O que está escondido na medicina tradicional chinesa?

Há a onda de muita gente ter mania de ser natureba e odiar química, numa frase que, em si, não faz o menor sentido. Uma das piores coisas que tem é dor. Eu odeio sentir dor. Não que eu seja molenga, até que suporto bem dores, mas por que ficar sentindo dor desnecessariamente, só porque a "indústria farmacêutica ganha trilhões de dólares todos os anos por causa do sofrimento alheio blábláblá". Ganham? Ótimo! Assim, têm verba de pesquisa para pesquisar outros medicamentos.

Agora, médicos se perguntam o que podem aproveitar da chamada "medicina tradicional chinesa". E isso leva a um pensamento errôneo.

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Açúcar é pior que tabaco, dizem cientistas

Toda vez o açúcar volta à baila. No artigo Sódio é o novo açúcar, eu contei a história de como o açúcar foi divulgado como um maníaco psicopata, envenenando qualquer coisa à sua frente, uma espécie de Lucrécia Bórgia em nível molecular. Depois, ele foi tido como extremamente benéfico, mas agora virou o principal responsável de um mal que afeta não só adultos, mas crianças também: a obesidade,

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Ruídos, mineiros, fantasmas e alucinações

No artigo imediatamente anterior, eu comecei falando sobre como a Humanidade deixou uma das maiores marcas de sua presença no mundo: poluição. Não apenas em termos de petróleo derramado, mas outro tipo de poluição: barulho. Pode-se dizer que não há mais nenhum lugar na Natureza onde em algum momento do dia não haja um som produzido por algum invento humano. Mas como é nossa relação com o barulho e outras manifestações sensoriais? O que aconteceria se vivêssemos num ambiente desprovido de sensações?

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Nova técnica usa terapia genética contra cegueira

O mais importante dos sentidos, com certeza é o tato. Sem ele, estaríamos incapazes de perceber o perigo à nossa volta, nos machucaríamos, quebraríamos ossos e nada sentiríamos. Ainda assim, a visão é o sentido mais lamentado por se perder. A perda do tato não nos permite sentir nossos entes queridos e interagir com o mundo, mas deixar de ver o mundo também é deplorável, apesar de eu achar que qualquer sentido que se perca fará uma imensa falta.

A Ciência corre cada vez mais rápido e a meta é tentar fazer o milagre de fazer cegos enxergarem (de verdade e não mandingueiros trapaceiros que pagam gente para se fingirem de cegos). A ferramenta está em nós mesmos, então, as pesquisas apontam o uso de terapia genética.

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Bispos, ciscos e ignorância intencional em Ciência

Sendo um agente da NSA, eu preciso ter informações de todos os cantos do mundo. Um dos meus espiões me trouxe uma magnífica postagem do bispão Macedo, el Magnífico! (obrigado, Cristiano).

No magnífico e estupendo centro de informações, o querido Bispo publicou em 2012 para se ter cuidado com o que pode parecer um simples cisquinho, mas há algo sinistro e nefasto por trás dele. MUAHAHAHAHAHA!

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Problemas com gravidez? Troca logo o útero, como fizeram na Suécia

Problemas de gravidez é algo muito grave. Dada a gravidade da situação, médicos da Suécia resolveram que não era para brincar em serviço e radicalizaram de vez! Testaram uma nova técnica em nove mulheres, que receberam um presentão para depois tentarem um presente ainda maior: um útero, no primeiro tipo de transplante desse tipo.

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Governo dos EUA pretende regulamentar transplantes de mãos e rosto

Transplantes foram uma das maiores conquistas da ciência médica. Milhões de pessoas conseguiram viver mais tempo por causa deles. Hoje, além de coração, fígado, pulmão, rins, pele, córneas etc, conseguimos desenvolver técnicas para transplantes de mãos, braços, pernas e até mesmo rostos. Entretanto, transplantes de mãos e rostos são um pouco mais complexos do que os outros órgãos. assim, o governo norte-americano estuda criar novas regulamentações para esses procedimentos.

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Inventada técnica não-invasiva de detecção de malária

Malária, políticos e pastores safados, como qualquer doença parasitária, são um enorme problema, que normalmente ataca a pobretada. Quem mora na Barra da Tijuca muito dificilmente contrairá malária. No máximo, serão vizinhos dos outros dois. Sua determinação é feita através de exame parasitológico do sangue em gota-espessa, cujo resultado sai entre 20 minutos a pouco mais de uma hora (maiores informações no PDF do manual de diagnóstico laboratorial editado pelo Ministério da Saúde).

Obviamente, você irá me perguntar: "André, ó, André! Seria possível ter algum método de detecção da malária sem ter que tirar sangue do paciente?"; e eu vo-lo responderei: Eu vos dou A CIÊNCIA!

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A cura iluminada do cérebro

Em abril de 2013, o governo dos EUA deu o chute inicial a uma iniciativa inovadora. Infelizmente, o corte de verbas impediu de se construir um porta-aviões que voa, então, os caraminguás foram para outra coisa: explorar o cérebro, no que ficou conhecido como Iniciativa BRAIN, que originalmente tinha como meta restaurar memórias perdidas em veteranos de guerra, mas acabará fornecendo ferramentas aos cientistas para entender melhor no que se passa na cabeça das pessoas, estudando os circuitos cerebrais individuais. Para isso, estão usando uma ferramenta t~]ao complexa e tão simples ao mesmo tempo: luz.

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A tecnologia que vingou CSI

Eu gosto muito das séries que mostram laboratórios forenses, como a coletânea CSI, Bones, Body of Proof etc. Me divirto não só com o roteiro como com as soluções mirabolantes que nunca passariam num tribunal por serem, no mais das vezes, provas circunstanciais (não que provas circunstanciais não mandem pessoas pra cadeia, independente se são culpadas. Ganha quem tiver o melhor advogado). às vezes inventam tecnologias que não existem ou processos sem o menor embasamento científico ou como se usar um espectrofotômetro de massa ou um RMN fosse a coisa mais trivial do mundo.

Não raro, sempre se deparam com alguma câmera de vigilância ou foto tirada por celular de 1,99, mas acabam obtendo detalhes límpidos e claros, que levam à prisão do meliante. Ficção? Mais ou menos, pois um grupo de pesquisadores parece que conseguiu o que parecia algo risível nas séries: reconhecimento facial de rostos que apareceram refletidos em pupilas que tinham sido fotografadas.

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