Ontem o pessoal teve a triste notícia do passamento do ator e comediante Robin Williams. Vítima de severa depressão, Robin, ao que tudo indica até agora, suicidou-se enforcando-se com um cinto no pescoço, e tendo cortes superficiais nas partes internas do pulso esquerdo. O ator resolveu dar fim ao seu sofrimento, sua enorme tristeza, com sua vida e todos nós lamentamos muito.
Todo mundo começou a compartilhar que depressão é uma doença séria e precisa ser encarada com essa seriedade. Não é uma questão "tô tristinhu!". Grupos de ajuda foram divulgados etc. Mas Robin ainda está morto e ninguém fala por ele. Digo ELE, ele mesmo. A questão é: Podemos realmente dizer que ele não podia se suicidar? Temos mesmo que forçá-lo a fazer o que não quer (a saber: continuar vivendo)?
Continuar lendo “Quando é hora de dizer adeus… Para sempre!”

Eu diria que deve se uma bela porcaria, mas não sou profissional dessa área, então, minhas opiniões têm pouca relevância. Como eu não sou médico nem trabalho em Harvard, só posso trazer o trabalho de pesquisadores que apontam que astronautas vivem em alto stress e possuem graves níveis de privação de sono, o que fatalmente pode ser fatal, ou bem desagradável, colocando a vida de todos os tripulantes em perigo.
Não é só brasileiro que tem problemas de automedicação. Aliás, o problema vai além disso, quando médicos acham que para tudo podem usar antibióticos. Uma pesquisa aponta para um aumento global e alarmante no uso dos antibióticos. Isso não está fazendo ninguém mais saudável e, pior ainda, ninguém avisou à Natureza que Evolução não existe; por isso, ela contra-ataca fazendo bactérias mais resistentes.
Existem muitas doenças por aí. Algumas tão lindinhas que fariam você sair correndo, aos berros! Coisas lindas como o ebola, varíola (erradicada), sarampo (
Drogas sempre são um assunto complicado. Eu, de minha parte, tenho um lugarzinho no meu coração para o pessoal que usa e trafica drogas lícitas e/ou ilícitas. Com as licitas, não há muito o que se fazer. Com relação ao tráfico de drogas ilícitas, eu defendo que usuários sejam presos em instituições e traficantes devem ter pena de morte nas fuças. Com drogas lícitas (álcool, tabagismo etc), usuários compulsivos deveriam estar num país só deles
Um dos principais problemas do corpo humano é a dificuldade de reposição de peças. Imaginem: você tem u problema no braço, joga fora e coloca um novinho, zero quilômetro. Isso ainda não é possível para com os braços e pernas, mas outras partes não têm este problema, como é o aso de tornozelos, por exemplo, aquela parte linda que zagueiro trombador adora dar pisão.
Louis Braille podia ser mais um cego no século XIX, dependente de outras pessoas. Tendo perdido a visão aos 3 anos de idade, Braile podia ser um desses mimizentos que reclamam da vida, sem nem poder ter acesso à leitura e/ou escrita. Anda assim, ele ingressou no Instituto de Cegos de Paris e, aos dezoito anos, tornou-se professor de lá. Ele se inspirou na técnica de usar "pontos e buracos" inventado por um oficial para ler mensagens durante a noite em lugares onde seria perigoso acender a luz, Braille melhorou o sistema, de forma que cegos pudessem escrever textos e ler livros. Em 1829, ele publicou seu trabalho e, assim, foi criado o Sistema Braille.
Eu sei, psicologia é coisa de maluco! Mas como é a psicologia na visão de psicólogos, malucos, doentes mentais, e do pessoal do melhor podcast de Ciência do Universo (ainda mais porque eu faço parte dele)? Nesta edição eu, o Senhor das Estrelas, e coadjuvantes conversamos sobre tudo o que anda na cabeça alheia.
A mulher em dores excruciantes adentra o hospital… o que poderia se chamar de hospital aquele açougue. Sem suturas, sem instrumentos cortantes decentes, sem esterilização, sem antisséptico. Aquilo era o Inferno na Terra. Não, não estamos falando do Brasil. A mulher em trabalho de parto estava recusando qualquer tentativa de socorro. Ela só queria ser atendida por uma pessoa. Não uma pessoa qualquer, mas uma figura lendária. Tão lendária que nem sabemos com certeza se existiu. Tão lendária que a história acima descrita pode nem ter ocorrido. Mas o nome da pessoa ainda permeia a História.
Analfabetismo científico é um termo que se refere ao baixíssimo conhecimento de termos, expressões e significados científicos ou mesmo o entendimento do que e Ciência. Algo como o Diogo Mainardi, Reinaldo Azevedo e o Roger do extinto Ultraje a Rigor, criticando o Miguel Nicolelis,