Uma foto que deixaria o Monstro do Pântano com orgulho

Fotografia é a arte de escrever com luz. Literalmente isso. Algumas reações químicas só acontecem quando recebem quantidade de energia adequada, a chamada “energia de ativação”. Alguns processos podem diminuir esta energia de ativação; são chamados “processos catalíticos” e as substâncias usadas para isso são chamadas “catalisadores”.

Reações químicas que necessitam de luz para ocorrerem são chamadas “reações fotoquímicas”, dois exemplos disso são a própria fotografia e a fotossíntese.

Que tal se tentássemos juntar as duas coisas? Bem, um cara conseguiu.

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Cientistas voyeurs fuxicam peladezas de planeta desinibido

A todo momento aparece um exoplaneta dando sopa por aí. É ótimo saber sobre novos mundos e a moderna tecnologia observacional nos diz até do que o planeta é compostos em sua superfície e atmosfera. Mas e quanto ao que tem dentro dele? Sim, porque olhando a Terra de cima, mesmo que de pertinho, não dá pra se ter ideia das suas camadas internas.

CALMA! Sua curiosidade será saciada. O núcleo sobrevivente de um gigante gasoso foi descoberto orbitando uma estrela distante. Um verdadeiro nude de planeta, com um monte de voyeurs interessados.

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MAVEN explora os céus amigos de Marte

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Maven significa Mars Atmosphere and Volatile Evolution ou Evolução Volátil e Atmosférica de Marte. Ela faz exatamente isso: está lá pesquisando como a atmosfera de Marte se tornou o que é, qual a sua história e como isso pode nos ensinar sobre a nossa própria história.

Ela estuda camadas eletricamente carregadas da atmosfera superior (a ionosfera) de Marte. Um fenômeno muito comum na Terra que causa interrupções imprevisíveis nas radiocomunicações. O que terá na ionosfera de Marte nos esperando?

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Os polos agitados de Enceladus

Enceladus é uma das maravilhas do mundo saturniano. Ela foi descoberto em 28 de agosto de 1789 perlo astrônomo William Herschel, sendo um dos astros mais refletivos do Sistema Solar, embora seja muito pequeno: cerca de 400 km de diâmetro, enquanto o diâmetro equatorial da Lua (a “nossa” lua) possui mais de 3.400 km de diâmetro. Em 1980, quando a Voyager passou por Enceladus, foram tiradas algumas fotografias, onde via-se um satélite com muitas crateras em seu hemisfério norte, mas poucas crateras no hemisfério sul. Enceladus possui muitos gêiseres, e ao expulsar a água quente em alta pressão, se congela no meio frio do Espaço. Parte deste gelo é atraído de volta a Enceladus e outra parte foge do campo gravitacional do satélite.

Não apenas isso, Saturno é 95 vezes mais massivo que a Terra, e a órbita ao redor do Senhor dos Anéis é de insanas 33 horas, uma hora mais lenta que uma Uno com Escada faria, mas ainda assim é um valor absurdo. Quando a sonda Cassini-Huygens passou por Enceladus, tirou fotos de uma área no hemisfério Sul que recebeu o nome de “Garras de Tigre”: quatro fendas paralelas, semelhantes às falhas geológicas que separam as placas continentais, como acontece no limite entre a placa das Américas e a da Europa. À medida que Enceladus orbita Saturno, é amassada que nem massa de pão pelas titânic… saturnânicas forças gravitacionais do planetão. É isso que promove o calor no interior do satélite.

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Redes vasculares bem docinhas e artificiais

Já postei várias vezes sobre órgãos artificiais, tecidos impressos em 3D e coisas semelhantes. Acho fascinante isso e continuarei postando. Ainda mais que este me chamou MUITO a atenção, embora não consiga dizer exatamente o motivo. Acho que é pela ideia incrível ou pelos protótipos. Não sei ainda.

