Fico assombrado com a maneira que os jornalistas noticiam qualquer descoberta científica. Alguns chamam isso de Divulgação Científica. Eu chamo de “Pelo amor de Deus, que merda é essa?”. Muitos exemplos eu já dei aqui e em qualquer blog de divulgação científica decente sempre aparece uma amostra de como algumas pesquisas possuem informações totalmente deturpadas, a fim de ficar mais “palatável”. Daí, eu fiquei imaginando, o que aconteceria se os jornalistas esportivos dessem notícias nos mesmos parâmetros do pessoal que se intitula jornalista científico. Acho que daria no diálogo a seguir.
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Bom, você tem duas maneiras ds ler este artigo. A mais fácil é lendo apenas a resposta: Sim, é necessário. Ainda é necessário e ainda vai ser por um bom tempo.
Este título parece algum título de filme do Robie Zombie, mas o pior é que traduz exatamente o que a notícia diz: Mahmoud Ahmadinejad, o tosco presidente do Irã, que parece que nunca lava ou lavou a cara direito, resolveu que Paul, o Polvo Vidente (que, por sinal, acerta mais do que o Juscelino da Luz), é servo de Arimã, e símbolo da decadência ocidental. Alá! Alá! A lá que merda de polvo é essa?
A essas alturas, o Twitter anda pegando fogo. Bem, ele sempre pega fogo, já que há muitos desocupados que vivem espalhando suas revoltas com todos. Essa em particular foi contra o jornalista Datena, porque, na visão dele, ateus são seres malévolos, responsáveis por tudo de mal que há no mundo, desde a criminalidade até caso a sua colheita seja vítima de pragas e a Baía da Guanabara se encha de sapos e a água vire suco de cebola. Assim, os fantásticos revoltadinhos fizeram mais uma de suas incríveis façanhas e usaram seu poder e gloria para contraatacar: criaram uma tag no Twitter CalaBocaDatena.
Sexta-feira passada (16/07) entrou em vigor, no Rio de Janeiro, uma lei que limita o uso de sacolas plásticas pelos supermercados de grande porte. De acordo com a lei, os grandes supermercados não poderão mais oferecer sacolas plásticas, ficando responsáveis também pelo seu recolhimento, tendo que oferecer um desconto de 3 centavos por cada cinco produtos comprados. A estúpida ideia foi proposta pelo ex-ministro do Meio Ambiente e deputado estadual Carlos Minc (PT), que se acha mais inteligente que uma abóbora, mas eu tenho cá as minhas dúvidas.
É fato óbvio que o Brasil está se tornando uma nação de ignorantes. Quando até mesmo o Presidente se vangloria por não ter estudado, qual o futuro está reservado para nossos estudantes? Nenhum, pois estudar no Brasil é praticamente se candidatar a ser xingado, vilipendiado e ser visto como uma criatura anormal. Para o
Pessoalmente, eu sempre achei que a vontade de alguns ateus, neo-ateus e aborrecentes revoltadinhos de se “desbatizarem” é mostra de idiotice. Como coisa que batismo lhe obrigasse a seguir todos os preceitos do Império do Mal Vaticaniano. Se fosse assim, os padres seriam os primeiros a respeitar o mandamento “Não conspurcarás o rabo alheio”. Ok, eu sei que isso não é um mandamento, mas seria uma tradução da parte do “Não cobiçarás a mulher do próximo”. Mas, claro, isso não seria extensivo aos meninos. Bem, melhor deixar estas elucubrações de lado.
E no doce mundinho religioso – onde o bom senso é artigo de luxo, não disponível à maioria das pessoas – vemos o quanto temos que respeitar tradições e culturas diversas. A África é um continente multicultural e devemos respeitar todas as culturas de lá. Assim, como poderíamos falar mal dos queridíssimos xamãs, pajés ou seja lá como chamam o bando de retardados que perseguem pessoas simplesmente por nascerem diferentes. E diferente que eu digo é nascerem albinas. O que essa raça miserável faz com os albinos? Acusam-nos de bruxaria e querem fazer poções mágicas com eles. Que tal?
Deputados franceses aprovaram nesta terça-feira (13/07) um projeto de lei que proíbe o uso de véus islâmicos em espaços públicos. Agora a lei seguirá para avaliação do Senado, em setembro, e é bem capaz de ser aprovada, mas ainda deverá passar por uma avaliação constitucional, e é aí que mora o problema, pois há coisas mais fundamentais num sistema de governo democrático do que os políticos gostariam que fosse. Será que isso é mesmo necessário?