Eu preciso colar coisas de vez em quando. Minhas colas preferidas são superbonder, óbvio, e cola de isopor. Cola de PVA meleca tudo. Cola de bastão nem sempre cola direito. Cola de isopor é o ideal. Não, nem cola quente, aquela merda só serve para queimar os dedos e soltar a cola depois.
Colas são muito importantes. Que o diga a dona Joana Woitas, que em 1997 estava numa mesa de operações e o dr. Francisco Gregori Júnior lutava para salvar a sua vida, mas não conseguia costurar o coração, pois a cada sutura, outro buraco abria. Daí, Gregori meteu superbonder no coração da paciente. Apesar de criticado depois, ele conseguiu salvar a vida dela.
O uso de colas para fechar ferimentos é uma constante pesquisa, e está chegando mais uma opção, uma espécie de cola quente biológica, mas com material biocompatível, que seria, em tese, facilmente absorvido pelo corpo.
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Eu gosto das associações que costumam fazer. Algumas, totalmente despropositadas. Outras, têm até um motivo para a associação e esse motivo é simplesmente ser notado. Tive um belo vislumbre disso ao ler uma pesquisa científica que determinou a presença de cloreto de sódio (o sal de cozinha, você sabe) em um lago de Europa (o satélite de Júpiter e não o continente).
A todo momento se descobre exoplanetas novos. Ou, melhor dizendo, a todo momento se noticia a descoberta de novos exoplanetas. Descobertos eles foram há muito tempo, mas demora um pouco pros cientistas coletarem os dados, reunirem informações e darem sentido a toda essa algaravia de números que precisam dizer algo útil.
Quando eu era garoto, começaram a falar do CFC, o cloro-flúor carbono. Aquele gás usado em geladeiras, ar-condicionado e até no colorjet que usam para pixar muro ou nos sprays de inseticidas etc. agora, o CFC nos sprays é praticamente inexistente, mas alguns lugares estão pouco se importando com isso. Um desses lugares é a China, o lugar em que os níveis de CFC aumentaram em quase 8.000 toneladas.
Vacinas são muito importantes, mas ela têm um sério problema no tocante a armazenamento. Em capitais, nem tem problemas de acondicionamento, pois é fácil ter à disposição geladeiras para conservação em baixas temperaturas, mas em locais miseráveis, afastados, inóspitos e esquecido por todo mundo, como Sudão do Sul, Tanzânia e Paquetá?
Sentir dor não é uma coisa legal. Ninguém gosta de sentir dor (nem mesmo sado-maso, pois eles escolhem o tipo de dor que querem sentir). Sendo assim, tomar analgésicos é uma excelente pedida; mesmo porque, sentir dor não é normal. O problema começa quando você toma o analgésico mas não investiga a causa da dor. Dor não é doença, é sintoma, e sinal que algo está errado. O segundo problema é que as pessoas escalonam o uso de analgésicos até aqueles pancadões que causam dependência, mesmo quando a pessoa já não tem mais a doença, mas mantém o hábito de tomar os remédios.
Você não é nada sem seu intestino. O malvadão é que aguenta toda a merda que você apronta. Não apenas isso, você também não é nada sem as bactérias que estão lá, ainda mais que estas mesmas é que vivem na merda. As células do intestino e as queridas bactérias estão sempre lá, juntinhas, mas ainda não se sabe em detalhes como é essa relação entre o casalzinho.
Chegue perto de um espelho. Tá vendo esta nareba aí? Pois é, você sabe que esse seu narigão só serve pra cheirar, não é mesmo, vovozinha? Não só isso, é para respirar também, mas o segundo acarreta o primeiro, já que, ao inspirar, substâncias químicas adentram pelas narinas e receptores de aromas captam e mandam a informação para o cérebro. Achou maneiro? Pois e se eu lhe disser que você tem receptores olfativos funcionais também presentes nas células gustativas na sua língua? Sim, isso mesmo! Você pode sentir cheiro com a língua!
O plástico é uma maravilha: durável, barato e imune à quase totalidade de agentes biológicos. Os principais problemas do plástico é que ele não se decompõe fácil, seu preço faz com que se usem em larguíssima escala e, por fim, o fato de ele não ser atacado por agentes biológicos o faz ser um produto que não é biodegradável e, por isso, sua poluição aumenta a cada dia. Esqueça o canudinho plástico. Aquilo não é nada em comparação às milhares de toneladas de plástico que países asiáticos mandam pro ambiente. E nada ali é canudinho, que tem menos plástico que o seu tão amado sachê de catchup e o plástico que embrulha o seu copinho de papelão.