Você não é nada sem seu intestino. O malvadão é que aguenta toda a merda que você apronta. Não apenas isso, você também não é nada sem as bactérias que estão lá, ainda mais que estas mesmas é que vivem na merda. As células do intestino e as queridas bactérias estão sempre lá, juntinhas, mas ainda não se sabe em detalhes como é essa relação entre o casalzinho.
Entretanto, isso vai mudar com uma nova pesquisa, que estuda a fabricação e utilização de um chip microfluídico que permite que bactérias e células epiteliais humanas sejam co-cultivadas, de forma que possamos entender e identificar o papel do microbioma lá naquele recantinho que você finge que não existe, até dar a primeira infecção.
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Vocês pensam que a zueira começou com a Internet? Ledo engano, já que ela existe desde sempre, afetando até mesmo ganhadores do prêmio Nobel. Por trás daquela sisudez, sempre poderemos encontrar um espírito zueiro, pronto para pregar peças em meio a um trabalho sério, porque… bem, por que não?
Um psicopata sinistro fez um trabalho horrendo. 15 pessoas foram brutalmente assassinadas. O crime aconteceu há mais de 5 mil anos, mas a ciência do século XXI pode investigar o que aconteceu e como aconteceu. E isso começa ao se examinar os restos vítimas que foram encontrados no que hoje é a vila de Koszyce, no sul da Polônia.
Jovem é um grupo de seres que só farão algo que preste no Universo quando acabarem. Anti-vaxxers são criaturas imbecis. Fanáticos religiosos são criaturas retardadas. Quando junta tudo, temos o supra-sumo da estupidez em níveis galácticos. Um exemplo é um retardado chamado Jerome Kunkel. Esta cavalgadura é jovem, crente fanático, anti-vaxxer e… bem, é crente fanático e anti-vaxxer. Não tem como piorar! (ter, tem, mas aí ele teria que ser o Carlos Bolsonaro). A toupeira se recusou a tomar vacinas, foi suspenso da escola em que estudava e, por causa disso, foi suspenso, ficou putinho e meteu a instituição no pau. Ele perdeu.
Vocês sabem, eu adoro ciência. Ela é incrível, elucidativa e… divertida. Sim, eu me divirto aprendendo coisas novas. A questão é que eu TAMBÉM me divirto com certas pesquisas, mas por outros motivos. Aqueles motivos que também divertem outras pessoas a ponto de terem criado um prêmio para isso: o IgNobel, e uma pesquisa da qual fiquei sabendo deve alçar um certo pesquisador ao estrelato. De um jeito ou de outro.
Chegue perto de um espelho. Tá vendo esta nareba aí? Pois é, você sabe que esse seu narigão só serve pra cheirar, não é mesmo, vovozinha? Não só isso, é para respirar também, mas o segundo acarreta o primeiro, já que, ao inspirar, substâncias químicas adentram pelas narinas e receptores de aromas captam e mandam a informação para o cérebro. Achou maneiro? Pois e se eu lhe disser que você tem receptores olfativos funcionais também presentes nas células gustativas na sua língua? Sim, isso mesmo! Você pode sentir cheiro com a língua!
Fósseis são muito legais. E quanto mais conservados, mais legais são. Tão legais que alguns candidatos a Frankenstein correm logo para tentar reviver os bichos mortos de antigamente, mas isso seria total estupidez, como o dr. Ian Malcolm pode atestar. Mas quem liga pro que o pessoal de Exatas fala? Mas hoje não estamos falando de Jurassic Park e sim da descoberta feita por pesquisadores na região de Yakutsk, na Sibéria. O que eles conseguiram demais? Nada, não. Só extrair amostras de sangue líquido de um potro de 42 mil anos que foi encontrado num permafrost em 2018.
Infecções não são brincadeira, mas do jeito que andam as coisas, é pior ainda quando pessoal usa antibiótico como, bem, como brincadeira. Já falamos várias vezes como o uso indiscriminado de antibióticos acarreta em superbactérias, aquelas bactérias hiper-resistentes do mal que não são mortas facilmente com algo mais fraco que uma GAU-8 Avenger. O problema então é saber: QUANTO dar de antibiótico e QUANDO é hora de parar?