Malária, políticos e pastores safados, como qualquer doença parasitária, são um enorme problema, que normalmente ataca a pobretada. Quem mora na Barra da Tijuca muito dificilmente contrairá malária. No máximo, serão vizinhos dos outros dois. Sua determinação é feita através de exame parasitológico do sangue em gota-espessa, cujo resultado sai entre 20 minutos a pouco mais de uma hora (maiores informações no PDF do manual de diagnóstico laboratorial editado pelo Ministério da Saúde).
Obviamente, você irá me perguntar: "André, ó, André! Seria possível ter algum método de detecção da malária sem ter que tirar sangue do paciente?"; e eu vo-lo responderei: Eu vos dou A CIÊNCIA!
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Em abril de 2013, o governo dos EUA deu o chute inicial a uma iniciativa inovadora. Infelizmente, o corte de verbas impediu de se construir um porta-aviões que voa, então, os caraminguás foram para outra coisa: explorar o cérebro, no que ficou conhecido como Iniciativa BRAIN, que originalmente tinha como meta restaurar memórias perdidas em veteranos de guerra, mas acabará fornecendo ferramentas aos cientistas para entender melhor no que se passa na cabeça das pessoas, estudando os circuitos cerebrais individuais. Para isso, estão usando uma ferramenta t~]ao complexa e tão simples ao mesmo tempo: luz.
Em tempos de mandarmos sondas, rovers e satélites para Marte, enquanto o Brasil investe em um satélite que mais serviu de míssil balístico, estamos apenas esperando o momento em que pudermos mandar um astronauta para o Planeta Vermelho. O problema está que a viagem é longa e o máximo que se puder tornar a vida dos tripulantes o mais confortável possível, mais garantida será o sucesso da missão, pois se comida de hospital já é uma bosta, imaginem aqueles trecos que são servidos na Estação Espacial Internacional.
Para qualquer um que estudou num colégio decente, a ligação entre dinossauros e aves é mais que clara. Várias são as evidências que suportam a isso, como ossos ocos, bolsas aéreas etc. Agora, evidências arqueológicas trazem mais uma ligação entre dinos e galos. E esta é uma… crista!
A diabetes mellitus tipo 2 também é chamada diabetes tardia. Ela diferencia-se da tipo 1 pois esta última é devida da total ausência de insulina no corpo e, caso você tenha frequentado um colégio, sabe-se muito bem que para a tipo 1 é preciso injeções de insulina. A tipo 2 não é mais tranquilinha. Para entendermos como o inimigo se comporta, é preciso saber de onde ele veio, como apareceu e como ataca. Se não temos todas as respostas sobre como essa doença surgiu, pelo menos sabemos como ela apareceu em latinos. É o que a pesquisa sobre as mutações genéticas ocorridas em indivíduos que dariam origem a povos latinos.
Um dos grandes problemas da ciência médica é em relação a transplantes. Por um lado, não se tem doadores de órgãos em quantidade que possa atender todos na fila de espera. Por outro lado, temos os problemas de rejeições, obrigando os pacientes a tomarem imunossupressores, o que acarreta em vulnerabilidade a doenças infecto-contagiosas. Pesquisadores no mundo inteiro se perguntam: seria possível construir um coação artificial eficiente? Sim, é. O primeiro coração artificial propriamente dito foi criado em 1982, apesar de haver modelos mais, digamos, primitivos inventados na década de 1940.
O homem de cabelos brancos sobe a montanha. Chegando no topo, ele olha em volta e se maravilha. Mas, mais do que isso, ele maravilha a todos os que o observam naquele instante. O ar frio lhe enche os pulmões, ele olha de volta ao milhões que o seguem e começa a descrever tudo aquilo.
Há muitos artigos sobre cães e sua relação com o Homem, como
Eu não canso de pedir "Sociologia, sua vez!", "Filosofia, sua vez!" cada vez que eu posto algum advento tecnológico que venha minimizar problemas de saúde. Claro, se eu for fazer isso para cada nova descoberta, pesquisa ou estudos inciais da CIência, seria cansativo A realidade é que filosofi e sociologia só existe para termos gentinha chata que vai dar aula de sociologia e filosofia, alegando que estas duas porcarias servem para algo.
Já me perguntaram por que eu não me dediquei à Ciência, se gosto tanto dela. A resposta é simples e emocionante: não sou uma pessoa pura, boa e paciente. Eu vi de perto como funciona o meio acadêmico no Brasil e concluí que era preferível trabalhar em loja de presentes no meio da 25 de março em pleno Natal. Quando se trabalha num lugar como o Museu Nacional e vê o pessoal quase saindo na porrada por causa de um litro de álcool, você vê que há algo de errado (na verdade, quem estava brigando eram os estagiários, pois os senhores, professores, doutores do cacete a quatro não iam trabalhar. Só apareciam no fim do mês para assinar o ponto).