Sim, eu sei. Parece notícia do Jornal Meia Hora. Richard Handl (e não Häendel) cismou que tinha que usar seu "vastíssimo intelecto" (Disclaimer: isso é sarcasmo, caso não notaram) em prol da Ciência. Assim, ele reuniu vários compostos químicos e pesquisou sobre os problemas energéticos do mundo. O que acarretou é que ele acabou no xilindró, vendo a Greta Garbo nascer quadrada (eu mesmo não sabia que era tão velho a ponto de me lembrar da Greta). Qual o problema? Talvez porque ele estivesse co material radioativo e quisesse fazer uma bomba atômica.
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Não é perseguição. Todos nós sabemos como as mulheres podem ser perigosas 
É interessante como as coisas perdem seu significado primaz com o passar do tempo. Se antes uma ação, movimento ou simplesmente um utensílio começou para ter um determinado fim, depois de certo tempo tais coisas adquirem uma nova utilização (ou nem tanto), acabando por ser muito diferente de quando começou. Um exemplo seria o Viagra, que foi desenvolvido para problemas cardíacos e terminou por ser a felicidade de muita gente, mas por outros motivos.
Na sexta-feira, dia 22/07, o terror caiu sobre a Noruega como uma praga vinda do Inferno. Não era o Império Romano e nem um levante viking. Também não eram as forças alemãs e nem o poder aniquilador de Odin. O pesadelo adquiriu a forma de um homem. Um homem que não estava de turbante, não usa barba e nem disse Allahu Akbar! O homem é cristão e, até onde se consta, é cristão de verdade, armado até os dentes e atirou para matar. O infortúnio fez com que ele tivesse êxito em 93 vezes.
O soldado exausto repousa numa maca improvisada, abrigada sob uma tenda de lona. Lá fora, o vento gelado da Criméia urra como um monstro e a dor e a exaustão estão prestes a reclamar mais uma alma. O vulto silencioso chega à entrada da imensa barraca e sua vestimenta farfalha ao vento. O medo nos olhos daqueles pobres diabos era palpável e o vulto com a mão levantada traz consigo uma lâmpada. O vulto aproxima-se do soldado e este percebe que chegou seu fim, que a Morte chegara… Não, não foi a morte quem entrou na barraca, mas a Vida.
Como pode coisas minúsculas influenciar tanto assim o nosso conhecimento? Como pode um simples detalhe como uma casquinha mudar o rumo da Ciência? Como pode um peixe vivo viver fora da bacia? Tirando a última pergunta, as perguntas remetem em como a Ciência flui e novas descobertas, apesar de ridiculamente sem sentido, respondem grandes questões e abrem a porta para mistérios escondidos. Antes que dois britânicos roubassem a pesquisa de Lise Meltner, um certo monge havia descoberto o princípio de como somos o que somos, de como nossas características são que nossos pais permitiram que fosse.
Divulgadores de ciência sempre temos nossas personalidades favoritas. Nunca escondi que Carl Sagan é o modelo que todos os que escrevem sobre Ciência deveriam ser. É injusto, no mais das vezes, termos que escolher um ou outro como preferido, mas isso vai de nossa opinião, onde sabemos que isso em nada desmerece o trabalho de outros. Entretanto, posso escolher mais um, na categoria "Ainda Vivos".
Estamos em tempos de mudança. Enquanto
A vida prega peças. Ou não, mas é, por vezes, de uma ironia tão deliciosa que acaba nos fazendo rir muito, garantindo nossa felicidade e bons momentos. Digo isso porque estava tranquilamente vendo filme em casa e, ao fim do mesmo, resolvi checar meus e-mails e ver se tinha algum comentário a ser aprovado. Qual não foi a grata surpresa de ver duas mensagens enviadas pelo fale conosco? Mensagens tão diferentes e tão similares entre si, provando que mesmo os mais ferrenhos adversários se tornam iguais na estupidez e retardo mental.