A origem dos cães domésticos ainda é incerta.. Sabemos, através de marcadores genéticos, que a separação entre cães e lobos modernos se deu no final do Pleistoceno. Acreditava-se que os primeiros cães viram a luz do dia há cerca de 14 mil anos, na Europa e no Oriente Médio, mas os cães do sudeste asiático só surgiram há cerca de 7.000 anos (ver Agricultura ajudou a fazer cães serem cães), mas isso ainda está sendo debatido, pois não existe verdade suprema em Ciência. Ela sempre está revendo seus conceitos.
Agora, novas pesquisas mostram que a origem dos cães pode não só não ser nesses lugares, como muito tempo antes do que se imaginava.

Ontem, eu escrevi sobre inciativas voltadas para crianças se aproximarem mais da Ciência. Desde periódicos científicos escritos para crianças até robôs
Eu já postei aqui sobre museus de Ciência, em que
Eu vivo dizendo que o Brasil está na Era Pré-Científica. Nós não voltamos à Idade Média. A bem da verdade, nunca saímos dela. Antes, Andreas Vessalivs tinha que pegar corpos escondido para estudar anatomia, porque o tosco do Galeno teve que usar cadáveres de animais, pois estudar o corpo humano era proibido, tabu, sujeito a pena de morte. Daí, Galeno escreveu um monte de bobagens que duraram séculos, como os humanos terem fêmures curvos, mandíbulas divididas em duas etc.
O "Efeito Cheerleader" foi cunhado pelo personagem Barney Stinson, da sitcom "How I met your mother". É uma expressão muito legal e uma sitcom que deve ser excelente, mas que meus neurônios se recusaram a ver (a bem da verdade, não gosto de sitcoms, por insistirem em colocar disco de risadas, duvidando que eu seja inteligente o suficiente para entender quando devo rir). De acordo com o personagem, cheerleaders só parecem ser bonitas porque estão em um grupo, mas se fôssemos examinar uma a uma, veríamos os defeitos de cada uma delas. Será verdade?
Você pode ser malvado, ruim, pérfido e cruel. Pode chutar a bunda de velhinhas e beber um litro de vodka de uma vez. Mas você nunca – NUNCA – serão tão macho quanto o Rato-gafanhoto, um roedor da família Cricetidae, gênero Onychomys , que entre várias espécies, temos o Onychomys torridus, cujo tamanho não passa de 12,5 centímetros.
Boa parte das publicações de divulgação científica ou aquilo que costumam chamar de jornalismo científico brasileiro (e cada vez que eu leio isso tenho vontade de rir) se refere ao termo "fóssil vivo", quando falam de espécies que ainda vivem hoje, sem nenhum parente direto, mantendo as mesmas características genéticas de milhões de anos.
Para ser sincero, não estava esperando algo muito diferente. O Brasil está mergulhado na Idade Média, na era pré-científica. Vibra-se com os heroicos cavaleiros, digo, jogadores de futebol. Acompanhamos intriga palacianas e beldades famosas que desfilam peladas em cima de cavalos (ou vice-versa). Mas o mundo é politico e políticos farejam oportunidades assim que a veem, pois o político não vive para ajudar o povo. O político existe para manter o político lá (versão revisitada do Cap. Nascimento).
Eu assisti aquele filme do Will Smith em que ele tenta empurrar o filho para o estrelato (mas deveria ser do alto do precipício). Nele, o rapper que pensa que é ator avisa ao filho que foram parar num lugar onde a vida evoluiu para matar humanos. Ele estava falando da Terra, mas para mim ele queria dizer Austrália, mesmo. A Austrália é um país tão esquisito que até o Wolverine é grande e deve ser mais peçonhento que a Madame Hidra (que no original não é venenosa).
Eu já falei que adoro ilusões de óptica. Elas mostram como nosso cérebro foi montado por algum mecânico de subúrbio, quando não estava com nenhum fusca-68 para consertar. Nossa visão estereoscópica foi um grande diferencial em nosso processo evolutivo. De saltar de árvore em árvore até poder fugir melhor de um predador. O problema é que cada olho capta uma imagem e o cérebro é quem monta tudo e traduz para si mesmo o que está vendo e é aí que a bagaça desanda, pois na verdade o cérebro inventa a informação, indo para o que lhe é mais familiar, como é o caso da ilusão do filme a seguir: