpa nossa mesmo: Obesidade, por exemplo. Claro isso não é uma regra absoluta.
Eu sou um homem velho. Me lembro do seriado (na minha época, eram chamados assim, e não “série”) do Homem de 6 milhões de dólares (que a dinheiro de hoje vale mais em moeda brasileira do que na época que foi lançado). De acordo com o seriado, ele enxergava que nem a gente. Já, no século XXIV, a tecnologia parece que ficou pior, posto que o tenente-comandante Geordi La Forge usava o VISOR e enxergava uma algaravia de cores, que ele conseguia interpretar muito bem.
Papagaios são excelentes criaturas. É engraçado vê-los falando, ou melhor, imitando o som que nós fazemos. Suas belíssimas cores são um atrativo a mais, além daquele bicão curvo, excelente para arrancar nacos de carne da gente, quando algum mané cisma de ir brincar com o bicho.
Quando eu vi a notícia que Madre Teresa de Calcutá foi canonizada não me impressionou em absoluto. Conhecendo bem o histórico da Igreja Católica Apostólica Romana, ICAR for short, fica fácil entender como ela foi canonizada tão rapidinho, ainda mais se conhecermos além da imagem de missionária devotada, mas nos apegarmos a fatos. Quem era Madre Teresa, e por que ela ganhou status tão rápido?
O Brasil que odeia Ciência tem zilhões de especialistas, mesmo sem serem especialistas em bosta nenhuma. Como eu falei no vídeo sobre
A sabedoria popular, que muita das vezes se mostra burra, criou frases de efeito, em que muitas delas acabam parando no principal meio de divulgação de cultura: para-choques de caminhões. Sabem aquelas frases de efeito tipo “quando acerto ninguém se lembra, quando erro não me deixam esquecer”? Bem, talvez nesse caso seja uma verdade, e isso pode ter explicação científica.