Grandes Nomes da Ciência: Kathleen Drew-Baker

O casal está em casa. É sábado e a noite está convidativa para ficar em casa. Obviamente, não tem nada na TV que preste, mas com serviços de streaming e a Locadora do Paulo Coelho, basta escolher um filme qualquer para passar. Seria legal pedir alguma coisa, né? Claro! Comida japonesa? Pode ser. A encomenda é feita e algum tempo depois chegam os sushis, os temakis e outras iguarias. Algo trivial e comum, mas pratos como sushis e temakis só são possíveis de fazer graças a um tipo particular de alga. E essa alga só é possível graças a uma mãe zelosa.

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Comunidade autossustentável precisa que alguém a sustente

Eu acho comunistas uma classe de pessoas fascinantes. São dignos de serem observados por um zoólogo. O mais interessante de comunistas é que eles adoram as maravilhas do Capitalismo. Não só adoram, como praticam; mas parece que não sabem disso. outra coisa que eles não sabem é o mínimo de Biologia e isso acarreta em certas peculiaridades, como uma certa ONG que resolveu plantar arroz orgânico, sem estes venenos que o agronegócio malvado usa, tendo enormes gastos, porque se tem uma coisa que o Capitalismo Opressor gosta é de gastar dinheiro em demasia. O problema foi que eles perderam toda safra de arroz e agora estão pedindo ajuda aos universitários ao pessoal para doar dinheiro pra eles, porque é assim que o mundinho deles funciona: não deu certo, pede dinheiro pro papai, pros amiguinhos, para a Internet inteira.

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Canudinho de Refrigerante do Mal está destruindo o planeta, segundo políticos cariocas

No universo das pequenas coisas, você precisa fazer um estardalhaço com algo que não tenha efeito nenhum, de forma a fingir que trabalha e mostra serviço. Nada é mudado mas você tira onda que está fazendo muito por todos, quando efetivamente não está fazendo nada para ninguém. É com base nisso que se baseia esta proibição imbecil dos canudos de plástico no Rio de Janeiro. Motivo? “Ain, o meio-ambiente lindinho não pode ser emporcalhado por causa desses malditos canudos”. Que nem a foto ao lado mostrando a imensa quantidade de canudinhos de refrigerante.

Mas, Oh!, nós sabemos muito bem o verdadeiro motivo por trás disso.

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Empresa cria tecnologia incrível para sequestrar CO2 da atmosfera. Árvores ainda mais baratas e eficientes

Eu adoro essas ações de “conscientes” prontas a salvar o mundo. E como bem sabemos, muitas dessas “ações” são basicamente uma forma de arrumar dinheiro dando um balão no Imposto de Renda; e isso vale para todo lugar, não só no Brasil. Assim, uma empresoca canadense – que os jornaleiros frisaram ser “financiada pelo bilionário americano Bill Gates”, mas omitindo que a Fundação Bill & Melinda Gates financia inúmeros projetos, sendo a maior organização filantrópica do mundo – veio com lero-lero alegando ter inventado uma tecnologia capaz de remover o CO2 do ar a preços acessíveis.

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Pesquisa estuda como corais são extintos e voltam a vida

Aprendi com Jurassic Park que a vida sempre dá um jeito. Espero que isso valha para todo tipo de ser vivo, exceto para os jovens atuais. A verdade é que o planeta tem passado por períodos de extinção, para depois a vida começar a se proliferar novamente. Basta só alguns exemplares e já é o suficiente. Um exemplo desses ocorreu há treze mil anos, quando a última era glacial terminou e trechos inteiros da Grande Barreira de Corais da Austrália pereceram. Os níveis dos mares aumentaram muito, impedindo a luz solar chegar às camadas mais profundas do oceano, o que gerou uma mortandade de seres fotossintetizantes e dos que dependiam deste para se alimentar. Foi uma catástrofe sem igual!

O recife acabou se recuperando, mas a vinda a nova leva de vida, fica0-se a pergunta: como aconteceu? Bem, parece que não foi num ponto só. E parece que isso não foi tão inusitado assim.

