Eu adoro fórmulas mágicas. Tipo. O Gandalf chegando e dizendo SOU SERVIDOR DO FOGO SECRETO, GUARDIÃO DA CHAMA DE ANOR. YOU SHALL NOT PASS! Daí, a bagaça explode em chamas, a ponte desmorona e o Balrog cai no abismo levando o Gandalf junto, mas faz parte). Já Harry Potter é um latim tosco que a Rowling inventou saindo ABRACADABRA, digo, AVADA KEDAVRA. Ah, sim, tem as magias vagabundas que o pessoal com o poder do Místico Poder Ascencional do 3D Studio é capaz de fazer. Não raro, fazer chover sem ter água.
Sim, mais um apetrecho mágico parar tirar leite de pedra do deserto.
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Todo mundo tem uma receitinha mágica medicinal ou mesmo um diagnóstico já pronto, mesmo que (e principalmente) não faça a menor ideia do que está passando o que está sentindo o ou mesmo falando. Aquelas receitinhas de vó da sua avó ainda perduram até hoje, com diagnósticos mais do que malucos e recomendações que não fazem o menor sentido, mas insistem que é isso e que médico não sabe de nada.

Estando na gloriosa República Florentina, aos 31 dias do mês de julho do ano de Nosso Senhor de 1490*, escrevo ao digníssimo excelso senhor Lorenzo, O Magnífico estas poucas letras, pedindo permissão para dirigir-me à Vossa Magnificência.
Ser dependente químico é uma tristeza. Não é legal para a saúde e tem que fazer de tudo para tentar não sucumbir. Sendo assim, alguns diabéticos passam por transtornos por depender da substância química chamada insulina. Basicamente, ainda se depende das injeções, mas daí eu me lembro da cena do doutor McCoy em Star Trek 4 (o das baleias) quando ele passa por uma velhinha no corredor do hospital e ela lhe diz que precisa de diálise. Ele, com seu jeitinho alegre e atencioso solta um “Meu Deus, isso aqui é a Era das Trevas?” (que foi dublado como “Isso aqui é um açougue medieval?”) e dá uma pilulinha para ela e sai alegremente. Sim, a velhinha não precisou mais de diálise. Tudo bem que isso era em 1987 e nem mesmo plutônio se comprava em farmácias mais. Aquilo era ficção científica pura, certo?
Eu adoro essas ações de “conscientes” prontas a salvar o mundo. E como bem sabemos, muitas dessas “ações” são basicamente uma forma de arrumar dinheiro dando um balão no Imposto de Renda; e isso vale para todo lugar, não só no Brasil. Assim, uma empresoca canadense – que os jornaleiros frisaram ser “financiada pelo bilionário americano Bill Gates”, mas omitindo que a Fundação Bill & Melinda Gates financia inúmeros projetos, sendo a maior organização filantrópica do mundo – veio com lero-lero alegando ter inventado uma tecnologia capaz de remover o CO2 do ar a preços acessíveis.