Espécies invasoras são quando um determinado ser vivo, acostumado ao seu habitat, vai parar em outro habitat e começa a se proliferar lindamente, principalmente quando os seres que estão ali não são algo que irá predá-los. se eu for morar na Antártida, a probabilidade é eu morrer de frio, ou um urso cinzento me devorar vivo. não, péra, ursos cinzentos são meio difíceis de aparecer na Antártida. o que vai me ferrar é o frio mesmo. já chegando em alguma clareira da Nova Zelândia, o máximo que vai me enfrentar é um Hobbit, então, ficarei tranquilo lá. espécies invasoras sem predadores acabam se alastrando e, SURPRESAAAA, este biltre desavergonhado é que será o predador de todo mundo, como aconteceu com um crustáceo malvadão, que saiu invadindo a praia alheia.
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O que leva as mulheres a se sentirem atraídas por homens (ok,
Astrobiologia é um ramo… interessante. Ele estuda algo que não se sabe se existe: vida em outros planetas, em outros sistemas, em algum lugar da galáxia. Sim, eu sei que parece coisa de maluco, mas há de se começar a pesquisa de alguma forma, e isso é feito achando lugares esquisitões aqui na Terra que sejam semelhantes a outros lugares em outros planetas. É aquele pensamento: “se encontrarmos algo vivo aqui, em Marte será fichinha”. Alguns desses lugares pesquisados são lagos vulcânicos, que são quentes, fedidos e tóxicos (não necessariamente nesta ordem).
Você deve ser daqueles que curte uma comida japa, né? E, claro, os dois melhores acompanhamentos são o molho agridoce e o molho shoyu. Na verdade, não existe um molho shoyu. Temos o koikuchi shoyu, ou molho shoyu comum; o Usukuchi shoyu, que leva 10% a mais de sal do que o shoyu comum; temos o tamari shoyu, um molho com sabor mais intenso; há o saishikomi shoyu, fermentado no próprio molho, sem levar sal; e temos o shiro shoyu, mais claro e mais leve que o usukuchi shoyu, acabando por ter um sabor mais doce. Sabe qual deles que vem no seu pedido, naquelas porcarias de sachês? Pois é. Nenhum.
A definição de espécie biológica é dada quando dois indivíduos conseguem procriar, gerando prole fértil. O jumento pode cruzar com uma égua, mas o filhote será um burro ou uma mula (há quem diga que pedagogos também, mas não ofendamos o jumento e a égua). Tanto o burro quanto a mula não são férteis, isto é, eles não procriam, não fazem outros filhotinhos. Mas e no caso dos primatas? Bem, finalmente conseguiram documentar o cruzamento entre duas espécies de macacos na Tanzânia, gerando descendentes híbridos. Não que isso fosse novidade, mas finalmente pegaram os dois safadeenhos no flagra.
O que faz com que as pessoas vivam mais? Claro, dinheiro no bolso é um fator principal, pois ajuda na hora de comprar remédios. Entretanto, alguns estudos inferem que não basta ter desenvolvimento econômico, mas sim que a Educação pode ter um papel mais importante neste cenário, o que pode direcionar as políticas de saúde pública.
O Ministério da Saúde devia trocar de nome para Ministério da Pseudociência. Ao invés de investir em hospitais e postos de saúde, em melhoria de equipamentos e treinamento de pessoal, o que fazem? Enganam a população com bobagens de constelação familiar e toques mágicos.
É uma droga quando se quebra um osso, por menor que seja. Pior ainda quando é num dos grandes ossos que têm que suportar carga, como os da perna. A cicatrização pode ser um processo longo e desconfortável. Só tem uma espécie de maluco que quer usar gesso numa perna ou braço: o irmãozinho de quem realmente precisa de usar gesso na perna ou braço. Aquilo é uma bela porcaria e… Ei, tem alguém aí de gesso lendo este teto? Pois é, né? Imagine quando eu disser que gesso, tcharããããã, COÇA! COÇA MUITO!