Os martelos de Hefestos ressoam. O ribombar de suas forjas enchem de medo a paisagem circundante. O fumo sobe do topo da montanha, cujas nuvens de cinzas e gás se iluminam pelas entranhas da Terra. Um grito de vitória vem das profundezas. Mais uma armadura está pronta, com a qualidade de que só o deus das armas seria capaz de fazer. Hefestos, filho de Zeus e Hera, caído em desgraça por ser feio, tornou-se o deus dos ferreiros, artesãos, escultores, metais e da própria metalurgia. O deus da tecnologia, capaz de mil proezas com suas poderosas ferramentas. E no âmago da Terra, Hefestos trabalha em um calor inclemente, com um poder tão grande e antigo quanto o próprio mundo. Hefestos, deus dos Vulcões.
Com os poderes das profundezas da Terra, vulcões esmigalham nossa arrogância em achar que o mundo foi feito para nós, ridículas amebas de 2 pernas, muito boas para serem cozidas por uma nuvem piroclástica. Nossa tecnologia é incapaz de detê-los, mas não tão inferior que não possamos ver o que acontece dentro deles. Foi o que uma empresa que comercializa drones resolveu experimentar.

O atual mercado de smartphones está em polvorosa. Não que isso queira dizer alguma coisa, claro. Ele sempre fica assim quando se é anunciado alguma bobagem pseudotecnológica. Sites, portais e blogs de tecnologia (ODEIO ESTA EXPRESSÃO!) ficam divulgando coisas sem o menor conhecimento de tecnologia MESMO. Porque, meus queridos, falar que empresinha tal lançará aparelho tal não é ser um blog de tecnologia. É repassar informação que te deram e você engoliu, por falta de conhecimento técnico.
Se você não está em nenhum buraco na Ucrânia, contando todos os soldados russos que efetivamente não estão lá (ou é isso que me contaram, ao menos), você já deve ter ouvido falar do El Niño, o fenômeno atmosférico-oceânico que é caracterizado por um aquecimento anormal das águas superficiais no oceano Pacífico Tropical. Esse aquecimento, que não é suficiente para fazer café ou cozinha rum ovo, afeta não apenas o clima local e sim do planeta todo, pois a Natureza dá um "que se dane" se você gosta ou não do que acontece.
Desde pequenos aprendemos fatos básicos de Geografia. Sabemos que o ponto mais alto do Brasil é o Pico da Neblina, como seus 2.993 metros de altura. Sabemos que ele fica no Amazonas, que também é o maior estado brasileiro, o qual também abriga o maior rio em volume de água do mundo, o Amazonas, o qual alguns dizem ser o maior rio em comprimento, embora a maioria concorde que o mais longo é realmente o Nilo (thanks,
Enceladus é uma das minhas luas favoritas, mesmo não sendo uma lua e sim um satélite natural. Mas ele é um satélite tão natural para mim, que eu o vejo como um primo de nossa querida Lua (
Depois que Pedro Álvarez Cabral, fidalgo português que estudou na escola de Sagres (que sabemos nunca ter existido), chegou à Ilha de Vera Cruz, o rei, D. Manuel, o Venturoso (que título ridículo, Jisuis!), mandou organizar uma outra esquadra (já que Cabral fatalmente tirou da reta, pois de navegação e briga de galo não entendia nada) para dar uma fofocada por aqui. O sortudo foi Gaspar de Lemos, que veio pra cá na Primeira Expedição Exploradora, que durou entre 1501 e 1502.
Já falei aqui sobre a
O deserto de Atacama é um dos lugares mais secos da Terra. Ele está na América do Sul e seu território passa pelo Peru, Bolívia, Argentina e Chile. Normalmente, as pessoas, logo que ouvem "Peru", pensam em Macchu Picchu, aves galiformes ou anatomia masculina. Não é um país rico e, por causa disso, a vida lá é dura; entretanto, a arqueologia lá encontra coisas maravilhosas e não estamos falando dos edifícios, mas de outra civilização. Uma comunidade agrícola parece ter vivido lá pelas bandas do Atacama, entre os séculos IV e VII da Era Comum.
Existem muitas teorias sobre a formação da Lua, nosso satélite natural. Alguns acham que a Lua e a Terra tiveram formação conjunta, vindo da mesma poeira de estrela. Outros, que a Lua se separou da Terra. Há aqueles que acham que a Lua foi formada em outro lugar, nada a ver com a Terra e acabou por aqui porque veio zanzando pelo Universo. Mas a teoria mais aceita é que um planeta meio que do tamanho de Marte veio em direção à Terra, deu-lhe uma porrada e mandou um naco deste tamanhão, com rochas, lava etc. Estes detritos se aglutinaram gravitacionalmente, formando a Lua.