Quer águinha limpinha? Químicos fazem melhor que a Natureza (in da face, Darwin!)

Um dos grandes problemas do discurso “está acabando a água” é que a água não está acabando. Qualquer um que sabe ciclo da água sabe disso. O problema é deixar a água existente própria para ser consumida, e o tratamento de água está ficando caro, porque remover imundície sai caro. Apesar de dessalinizar água estar ficando cada vez mais barato, o problema é quando se está longe do mar e tem uma água péssima para consumo, em que uma simples filtragem é difícil.

Pediram para um grupo de sociólogos resolverem isso, mas eles estavam ocupados dando aula de Sociologia para dizer que Sociologia serve para algo que eles não sabem bem o quê. Então, pediram para engenheiros resolverem o problema. A solução seria ver o que se tem de melhor produzido nos últimos 3 bilhões de anos. Bem, acharam: proteínas.

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Cientistas criam pele para toque mais eficiente e à distância

Ontem, eu postei sobre como o cérebro recebe as informações do tato. Daí, fica-se a dúvida: mas amputados que usam próteses não têm tato, fora aquela sensação de membro fantasma chato. Muitas próteses estão ótimas (sim, eu sei que elas são caras. Toda tecnologia inovadora é cara), mas ainda falta alguns detalhes ainda para serem perfeitas (ou quase). Uma delas e o tato, mas isso não será pra sempre. Pesquisadores desenvolvem uma pele artificial capaz de fornecer ao cérebro sensação de tato.

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Como o cérebro registra o tapinha que você adora levar

Um tapinha não dói, mas o cérebro registra (podendo ser para se vingar depois ou não). Você sabe quando alguém lhe toca. O cérebro registra esta informação que você reconhece como “toque” e todas as características dele, como a intensidade, a pressão, o calor e a textura do que lhe tocou.

Mas, afinal, quais as áreas do cérebro são responsáveis ??pela percepção do tato? É o que uma recente pesquisa se propõe a responder.

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Pesquisadores puros de coração acham que chifres de rinoceronte sintéticos acabarão com a caça desses animais

Existem ideias burras com má intenção, como invadir a Rússia no Inverno ou tentar assaltar um colégio em que uma das mães é policial militar de operações especiais, e existem as ideias burras com boa intenção, como responder com sinceridade quando a esposa pergunta se ela está gorda. Foi nisso que eu pensei quando vi uma pesquisa. Esta pesquisa se baseia no fato da imensa demanda por chifres de rinoceronte para fazer pajelança para resolver problemas de impotência. Dica: não resolve e ainda leva à caça furtiva de rinocerontes, causando sua extinção.

Então, qual o problema da pesquisa? Bem, pesquisadores descobriram um meio de fazer chifre de rinoceronte falso, de forma a inundar o mercado com o produto e, por conseguinte, diminuir o preço. Tem horas que pesquisadores deveriam dar um rolé de vez em quando no mundo real, fora do laboratório, para ter ciênciapun intented das coisas.

Dando chifrada em ideias idiotas, esta é a sua SEXTA INSANA!

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Neandertais também sabiam fazer fogo e curtiam braseiro

Todo mundo sabe que numa disputa pela sobrevivência, quem detém as melhores habilidades ganha; a isso soma-se a tecnologia, não só em feitura, como manuseio. Quem é senhor da melhor tecnologia, tem larga vantagem. Costumam alegar que os neandertais perderam a competição pros Homo sapiens pelo fato desses últimos dominarem o fogo, enquanto os neandertais eram broncos e não eram capazes de produzir, manter e dominar o fogo. Sim, faz total sentido pensar isso, só que recentes descobertas mostram que pode não ser bem assim, e neandertais sabiam se virar muito bem com o fogão. Mesmo porque, ainda não havia micro-ondas e nem… AIRFRYER!

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Fez faxinão? Segura aí até saber o que você libertou

Ei, você aí! Você, mesmo! Eu sei que você detesta sujeira e mete desinfetante em tudo, joga cloro pra todo lado, usa lança-chamas se deixarem! Finalmente, você conseguiu se livrar daqueles malditos germes, germes, germes pra todo lado! Finalmente, sua casa está limpa, certo?

Isso é o que você pensa, mas tenho más notícias: você não só não está com a casa 100% livres das bactérias, mas se estiver, fica tranquilo aí que você abriu espaço pros fungos tomarem conta.

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Pesquisadores desenvolvem mais um substituto das suturas

A cada dia surge uma nova técnica para fechar buracos abertos por cirurgiões. Tudo bem que alguns desses buracos não foram abertos pelos cirurgiões malvados. Quando soube disso, ser cirurgião perdeu toda graça pra mim. Damn!

Entre colas, suturas e fitas adesivas, qualquer técnica que ajude a fechar o que não deveria estar aberto é sempre bem-vindo. Com base nisso, pesquisadores do MIT desenvolveram uma fita adesiva estilo dupla-face que não só junta os tecidos, como aproveita e liga dispositivos médicos implantáveis ??ao corpo.

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Esporos fofoqueiros contam o que andou rolando na Extinção do Triássico

Há 200 milhões de anos, deu muito ruim no planeta Terra (não que isso seja novidade ou exclusividade. Houve outras extinções em massa. Essa foi apenas mais uma num mundo perfeito, projetado por um desenhista inteligente). A Extinção do Triássico-Jurássico foi uma extinção das mais severas, intensas e das que abalaram geral, quase limando toda a vida na Terra.

Ainda não se tem certeza de como isso aconteceu. Das várias hipóteses, a que mais se aproxima do que ocorreu é a que defende que houve um festival de erupções vulcânicas em escala colossal, já que elas teriam liberado quantidades godzilianas de dióxido de carbono e dióxido de enxofre que teriam feito o favor de causar um aquecimento global sem precedentes. Só que novos dados fornecidos por esporos de samambaia sugerem que pode não ter sido só isso.

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Pesquisadores colocam algo na sua boca para você chupar e ver sua glicose

Os recém-nascidos podem apresentar uma variedade de problemas de saúde. Pediatras têm que lidar com um paciente que nem sempre é cooperativo e diz como está se sentindo, ainda mais quando é bebê. Não apenas isso (que já é muito ruim) é fazer exames em bebês e acompanhar o desenrolar. Podemos citar o exemplo da diabetes tipo 1. Não é brincadeira em diagnosticar em adultos e em crianças é um problema maior e em bebês é um deus-nos-acuda! Motivos? A identificação da diabetes tipo 1 requer acesso ao fluido intersticial na pele e ninguém quer pensar em como fazer isso em bebês recém-nascidos, que são muito frágeis (mas não tão frágeis quanto fanboys de políticos). Quem seria capaz de resolver isso? Quais entidades poderosas teriam incrível poder para determinar isso? Qual tipo de ser megapoderoso, Senhor dos Céus e da Terra, comandante dos segredos escondidos nos materiais, sapiência última do Universo teria condições de realizar tal proeza?

Sim, químicos, obviamente!

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Pesquisadores de Câncer pesquisam método para identificar, localizar e destruir tumores

Câncer é uma droga. Não só porque ferra com a pessoas, como joga sujo e faz de tudo para se esconder das formas de detecção. Às vezes, se detecta logo, e isso garante 80% de chances de se ver livre do Caranguejão do Mal. Em outras palavras: quanto melhor identificar quem é o bandido no corpo, fica fácil mandar o BOPE biológico sentar o dedo na eliminação do lazarento. A saída é qual? Tentar outros métodos de identificação, que é o que pesquisadores da Universidade Yale estão desenvolvendo.

Não, nada de se esconder, Mr. Crab!

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