Havia dois Diógenes. Diógenes Laércio, historiador, filósofo e biógrafo de antigos filósofos gregos. Nascido no ano 180 EC em algum lugar do Império Romano, que não se sabe qual é. Quase nada sabemos sobre ele. Temos Diógenes, o Cínico, nascido em Sínope (por isso, ele é chamado também de Diógenes de Sínope), uma colônia jônica no Mar Negro, em alguma data entre 412 ou 404 AEC. Diógenes Laércio escreveu sobre seu xará de Sínope em sua obra Vidas e Opiniões de Eminentes Filósofos; Plutarco também escreveu sobre o filósofo de Sínope, dizendo que Diógenes, o Cínico morrera em Corinto no mesmo dia que Alexandre da Macedônia, então, foi algo em 323 AEC. Estas datas estão certas? Ninguém sabe.
Diógenes era chamado O Cínico dada a escola filosófica que ele fundou; ou, pelo menos, iniciou: o Cinismo. As palavras mudam de significado com o tempo, e Cinismo era uma escola filosófica em que seus seguidores tinham para si que o objetivo da vida é viver em virtude, de acordo com a natureza. Achavam que seres humanos, como criaturas racionais, podem obter a felicidade treinando rigorosamente e vivendo de uma maneira natural para si mesmas, rejeitando todos os desejos convencionais de riqueza, poder, sexo e fama. Em vez disso, eles deveriam levar uma vida simples, livre de todos os bens. Eu mesmo não estou nesse nível. Não por habilidade, mas por achar, como o tocador de cítara disse, se apertar demais a corda arrebenta; se afrouxar, não se consegue tocar o instrumento.

Todo mundo já está sabendo da escolha da Greta Thunberg, como personalidade do ano da revista Time. Acham que isso é o máximo, e não apenas uma capa de revista como sempre. Estão comemorando tanto que deixaram de lado Zozibini Tunzi, a miss África do Sul, por ter sido escolhida como Miss Universo. Alguns estavam dando ataquezinhos felizes por Zozibini ter sido a primeira mulher negra a ganhar a coroa de Miss Universo, quando não é verdade. A primeira mulher negra a ganhar o título foi Janelle Penny Comissong, miss Trinidad Tobago, em 1977. A imensa ironia que lacradores apagam sua própria história para poderem defender uma causa. Nem a KKK chegou a esse ponto.
Eu gosto quando algumas pesquisas são o puro óbvio ululante, como diria Nelson Rodrigues. Não que algumas delas não sejam necessárias. Até são, mas isso porque as pessoas são absurdamente estúpidas e insistem e fazer merda, como andar pela rua entretido com a fuça no celular.
O Brasil tem talento pro fracasso em vários setores, mas o educacional é a cereja do bolo de merda. Ano após ano, as métricas educacionais são sempre uma vergonha, e sempre dizem “no próximo ano, no próximo ano…” e o próximo ano nunca que vem. Ou vem, com mais vergonha alheia. Estou falando isso e vocês sabem o motivo: o PISA, aquele exame bianual que se especializou em mostrar o lixo educacional que é o Brasil, um imenso atoleiro de vergonha e ridículo que evidencia o caos que reina nos colégios e em políticas inexistentes voltadas para Educação.
Existem ideias burras com má intenção, como invadir a Rússia no Inverno ou tentar assaltar um colégio em que uma das mães é policial militar de operações especiais, e existem as ideias burras com boa intenção, como responder com sinceridade quando a esposa pergunta se ela está gorda. Foi nisso que eu pensei quando vi uma pesquisa. Esta pesquisa se baseia no fato da imensa demanda por chifres de rinoceronte para fazer pajelança para resolver problemas de impotência. Dica: não resolve e ainda leva à caça furtiva de rinocerontes, causando sua extinção.
Segundo alguns youtubeiros, as pessoas devem parar de ficar em redes sociais (das que o próprio youtubeiro usa para falar suas sandices) e ler jornais. Ok, eu leio jornais, mas ler é diferente de me informar. Pelo que vejo, um monte de jornaleiros quer apenas dar views pros seus veículos, o que eu entendo perfeitamente, já que eles vivem de investidores, e investidores querem ver as métricas, que são traduzidas pelos números. Não importa que 7000 estejam xingando o seu tweet. São 7000 interações. Beleza, eu entendo isso, mas tudo tem um limite. 

Você, meu amigo fã do jererê, do cigarrinho de artista, do cigarro que passarinho não fuma. Você já tem sérios problemas (entre eles, correr para pagar o que deve ao traficante), e agora ganhou mais um de presente: fumantes frequentes de maconha têm duas vezes mais chances de sofrer um derrame em comparação com aqueles que não puxam fumo.
Paulistas, digo paulistanos, digo… ah, paulistenses! Paulistenses conseguiram São Paulo ser conhecido pela máxima SÃO PAULO PROÍBE, dada a grande tendência de lá de proibir qualquer coisa, exceto explorar o cidadão, sendo uma prova disso a criação da Bandeira 3 do táxi, já que eles são pobrezinhos e precisam ganhar mais. Ganhar mais para não gastar com IPVA, IPI e outras benesses que taxistas ganham. Agora, a nova proibição diz respeito a utensílios de plástico de uso único, como talheres, copos e pratos, mas não exclusivamente.