Nós, macacada pelada, achamos que temos órgãos muito bem feitinhos. É um engando. Nós achamos que enxergamos excelentemente bem (exceto eu, que uso óculos), mas também é um engano. Enxergamos ridiculamente mal em comparação a várias outras espécies, e se você consegue ler todas as letrinhas daquele quadro que tem nos consultórios de oftalmologia – independente de ali ter o nome do seu amigo polonês ou não – tenho péssimas notícias: é tudo criação do seu cérebro troll, que lhe ilude da maneira mais tosca possível.
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Eu não quero, você não quer, ninguém quer morrer. Bem, tem o caso dos suicidas, mas isso é outra história. Quase a totalidade das pessoas não fica feliz com a ideia de morrer agora, CABLOFT! O que diferencia é que algumas pessoas não conseguem lidar direito com os fatos da vida (dica: eu vou morrer, mas você também vai. Get Over It!). Então, mitos, histórias e religiões surgiram para dar a esperança que há algum outro lugar depois que se vai. Vida após a morte, reencarnação etc.
Por anos eu não entendi a minha condição. Eu olhava as pessoas ao meu redor e percebi que era diferente delas. Eu não via o mundo como elas. Elas não aceitavam como eu era. Eu não podia fazer muitas coisas que os outros meninos faziam, dado a um problema que eu tenho, que eu nasci. Descobri logo cedo quem e o que eu era. Isso me deprimia. Eu queria ser igual aos outros, mas não era. Eu queria ser reconhecido como um igual, mas eu não era igual. As outras crianças perceberam e riam de mim. Estava na minha cara, não tinha como negar. Meninos e meninas apontavam para mim e riam "Lá vem ele", gracejavam. Mil e um apelidos me colocaram. Fui agredido verbal e fisicamente. E isso porque eu era diferente.
Existem muitos exercícios por aí para aumentar a sua inteligência. Se você acredita neles, realmente precisa aumentar essa sua inteligência. Agora, imagine que com uma simples terapia genética, você ficasse mais espertinho e aprendesse mais rápido. A Ficção Científica já abordou isso em diversos livros e filmes. Claro, isso não tem nada a ver com usar apenas 10% do cérebro. Você usa 100% dele, a todo momento. O que acontece é ter mais ligações sinápticas.
Normalmente, eu presencio reuniões pedagógicas e de pais-e-mestres no lado errado. No mais das vezes, na cadeira penal, onde professores são vítimas de pais enlouquecidos e entregues de bandeja pela coordenação. Hoje foi diferente. Eu, com pai, estava lá para ouvir os professores. Também tive que ouvir outros pais e orientadores. Então, nada mais justo de compartilhar aqui o que eu vi e, assim, entendermos por que a Educação está do jeito que está. Se você me acompanhou pelo Twitter, percebeu um pouco da insanidade em tempo real, inclusive com os trocentos erros de digitação e o corretor ortográfico jogando contra. Mas vamos falar um pouco agora, com as minhas impressões depois do ocorrido.
Nós somos animais sociais. Aprendemos, quando nem humanos éramos, a confiar no bando. Nós ajudávamos a proteger o bando, o bando cuidava da gente. Aprendemos a reconhecer rostos, formas e a interagir com eles. Isso é importante na hora de nos protegermos. Mas, como é que o cérebro trabalha com isso hoje? Como sabermos em quem confiar?
Esta semana me fizeram uma pergunta sobre a Super-Lua, quando a
Ontem o pessoal teve a triste notícia do passamento do ator e comediante Robin Williams. Vítima de severa depressão, Robin, ao que tudo indica até agora, suicidou-se enforcando-se com um cinto no pescoço, e tendo cortes superficiais nas partes internas do pulso esquerdo. O ator resolveu dar fim ao seu sofrimento, sua enorme tristeza, com sua vida e todos nós lamentamos muito.
Eu diria que deve se uma bela porcaria, mas não sou profissional dessa área, então, minhas opiniões têm pouca relevância. Como eu não sou médico nem trabalho em Harvard, só posso trazer o trabalho de pesquisadores que apontam que astronautas vivem em alto stress e possuem graves níveis de privação de sono, o que fatalmente pode ser fatal, ou bem desagradável, colocando a vida de todos os tripulantes em perigo.
Louis Braille podia ser mais um cego no século XIX, dependente de outras pessoas. Tendo perdido a visão aos 3 anos de idade, Braile podia ser um desses mimizentos que reclamam da vida, sem nem poder ter acesso à leitura e/ou escrita. Anda assim, ele ingressou no Instituto de Cegos de Paris e, aos dezoito anos, tornou-se professor de lá. Ele se inspirou na técnica de usar "pontos e buracos" inventado por um oficial para ler mensagens durante a noite em lugares onde seria perigoso acender a luz, Braille melhorou o sistema, de forma que cegos pudessem escrever textos e ler livros. Em 1829, ele publicou seu trabalho e, assim, foi criado o Sistema Braille.