Atualmente, é moda sentir orgulho. Não que isso seja errado, mas da mesma forma que outros modismos, a baixa auto-estima faz com que as pessoas berrem a plenos pulmões o quanto são orgulhosas por algum evento fortuito. Claro que pais sentem orgulho por seu filho ter se destacado de alguma maneira, como o soldado do 8º Pelotão do Corpo de Bombeiros de Araguari, MG, que salvou a vida de uma criança de 1 ano e seis meses. Trabalho bem feito, missão cumprida. Também é um orgulho ver seu filho passar dia e noite estudando para conseguir boas notas, estudando em meio à marginalidade, acabando por se formar engenheiro, médico, professor etc, mesmo quando as probabilidades de ele se tornar um marginal tendiam para 100%.
Infelizmente, o orgulho foi banalizado e os pobres coitados acham que devem empurrar para a sociedade seu despeito e baixa auto-estima. Atrelado a isso são criados muitos dias e passeatas: Marcha pra Jesus, Dia da Consciência Negra, Dia Internacional das Mulheres, Dia do Orgulho LGBTFDSKJT entre outras letras que já não sei mais o que significam etc. Agora, polítiqueiros políticos propõem a criação do Orgulho Hetero. Preparados para o mimimi?

Beth Din não é nome de artista de Hoollywood. Também chamada de Beit Din (ou "Casa do Julgamento"), trata-se de um tribunal rabínico da ala ortodoxa do judaísmo. Eles são responsáveis pela aplicação da Halachá, as leis judaicas que se baseiam não só na Torah (o Livro da Lei) como nos costumes judaicos provindos daí em diante. Só para ser implicante, eu posso comparar isso com a Sharia, o código de leis dos muçulmanos. Na melhor das comparações, são leis idiotas escritas na Idade Antiga/Média e se baseiam em crendices, costumes tribais e em uma absurda ignorância provinda de uma estupidez galopante.
Diferente de gente que chinga muinto nu tuíter, eu sou um homem ocupado. Não tenho tipo tempo de postar mais coisas coisas interessantes, apesar de meus leitores se preocuparem em trazer notícia que não tem nada a ver com o artigo proposto. Uma questão de manter o foco (de repente, TDAH). Eu tenho visto os idiotas postando suas besteiras mas resolvi deixá-los para se esparramarem, ao contrário das batatinhas recém-nascidas. Eu já nem espero mais que os retardadinhos tenham um mínimo vislumbre de sanidade; mesmo porque, caso eles tomem jeito, não teremos mais uma edição da sua VOZ DOS ALIENADOS!
É, eu sei. Você pensou que tinha visto de tudo na sua vidinha insossa. Se você é daqueles(as) que sai pulando por campos floridos lendo Pollyana e cantando o tema da Noviça Rebelde, saiba que muitos não estão nem aí pra sua infância, pois um livro lançado na França fará com que você tenha um ataque de piti. Nesse livro é dito que os smurfs, aquelas criaturinhas azuis que você nunca conseguiu entender direito o que eram não passam de facínoras safados, sexistas, racistas, antissemitas, feios, chatos e têm cara de Na’vi.
Eu sou a voz inaudível que sussurra ao seu ouvido. Sou aquela que virá sobre ti e o envolverei em meus braços; e você saberá, neste momento, que seu destino está selado, pois eu sou Nêmesis, filha de Nix, a noite, e a vingança dos deuses. Eu puno os maus e restauro o equilíbrio. Eu castiguei reis, imperadores e vós não escaparás de mim!
Parece uma ironia do destino, mas se tivermos em mente que o destino de todo ser vivo é morrer um dia, o título do artigo não adquire mais um tom estranho. O doutor Jack Kevorkian ficou conhecido por defender o suicídio de pessoas com doenças terminais e admitiu ter ajudado pelo menos 130 doentes terminais a cometerem suicídio. Ele morreu esta noite, aos 83 anos, de modo tranquilo e sem dor, o que talvez tenha algum significado (ou não).
Não é de hoje que o mundo está degenerando. Por muitas gerações, o mal caminha entre nós, esconde-se entre pessoas de bem, rasteja furtivo em nossa sociedade e camufla-se até mesmo em nosso círculo familiar. O mal que espreita nossa sociedade, o mal que inverte valores, que quer que aceitemos coisas anormais como sendo algo natural, quando sabemos que não é nada natural. Um mal que querem que aceitemos passivamente, de forma que nossa simples opinião seja ceifada para que nossas crianças não vejam como é perigoso e vil o ato de alguns degenerados. É chegada a hora que lutarmos e mostrar que canhotos não podem ser aceitos numa sociedade civilizada.
Enough is enough! Até mesmo a paciência do Império do Mal Vaticaniano tem limites. O que não tem limites é a safadeza que rola (ops) lá por dentro e por fora (ooooooops). Em 2009, noticiamos
Roma pode não ter sido o maior dos impérios, mas foi o mais fantásticos, em minha opinião. Sua sociedade, sua política e até sua religião (e não as da Grécia) são peças que ainda hoje podem ser encontradas na cultura ocidental de hoje. Todo o sistema judiciário brasileiro foi baseado no Direito Romano e não aquela babaquice de não cobiçar a mulher do próximo, como se ela fosse mais um utensílio como gado, terras, casa etc.
Eu não tenho tido muito o que fazer de noite (mentira!); por isso, tenho dado umas passadas pelo twitter, espalhado minhas verdades divinas e lido #mimimi de todos os tipos. Daí, eu mal conecto e o que vejo? Sinais do fim do mundo! Fico sabendo que existe politico no Brasil que pensa (sem ser besteiras). A