Qualquer postagem sobre mudanças climáticas acarretam sempre em algum mané perguntando como seria possível nós mudarmos o clima, que o Homem não é isso tudo e blábláblá Molion blábláblá Felício diz que não existe camada de ozônio blábláblá Jô Soares é melhor fonte de pesquisa que a Nature blábláblá. A verdade é que não só temos essa capacidade como já a fizemos com a invenção da agricultura, onde já no tempo do Império Romano a humanidade já vinha causando impacto ambiental e climático. Mas eu é que tenho fé, mesmo postando trezentas milhões de fontes, enquanto que a verdade é dita em programas de entrevista na TV.
As pessoas estudam muito, mas parecem nunca ter estudado que nossa marca no planeta é tão grande que nos tornamos um marco. Fomos o início de uma nova era geológica: o Período Antropoceno.

Caminhando pelos caminhos tortuosos desse mundo esquecido por Hades, me deparei com um artigo que questionava o impacto que a reciclagem de latinhas de alumínio traria em termos de redução de poluição atmosférica. Será mesmo que reciclar aquela latinha de refri ajuda o ambiente? Ou o problema está no nosso modo de vida?
Tudo bem, eu confesso: não achei que o Romário, eleito deputado federal pelo Rio de Janeiro em 2010, fosse fazer algo digno de nota. Bem, eu mordo meus dedos já que, de fato, ele propôs algo bem legal: a facilitação de importação de materiais direcionados para a pesquisa científica.
Existem muitos conceitos por aí. No mais das vezes, não passam de conceitos, sem aplicação real de uma forma ou de outra. Um exemplo disso é a "liberdade de expressão", onde você, em tese, teria salvaguardado seu direito de se exprimir, nas conformidades da Lei, claro. Claro que isso não implica em ofender a honra de alguém ou uma categoria, como dizer que a diferença entre polícia e bandido é a farda. Eu jamais ofenderia a classe policial, mesmo tendo tido voz de prisão certa vez por ter socorrido uma pessoa que foi surrada. Na mente do seu puliça, se eu estava socorrendo é porque EU tinha sido o perpetrador da surra.
Antes de mais nada, devemos salientar a importância das religiões como sendo guias morais e fundamento ético de qualquer sociedade, onde seus seguidores sabem da importância do convívio, relegando aos não-crentes a decadência na barbárie. O Islã é a pérola do Oriente e fiel seguidora dos princípios pacifistas do pedófilo, digo, misógino, digo, profeta Mohammed. Por causa de um filme de baixo orçamento, os Camelinhos de Allah mostraram toda a calma e temperança de sua religião, começando um imensa quebra-quebra, com mortos e inúmeros feridos. O que diabos está acontecendo?
O Ministério da Verdade paulistano é cioso de suas obrigações. Essa onda de cultura e informação não é algo para se deixar solta. Vai que alguém, sei lá, comece a questionar o mundo? Daqui a pouco teremos o quê? Apelo à Liberdade? Nós, betas, não queremos pensar nisso. Acabei de tomar meu soma e estou aqui na minha, deixando que as grandes decisões sejam tomadas pelas suas fordezas que enviaram a Polícia do Pensamento para conter os vazamentos e se o senhor Guy Montag não nos trair, teremos êxito!
Não há nada mais contraditório que o termo "talibã", que em pachto significa "estudante". Não que o termo tenha qualquer relação com pessoas que realmente estudem algo diferente do que os mulás mandam, mas que soa esquisito, soa. Esta corjazinha ignara é contra tudo, só faltando ser contra o ato de ser contra algo, mas eles gostam de ser a favor de serem do contra. Conseguiram entender? Beleza, eu também não.
Eu sempre me admirei com o MEC… No mau sentido. Que é público e notório que os epsilons que trabalham lá entendem tanto de Educação quanto meu hamster com Síndrome de Down, todo mundo sabe; mas eu já estou pensando cá comigo se é realmente vantagem ser um beta.
Longe de ser alguma espécie de roteiro turístico em países comunistas (ainda existe algum?) ou algum sistema de acompanhantes de nome Stalin Scorts, todo mundo está com curiosidade sobre a
Mais uma vez, estamos na maravilhosa situação que é sempre “mais do mesmo”. Já estamos com os resultados do IDEB, o Índice de Desenvolvimento da Educação Básica, referente ao ano de 2011. Ele mostra como “melhoramos” na área educacional, o que pode ser visto diariamente e todas as escolas. Sério, alguém aí só pode estar de sacanagem.