
Com a morte de George Floyd por um policial, houve uma onda de protestos, quebra-quebra e o pior do ser humano sendo aflorada. Nisso tivemos atitudes idiotas, como os “protestadores” protestando ao destruir estabelecimentos de outros negros e ameaçando pessoas, com um monte de gente defendendo isso pois… por que não, né? Surge daí ideias absurdas como destruir patrimônio público, externando rancores contra a classe dominante de preconceituosos, destruindo monumentos que façam menção à escravatura, guerras e genocídio.
Chegaram a até mesmo pichar uma estátua do Gandhi e remover a estátua dele de Manchester, apagando de vez a História, o tipo de coisa que qualquer inglês da década de 50 concordaria totalmente. Isso leva a um pensamento geral: ”destruam todos os monumentos de quem eu não gosto”, só que isso nos dá uns probleminhas.

Todos nós pensamos que para se publicar um artigo num periódico com revisão de pares (também chamado peer review ou “periódico indexado”, mas carinhosamente chamados de “papers”) era preciso altas pesquisas, artigos seriíssimos, análise de dados aprofundados. Bem, não é que não precise. Precisar, precisa. Mas sempre tem aqueles que resolveram dar um balão, chutar o pau da barraca e mandar pra frente. Às vezes, conseguem seus intentos; sendo que alguns deles são bem lacônicos. Alguns, lacônicos até demais.
Michelangelo di Lodovico Buonarroti Simoni. Não apenas um artista, mas pintor, escultor, arquiteto, desenhista e gênio. Um dfos grandes nomes da Renascença.
Talvez por culpa de nossos livros de ciência, pensamos que nossos ancestrais formaram uma escadinha evolutiva. Aquela fila não é bem a realidade; na verdade, os ancestrais estão em diversos galhos evolutivos, e muitos desses galhos cresceram juntos, um paralelo ao outro, e o mínimo que podemos esperar é que vários hominídeos tenham convivido.
Seres humanos são mamíferos. Ok, nada demais nisso. O nosso diferencial de outros mamíferos é que nós criamos gado leiteiro para nos suprir de leite. Não que criar outros seres vivos para a própria alimentação seja exclusividade humana, já que formigas também fazem isso. O problema é que não éramos para continuar ingerindo leite e seus derivados. Só conseguimos fazer isso graças a uma mutação que nos deu capacidade de quebrar a lactase em açúcares menores. Lá pro ano 10.000 A.E.C., uma mutação virou este jogo, e em algum lugar perto do que hoje é a Turquia, um grupo de pessoas desenvolveram a capacidade de digerir lactose mesmo depois de adulto (Evolução só acontece em populações, nunca em indivíduos isolados).
E durante a semana do carnaval, tivemos muitas notícias. Algumas boas, outras ruins, outras nem tanto. Se bem que isso acontece todas as semanas, mas o importante mesmo é que eu pude tirar uns dias de folga. Não, não pulei carnaval. Fiquei em casa, sem risco de ser assaltado ou atropelado por um monte de gente, pagando caro em garrafa de água sem geosmina ou ser contaminado pelo coronga vírus.


