Ontem, eu escrevi sobre inciativas voltadas para crianças se aproximarem mais da Ciência. Desde periódicos científicos escritos para crianças até robôs sugadores de cérebros fofinhos para se brincar. Mas nada, NADA, supera esta maravilha que eu vi (curiosamente, foi ontem também, mas não tenho tempo de ficar aqui escrevendo o dia todo). Trata-se do primeiro controle remoto de barata. Não, não é um robô barata ou carrinho com uma "capa’ de barata por cima. É uma barata, MESMO!
Quero isso de natal, já sabem!

Eu pensava que era regra que toda regra tem exceção, mas faltou um adendo: "É regra que toda regra tem exceção, salvo no caso de jornalistas"; e, como vocês bem sabem, jornalista falando de Ciência é a mesma coisa que tartaruga tentando costurar.
Eu não sei como a maluquice começou a tomar conta, mas ela se alastrou de vez. Jornaleiros ficam enchendo a boca que possuem diploma, o que é uma pena. Ao invés de tirarem um diploma, deveriam ter usado o tempo da faculdade para estudar coisas que prestem, como Física Básica e Lógica, por exemplo.
Meu RSS é lotado às vezes. Nem sempre tenho tempo de ler tudo. Às vezes, eu leio e me interesso sobre algo que eu possa postar. Salvo o atalho muitas vezes no dropbox, para falar sobre (o que na maioria das vezes não acontece, dado o tempo ou outro assunto melhor). Assim, só hoje que eu vi um artigo do The Economist do dia 19/10, falando sobre como as coisas na Ciência andam mal.
Eu já postei aqui sobre museus de Ciência, em que
Então, amigos, vocês que nos acompanharam durante o 1º (e único) Vale-Tudo de Deus (vulgarmente conhecido como
Eu vivo dizendo que o Brasil está na Era Pré-Científica. Nós não voltamos à Idade Média. A bem da verdade, nunca saímos dela. Antes, Andreas Vessalivs tinha que pegar corpos escondido para estudar anatomia, porque o tosco do Galeno teve que usar cadáveres de animais, pois estudar o corpo humano era proibido, tabu, sujeito a pena de morte. Daí, Galeno escreveu um monte de bobagens que duraram séculos, como os humanos terem fêmures curvos, mandíbulas divididas em duas etc. 
Existem muitas regras na Internet. A mais famosa, é a Regra 34, que diz "Para qualquer coisa na Internet, existe uma versão pornô". A Regra Crental é uma derivativa: "Se algo existir — e não for da minha igreja — é coisa de Satã".
Resposta: Não, é claro!