Pesquisa diz que não se morre tanto assim no Everest

O Everest ainda é um imenso desafio por ser o ponto mais alto da Terra, o chamado “Teto do Mundo”. Vários idiotas aventureiros resolveram testar seus limites, acabando por ficar pelo meio do caminho. Outros chegam lá em cima, tiram uma foto e voltam pra casa, depois de quase morrerem em alguma avalanche, terremoto ou hipotermia. Não sei o que se tem a comemorar com isso. Acho mais vantagem sair pra trabalhar e voltar de noite sem ter sido assaltado.

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Angola dá um pé na bunda da Igreja Universal

Os promotores de Angola perderam de vez a paciência Igreja Universal. Nada menos que sete edifícios da IURD foram apreendidos na mão grande e botaram todos os pastores, bispos e mandantes pra fora, expulsando todo mundo dali. Motivos? Pouca coisa: fraude fiscal e outros crimes dando um balé nos impostos; mas não é só isso. A sede angolana já não se entendia direito com a matriz brasileira.

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Placebo ajuda a acabar com o estresse mesmo em pessoas que sabiam estar tomando placebo

Todo mundo conhece placebos, embora nem tanto quais os mecanismos por trás deles. O que se sabe é que ele funciona, inclusive em animais e em idiotas que acham que fosfoetanolamina cura câncer e cloroquina cura coronga em quem não tem coronga. Placebo funciona até quando você sabe que é placebo, e isso ficou evidenciado quando pesquisadores estudaram a redução de marcadores cerebrais de estresse emocional por meio de placebos. Sim, a pessoa reduz o estresse emocional com placebos, mesmo sabendo que estão tomando placebos.

A mente é algo bem bizarro

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Deputada cria lei para torturar presos lendo a Bíblia

Foi aprovado um projeto de lei aprovado pela Assembleia Legislativa do Maranhão (que os idiotas do G1 acham que o acrônimo seja Alesp) visando melhorar os presidiários. A maravilha? Torna obrigatória a leitura da Bíblia por parte dos bandidos que estão presos. Eu até entendo vagabundo ir em cana por ser bandido, mas alguns castigos são exagerados.

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Pesquisa aponta por que professor rala peito da educação em tempos de COVID-19

Com a pandemia e o Coronga à solta, um grupo que tem sido impactado é os professores. Alguns imbecis, idiotas e acéfalos que fazem muito, mas não mais que traduzir trabalho dos outros acham que é OK liberar os colégios no meio de uma pandemia, e só não o fazem porque professor tem sindicato. Sim, aquele sindicato que nunca consegue um dissídio que seja minimamente próximo da inflação (oficial. A inflação real a gente nem menciona mais).

Isso está acarretando vários professores largando o trabalho (lá fora. Aqui, pessoal está mendigando emprego). A pergunta é: por quê? É o que uma pesquisa procura responder e entender as razões pelas quais os professores deixam a profissão em tempos de COVID-19.

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As idiotas programações de TV com um objetivo verdadeiro

Eu pus artigo sobre jornaleiros idiotas chamando leigos para dar palpites sobre coronavírus, pandemias, quarentenas etc. quando chamam especialistas, é apenas para seguir a máxima “tragédia vende”, sendo que informação fica em último lugar. Mas quem disse que veículos de informação servem para dar informação? Sim, eu sei que é chocante, mas veículos de informação não existem para informar, mas para vender seus produtos. Mas eu queria salientar outras coisas, que até caberiam no artigo anterior, mas eu tive um bom motivo*.

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Casal é impedido por funcionária malvada de batizar a pobre criancinha com nome fofo

Algumas ideias são bizarras demais e, por isso mesmo, são divertidas. Outras são completamente sem-noção. Algumas são completamente estúpidas e retardadas. Eu, sinceramente, não sei como classificar a ideia que um casal britânico teve mediante o nascimento de seu primeiro filho.

Qual a ideia? Pouca coisa. Eles só resolveram batizar seu filho de “Lúcifer”. A funcionária do escritórios de registros não pareceu achar uma boa ideia e isso acabou em briga jurídica.

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Respostas da primeira enquete do Ceticismo.net

As pessoas gostam de citar Steve Jobs, que fazia menção a Henry Ford quando este dizia que se fosse ouvir seus clientes não produziria carros, mas cavalos mais rápidos. O mesmo Henry Ford que dizia que você poderia escolher o carro deles na cor que quisesse, desde que fosse preta. Pouco depois ele lança carros de outras cores, na mesma medida que o iPhone não estava sendo pensado para (nem iria ter) aplicativos. Preciso continuar?

Ouvir as pessoas de vez em quando é bom. Não que toda ideia que lhe deem seja uma boa ideia, mas isso nem significa muito já que nem as minhas próprias ideias são um festival de acertos. Sendo assim, eu propus a primeira enquete. Vamos ver o resultado?

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Adolescente é assassinada por mãe louca

As pessoas são burras, e eu canso de falar isso. Nos piores períodos da História aflora-se o pior das piores pessoas. De vez em quando, aflora o pior até das melhores pessoas. Voltando ao ponto da primeira frase: as pessoas são burras, extremamente burras. Num mundo que há festa do sarampo, com mães levando seus filhos para se contaminarem e criarem anticorpos, porque não querem pagar pelas vacinas (especificamente, nos EUA) alguém bem idiota acharia que esse tipo de gente ficaria mais inteligente no meio da pandemia de coronavírus.

Carsyn Davis, de apenas 17 anos, teve um vislumbre do quanto as pessoas podem se idiotas, mas não teve tempo de ser testemunha disso. Ela morreu. Morreu, não por causa do coronga, mas pela loucura alheia.

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A odiosa cultura do cancelamento assassinando pessoas

 

Existem coisas que as pessoas se negam a reconhecer. Uma delas é que as pessoas não prestam, não valem nada em sua maioria! Outro ponto que ninguém quer assumir como verdade: redes sociais não são sociais. São um nojo. Motivo? Leiam o parágrafo desde o início.

Ficou muito fácil bancar o machão de internet, só que isso tem um preço. Diferente de você sair e chamar o primeiro bombadão de academia de filho da puta, é mais fácil disseminar ódio, pois facilmente sairá ileso. É a cultura do cancelamento, que com a anuência desses malditos jovens, se tornou uma arma de destruição em massa. Uma arma devastadora e destruidora de vidas. Vou citar três exemplos, em que um deles acarretou numa punição.

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