Um grande problema, entretanto, é construir tecidos de reposição para gerar redes vasculares artificiais capazes de fornecer oxigênio e nutrientes a milhares de células. Como poderíamos resolver isso?
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A face radioativa da Lua

Se você é daqueles Team Aristóteles, bem, ele mais errou do que acertou (dizem que acertou). Ele achava que a Lua era uma esfera absolutamente sólida, lisa e perfeita. Errou completamente, como Galileu mostrou. Ela tem aquele aspecto de areia mijada, cheia de buracos, e vocês jamais verão divulgadorzinho de ciência dizer que a Lua tem aspecto de areia mijada, cheia de buracos, mesmo ela tendo aspecto de areia mijada, cheia de buracos.

Somando a isso tem o fato de ela ser tudo, menos simétrica, quando o lado que a gente sempre vê no céu ser bem diferente do lado que fica escondido.

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Participe do concurso resolvendo o problema número 1 dos astronautas: o número 2

Mandar uma tripulação humana para o Espaço, ao invés de robôs, tem suas vantagens, principalmente se você viu filmes ruins como 2001, uma Odisseia no Espaço (sim, eu acho um filme ruim. Não gostou, azar. O blog é meu. Rá!) A bem da verdade, HAL-9000 estava certo e humanos só fazem merda. Pensando nisso (de uma forma alegórica e literal), a preocupação número 2 da NASA (a número 1 é manter os astronautas vivos) é como o astronauta fará o número 1 e o número 2. Claro, na Estação Espacial Internacional, tem banheiro, e no caminho de ida, certas partes estão mais fechadas que as escotilhas e não deixam passar nada.

Mas e na Lua, próximo objetivo? Infelizmente, não dá para ter uma “casinha” espacial, mas fazer nas calças não é uma opção. Ou é?

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Engenheiros criam máquina de colocar algo na sua boca para testar vírus safado

Este seria uma típica ideia tão tosca que ninguém deveria ter tido. Mas tiveram. Um grupo de engenheiros, fazendo uso de suas atribuições numa de suas definições*, acharam que seria maneiríssimo ter algo que enfie um troço na sua boca e vá até a garganta. Sim, eu sei o que você está pensando, mas não é isso. É pra testar o paciente suspeito de ter coronavírus.

Não, não é bem este dispositivo da foto de abertura, mas é quase. Na verdade, é este aqui:

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Elfos, fadas e câmeras espaciais

O ASIM é escrito assim mesmo. Trata-se do acrônimo do Monitor de Interações Atmosfera-Espaço (Atmosphere-Space Interactions Monitor). Este aparato é uma instalação de observação da Terra da ESA (a Agência Espacial Europeia) para o estudo de tempestades severas e qual o papel que elas têm na atmosfera e no clima de nosso planeta.

Mas quando se fala em “tempestades severas”, estamos se referindo a tempestades de alta altitude, em que esses raios atmosféricos superiores são chamados de “eventos luminosos transitórios”, ocorrendo bem acima das altitudes de raios normais e nuvens de tempestade, com um processo de descarga de elétrons em fuga sendo sugerido como o principal mecanismo.

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O caso do astrônomo que viu um OVNI, mas era uma nave espacial

Muitos de vocês devem imaginar que grandes descobertas científicas no campo da Astronomia é feita em imensos laboratórios, telescópios avançadíssimos ou com um monte de Zé Mané que nem sabe geografia de Ensino Fundamental e critica a “ciência gringa” enquanto faz o seu trabalho (cof… cof…) com os dados do Hubble. Você estaria certo, exceto pela última parte, mas não é só isso. Alguns astrônomos amadores já descobriram cometas e até uma galáxia. Legal, né? Imagine quando eu disser para você que um astrônomo amador estava de boas fazendo suas observações até que viu um OVNI.

Mas como assim? Bom, se é um objeto, se ele voa (ou “voa”) e não se consegue identificar, é um OVNI, pois não? Era um batedor de Nosso Senhor Ashtar Sheran? Aliens voltando para saber quantas andam as pirâmides? Quidiabéissu?

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