Na quinta noticiamos que margarinas serão proibidas no Rio de Janeiro. Na sexta noticiamos que o prefeitosco Marcelo Crivela vai instituir atendimento médico usando um palantìr ou coisa que o valha. Aí você se senta para apreciar o sábado, achando que já chega de loucura esta semana.
ERROU, MISERÁVER!
Agora uma pesquisa que xingou muito num artigo científico reclamou da misoginia e sexismo nas exposições de museus, preferindo por dar mais ênfase a fósseis machos.
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Todo mundo sabe que Rio de Janeiro não é pra fracos. Eu rio muito quando paranaenses falam que moram na Rússia Brasileira, quando não aguentariam 20 minutos aqui. Ciente de como a vida nas favelas é complicada por causa da ação de criminosos – e montar postos de saúde lá acarreta em gastos com o posto, profissionais, segurança e cimento para tampar os buracos de bala –, o prefeitosco do Rio, Marcelo Crivella teve uma brilhante ideia, enquanto escapa pelos pingos de chuva de seu impeachment: Que tal médico a distância? Sim, claro. Coo ir até a favela é perigoso, o lance é fazer atendimento não-presencial. O que poderia dar errado?
Nada mais inútil que esses prêmios de “Professor do Ano” ou “Professor Nota Mil” ou bobagens neste sentido. Motivo? Normalmente, quem ganha é alguém tosco que nem se compara com um pobre desgraçado com 70 alunos em sala de aula numa escola pública dentro de favela. Em 2017, uma tia ganhou prêmio por dar aula de língua indígena para 15 criancinhas no interior de Rondônia. Grandes merdas! E os outros premiados não são lá essas coisas também.
O Millôr dizia que quando o primeiro espertalhão encontrou o primeiro otário, nasceu a primeira religião. Religião sempre foi uma forma ótima de separar os otários de seu dinheiro, e não estou nem levando em conta da exploração de senhoras humildes, querendo um cantinho no Céu. Estou falando de gente com mais dinheiro que juízo que compra qualquer merda, principalmente quando tem religião no meio.
Eu não sei o que é um médium honesto. Dizem que existe, que normalmente eles são amigos dos fantasminhas, mas estou em dúvidas. O brasileiro não é melhor nem pior que o resto da humanidade, em que é capaz de acreditarem em cobras falantes do que em Evolução ou em vacinas. Aqui se dá comendas a rezadeiras, e chamam médicos de vagabundos quando não querem ir pros cafundós do Judas trabalhar sem salário. Daí me aparece o Fernando de bem com a vida, que agora está prestes a ver ispritus nascerem quadrados.
Eu estava vendo algo para postar. Daí dei de cara com algumas pesquisas que seriam dignas do igNobel. outras que são interessantes, mas “meh”. Eu não achei efetivamente nada que merecesse muito a minha atenção, então eu pensei: hoje é sexta, vamos descontrair e ler o que alguns malucos andam escrevendo por aí.
O mundo é louco e desmedido. Por mais que eu fique zuando às vezes, tem notícias que me faz pensar “que merda deu na humanidade?”. Se bem que eu paro mais dois minutos e chego na conclusão: “Çaporra sempre foi assim, principalmente depois que surgiu a Humanidade”. Não que outros animais não ajam feito animais (DSCLP), mas animais não inventam merda de desculpa furada, como é um caso de um maníaco de 54 anos que achou uma excelente ideia estuprar a neta de 7.
Existem boas ideias, ideias medianas, ideias ruins, ideias estúpidas, ideias completamente retardadas e tem a fabulosa ideia de invadir a Rússia, principalmente no Inverno. Com a Aventura Humana mirando outros mundos, como o Projeto Artemis indo em direção à Lua, é preciso que tenhamos logística. Normalmente, a logística esbarra num problema dos mais básicos e mais problemáticos (DSCLP): oxigênio. Eu culpo Darwin, que nos deu a necessidade de termos certas quantidades do gás em nosso sangue para produzir as reações químicas tão importantes que precisamos, enquanto nos mata lentamente.