
Dentro em breve, terei novidades. Uma delas é que eu estou preparando um novo livro; dessa vez, focado em religião, crítica textual bíblica e história (da religião, óbvio). Como o sábio filósofo disse, quem quer rir tem que fazer rir, e alguns de vocês me fizeram rir um bocado com o financiamento que vocês me direcionam. Então, resolvi dar um presentinho.
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Domingão de Sol. Por causa da quarentena que todo mundo está violando e eu não sou idiota de ir nessa onda, não pude alugar um caminhão para ir comer feijão. Bem, é isso. Estou pouco inspirado hoje. É só abertura para postar os artigos que publiquei durante a semana.
As pessoas são burras, e eu canso de falar isso. Nos piores períodos da História aflora-se o pior das piores pessoas. De vez em quando, aflora o pior até das melhores pessoas. Voltando ao ponto da primeira frase: as pessoas são burras, extremamente burras. Num mundo que há
Estamos num domingo pachorrento, com pessoas abertamente tocando um dane-se para o isolamento, saindo para beber e fazer nada no meio de um mundaréu de pessoas com a bênção dos governantes, que jogaram a subnotificação no 11, alegando que de sábado para domingo só houve 43 mortes. Ninguém liga, ninguém se importa.