Governo dos EUA pretende regulamentar transplantes de mãos e rosto

Transplantes foram uma das maiores conquistas da ciência médica. Milhões de pessoas conseguiram viver mais tempo por causa deles. Hoje, além de coração, fígado, pulmão, rins, pele, córneas etc, conseguimos desenvolver técnicas para transplantes de mãos, braços, pernas e até mesmo rostos. Entretanto, transplantes de mãos e rostos são um pouco mais complexos do que os outros órgãos. assim, o governo norte-americano estuda criar novas regulamentações para esses procedimentos.

As técnicas de transplante de mãos e rostos ainda estão no início, e já fizeram a diferença na vida de muitas pessoas;mas precisamos entender alguns detalhes que não são percebidos à primeira vista.  Estamos falando aqui de algo particular. Um rim não determina quem é quem. Já o rosto e as mãos são partes de nosso de reconhecimento interpessoal. Isso segundo EEPI (Estudos Estatísticos de Pesquisas Inventadas, vulgo, "palpite"), causa problemas na hora das pessoas decidirem pela doação.

Essas técnicas são novas e têm muitas implicações. Dessa forma, o governo dos EUA pretende criar regulamentos que permitam as pessoas a optar como doadores para o rosto, mãos e outros transplantes de reconstrução, nos mesmos molde como se faz com outros órgãos, mas com algumas diferenças, principalmente por causa do exposto no parágrafo anterior.

Se conseguir doadores para os órgãos mais, digamos, corriqueiros, já é difícil, conseguir doadores para rostos e mãos deve dar um pouquinho mais de trabalho de convencimento para com a população. Até que ponto o fanatismo religioso atuará nisso? Bem, eles são contra até doação de sangue, então não deve ser muito diferente, e não se espera alguma coisa mais intensa.

Com quem recebe, também será algo a ser trabalhado. A pessoa tinha um rosto, uma identidade, antes. Por algum caso fortuito, sua aparência ficou transformada, seja por doença ou acidente. Então, depois da operação, a pessoa terá uma terceira identidade. Olhará para as mãos e não as reconhecerá como suas. Suas impressões digitais serão outras. Para fins legais, seria outra pessoa? Como todos a verão? Muito complicado isso, como complicado foi o primeiro bebê de proveta, que os maníacos diziam gerar uma legião de anti-cristos sem alma e que o mundo ruiria no Armagedon. Deu no que deu.

Cabe aos governos, não só dos EUA como de todos os demais, criar mecanismos e regulamentos para facilitar o processo. Brasil? Vamos deixar pra lá, por enquanto.


Fonte: The Verge

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