Analfabetismo científico é um termo que se refere ao baixíssimo conhecimento de termos, expressões e significados científicos ou mesmo o entendimento do que e Ciência. Algo como o Diogo Mainardi, Reinaldo Azevedo e o Roger do extinto Ultraje a Rigor, criticando o Miguel Nicolelis, o cientista Kickboxer que não deixou pedra sobre pedra.
Em uma notícia saída na Folha, fiquei sabendo que muitos brasileiros têm sérios problemas de ler uma simples bula, por simplesmente não serem capazes de entender o que tem lá. Claro, isso esconde mais detalhes do que aparenta.
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O Brasil tem sérios problemas. Um deles é exatamente ser o Brasil. Ontem foi inauguração da Copa do Mundo; e, cá pra nós, que LIXO! Meia dúzia de gato pingado parecendo alguma mostra pedagógica de colégio de periferia, com ents, garoto índio vestido como um maia (não perguntem) e ainda reclamam que gringo pensa que aqui é só mato, selva e bundas rebolantes. Pior! Nem passista de escola de samba tinha. Pelo menos, colocassem o
Um dos artigos que mais gostei (dentre uma saraivada deles), é o da
Ao que tudo indica, o artigo que eu postei ainda há pouco sobre
Convenhamos, envelhecer é muito legal quando se quer comprar coisas ou ir a lugares 18+, mas com o passar do tempo, vemos que pagamos um preço caro por isso, já que de boazinha, Mãe Natureza está mais para madrasta dos Irmãos Grimm. Não era para vivermos tanto assim, e como estamos vivendo mais e mais, graças unicamente (desculpem, mais uma vez) à Ciência, vemos problemas que muitos de nossos ancestrais jamais conheceram, como o Alzheimer.
Eu sou um cara feliz. Feliz por dois motivos. Um porque sou um beta. Não tenho as grandes preocupações dos alfas, responsáveis por conduzir a nossa sociedade e nação; mas também não sou como os gama. Olhem só para eles! Em segundo lugar, fico muito contente de não viver num mundo que sofre mudanças. Nosso querido universo fixista faz com que não tenhamos doenças nem tenhamos que nos deparar com situações drásticas, como ver bactérias evoluindo e se tornando imunes a antibióticos, e é por isso as erradicamos todas.
Há regras não escritas no universo. 1) Um pai fará qualquer coisa por seu filho. 2) Nenhum químico aceita "não" como resposta. Junte as duas coisas e teremos uma batalha épica, pois não existem limites quando se tem força de vontade. Esse é o caso do químico Bryan Shaw, que viu seu filho amargar a cirurgia de retirada dos olhos, ou o câncer iria passar ao cérebro do menino de 3 anos.
Bom dia. Eu sou o Juiz e julgarei o que deve ser julgado. Para os devidos fins, declaro que o réu não tem o direito de se pronunciar. Nós sabemos bem quais são os seus crimes, algo tão hediondo que jamais lhe falaremos. A partir de agora, vocês, da Fundação Oswaldo Cruz, terão que parar de fazer experimentos com animais e… Por quê? Como ousa perguntar o por quê? Porque sim! Afinal, os chefes para quem trabalhamos, antes de darem uma ordem como esta, devem estar devidamente informados das razões que a motivam. Não pode assim haver qualquer engano.
Não há lugar como nosso lar e não há fabulista como Esopo. Suas obras lindas e histórias sagazes de fundo moral ajudaram a moldar a infância de muita gente, antes da chegada das pedagogas e seus mundinhos politicamente corretos.