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Em termos de respiração, extremófilos são gente como a gente

Há algumas diferenças entre humanos e certos micróbios, principalmente se a gente der um rolé por redes sociais. De vez em quando eu acho inclusive que micróbios são melhores, mas não entrarei neste assunto. A semelhança entre nós e alguns extremófilos tem muitas similaridades de ordem química, pois estes seres pouco evoluídos (os extremófilos) precisam de sistemas básicos de conservação de energia e respiração, muitos dos quais são os mesmos em seres humanos também.

Você achou estranho? Não sei porque seria, já que se é eficiente, qualquer mudança seria fatal e a Seleção Natural não é boazinha.

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Espécies invasoras atacam a Europa e estão vindo pro Mediterrâneo. CORRÃO!

Espécies invasoras são quando um determinado ser vivo, acostumado ao seu habitat, vai parar em outro habitat e começa a se proliferar lindamente, principalmente quando os seres que estão ali não são algo que irá predá-los. se eu for morar na Antártida, a probabilidade é eu morrer de frio, ou um urso cinzento me devorar vivo. não, péra, ursos cinzentos são meio difíceis de aparecer na Antártida. o que vai me ferrar é o frio mesmo. já chegando em alguma clareira da Nova Zelândia, o máximo que vai me enfrentar é um Hobbit, então, ficarei tranquilo lá. espécies invasoras sem predadores acabam se alastrando e, SURPRESAAAA, este biltre desavergonhado é que será o predador de todo mundo, como aconteceu com um crustáceo malvadão, que saiu invadindo a praia alheia.

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Ossos são excelentes para adagas, confirma pesquisa. Seu cunhado tem um para doar?

Papua Nova Guiné é um lugar exótico. Por “exótico” é algo tão longe e esquisito que imaginamos mil cenários; quase todos fantasiosos. Lá poderia ser até Wakanda, mas sem o Vibranium. Só que não é bem assim. Papua Nova Guiné não fica na África, mas na Oceania e é praticamente um monte de ilhas juntas. Aquele lugar é um caldeirão cultural há séculos, com mais de 800 línguas diferentes e uma população de cerca de 7 milhões de habitantes. É praticamente um Rio de Janeiro sem as favelas (não que o país seja muito melhor que isso).

Papua Nova Guiné ainda tem muitos aborígenes, semelhantes aos aborígenes australianos. Alguns deles pertence à tribo Korowai que, por sinal, antropófaga. E por falar em antropofagia, sabe essa imagem que abre o artigo? Pois é, são adagas. Adagas feitas com ossos humanos.

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Lago ácido, quente, venenoso e mortal. Que lugar melhor para se ter vida?

Astrobiologia é um ramo… interessante. Ele estuda algo que não se sabe se existe: vida em outros planetas, em outros sistemas, em algum lugar da galáxia. Sim, eu sei que parece coisa de maluco, mas há de se começar a pesquisa de alguma forma, e isso é feito achando lugares esquisitões aqui na Terra que sejam semelhantes a outros lugares em outros planetas. É aquele pensamento: “se encontrarmos algo vivo aqui, em Marte será fichinha”. Alguns desses lugares pesquisados são lagos vulcânicos, que são quentes, fedidos e tóxicos (não necessariamente nesta ordem).

Por falar em lagos vulcânicos, um grupo de pesquisadores descobriu micróbios vivendo em um, e eles estão traçando um paralelo nos dias antigos de Marte.

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Humanos mandaram megafauna pro saco antes do que se pensava

Dizem que seres humanos são um grande mal deste mundo, pois causou a extinção de várias espécies. O fato de ter havido grandes extinções várias vezes, quando mais de 90% da vida na Terra ter ido pro saco de uma vez só, bem antes de sequer haver humanos, passa batido. Somos mais um agente da Natureza fazendo o que a Natureza faz de melhor: acabar com a própria Natureza, mas não tão eficientes quanto um meteorão do mal como o que caiu em Yucatán.

Podemos ter em mente que quando apareceram hominídeos, eles não fizeram nada além do que qualquer espécie faz: detonar com as demais. O problema é que nossos tatataravós desenvolveram tecnologias que os fizeram mais eficientes nisso. Estudos atuais estão apontando que começamos a mandar as grandes espécies (ou megafauna) pro doce colo da inexistência mais cedo até do que se pensava.

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