Eu me lembro de ter chegado no trabalho uma vez e a mulherada comentando animada sobre algo incrível que ajudava no controle de peso blábláblá… vocês sabem. Eu perguntei o que era, e me responderam que eram incríveis pílulas de gelatina. Não eram lá baratas (cerca de 30 reais), mas eram eficientes, pois as proteínas contidas nas pílulas saciavam a vontade de comer (o que é verdade, proteínas fazem isso). Eu perguntei por que compravam algo custando 30 reais quando uma caixa de gelatina custava um real e fazia o mesmo efeito, tendo até sabor, e quem não quisesse, tinha gelatina sem sabor.
Me xingaram, óbvio.
Uma pesquisa descobriu coisa semelhante: ao invés de vagabundo se encher com esses “géis (plural de gel, antes que perguntem) de carboidrato”, deveria comer uma colher de purê de batatas (não no cachorro quente, pois isso é coisa de paulistenses, que confundem biscoito com tapa na cara), que faz o mesmo efeito em manter os níveis de glicose e melhora o desempenho em atletas profissionais.


Câncer é uma droga. Não só porque ferra com a pessoas, como joga sujo e faz de tudo para se esconder das formas de detecção. Às vezes, se detecta logo, e isso garante 80% de chances de se ver livre do Caranguejão do Mal. Em outras palavras: quanto melhor identificar quem é o bandido no corpo, fica fácil mandar o BOPE biológico sentar o dedo na eliminação do lazarento. A saída é qual? Tentar outros métodos de identificação, que é o que pesquisadores da Universidade Yale estão desenvolvendo. 
Eu estava vendo algo para postar. Daí dei de cara com algumas pesquisas que seriam dignas do igNobel. outras que são interessantes, mas “meh”. Eu não achei efetivamente nada que merecesse muito a minha atenção, então eu pensei: hoje é sexta, vamos descontrair e ler o que alguns malucos andam escrevendo por aí.
Você pode pensar que remédios especializados mediante etnias é algo próximo (se não o próprio) a racismo. Não é. Pessoas são diferentes, ainda mais quando colocamos duas etnias na balança. A resposta farmacológica pra um nem sempre serve para o outro. Resta fazer pesquisas, por mais eugenista que alguns idiotas queiram fazer parecer.
Salamandras gigantes não são uma novidade. Em 2013, eu tinha publicado um artigo sobre a salamandra gigante japonesa, uma das maiores de seu tipo, que mudou muito pouco se compararmos com um fóssil de 300 milhões de anos. A China também tem das suas, sendo as salamandras gigantes chinesas classificadas como ameaçadas de extinção. Até pouco tempo atrás, elas eram consideradas como sendo uma única espécie (Andrias davidianus). No entanto, novas análises de 17 espécimes históricos de museus e amostras de tecidos de salamandras selvagens mostram que não é bem assim.
Todo mundo gosta de dinossauros, e não é pra menos! São verdadeiramente monstros que existiram, e mesmo que milhões de anos separem a Era dos Dinossauros e a Era dos Homens, vemos com fascinação do que estes seres malvadões eram capazes, em especial o Tiranossauro rex, o rei dos lagartos tiranos, que algum revisionista miserável resolveu dizer que ele tinha penas.
Toda vez sempre aparece algum imbecil dizendo que se gasta muito e desnecessariamente com exploração espacial, quando ninguém usa nada disso (postado de um smartphone, com acesso ao sistema GPS via satélite). A verdade é que não é só o GPS, a comunicação via satélite, ou o travesseiro (que não foi desenvolvido pela NASA. Aquilo foi apenas um erro que foi aproveitado para outro fim). Há inúmeras aplicações práticas para uso residencial, inclusive.
Já não é fácil aturar ver os amados fios de cabelo irem embora. Tem sempre um miserável para lhe lembrar que você está ficando careca, e com voz de assombro, como se você fosse estúpido o suficiente para nunca perceber isso. Meu amigo, se você é pouca telha e quer dar u fim ao seu aeroporto de mosquito, um japa tem a solução: eletrocutar a sua cabeça!