
O Very Large Telescope array (VLT) é um dos mais avançados sistemas astronômicos do mundo, baseado num sistema óptico que é uma estupidez. Os telescópios possuem pouco mais de 8 metros de diâmetro e quatro telescópios auxiliares móveis com 1,8 metros de diâmetro, podendo ser usados indivualmente ou em grupo, captando uma imensa área do céu, com as imagens processadas e montadas como se fossem uma única, obtida por um aparelho só, formando um “interferômetro” gigante, permitindo que os astrônomos vejam detalhes até 25 vezes mais finos que os telescópios individuais.
Todas as noites, os grandes espelhos do Very Large Telescope estão expostos aos caprichos da atmosfera, clima e cercanias. Seus imensos espelhos gradualmente acumulam poeira e outras sujeiras, emporcalhando o equipamento e fazendo com que seu trabalho fique mais difícil.
Continuar lendo “Time Lapse da limpeza de um gigantesco telescópio”

Olhos perspicazes olham para outro mundo. Este observador viu mudanças inteiras, fantásticas, incríveis. Os seres observados ignoram aquela presença, mas se sequer fossem capazes de imaginar, com certeza, o chamariam de “divindade” ou um Celestial. Desde o alvorecer até o desenrolar da pré-história, o Observador, calmo e paciente, vê as suas crianças se desenvolvendo. Um dia formarão cidades e inventarão a escrita? Pouco provável, mas o Observador apenas anota o tempo mediante a sua escala de vida, o que parece éons e éons para aqueles lá observados.
A população é burra em sua maioria.
Na catástrofe que foi a Extinção do Permiano, no período Triássico-Jurássico (aquela que caiu um meteorão do mal, evento também chamado Triássico Tardio), mais de 50% das formas de vida foram para a vala, mas que sobrou foi o suficiente para acarretar em youtubeiros e seus comentaristas hoje (o que eu não sei dizer se foi uma boa, mas Evolução nunca significou melhoria). Entretanto, apesar da mortandade quase total, pesquisas atuais mostram que não houve mudanças drásticas na forma como os ecossistemas marinhos funcionavam.
Leis existem basicamente para regular uma sociedade, ou é o caminho para dar merda. Basicamente , leis existem para proteger a sociedade de si mesma, mas para tudo tem limite. Leis levadas ao extremo podem ser o caminho para a vergonha alheia, como juntar um efetivo policial para ir pegar um terrorista malvado sob a forma de boneco publicitário.
Vocês pensam que cães são criaturinhas legais enquanto gatos são um bando de FDP.
Uma das bobagens mais densamente replicadas é que o Homem não pôde ir à Lua por causa do Cinturão de Van Allen, já que a radiação lá tostaria qualquer um. Obviamente, isso é de uma estupidez galopante e eu explico isso em meu vídeo. Claro, a radiação está lá, mas cientistas são um pouquinho mais espertos que um idiota que cursou um tosco Ensino Médio em colégio público de periferia, mas que se acha esperto porque viu um vídeo no YouTube. E se um vídeo no YouTube prova alguma coisa, o meu também serve como parâmetro e terá que ser aceito.
Abelhas são incríveis animais que adaptaram-se muito bem e estão prontinhas a competir pela vida. Para tanto, é preciso ter certas capacidades x-abelhas, como conseguir enxergar em ultra-violeta, por exemplo. Por outro lado, é extremamente interessante às flores serem polinizadas, pois isso garante reprodução da espécie. Sendo assim, quanto mais facilitar o trabalho das abelhas, mais garantida será a polinização. Por isso que à luz ultra-violeta elas são tão chamativas.
Um barulho no meio da noite. Um farfalhar. O medo se faz presente nas crianças pequenas. Pazuzu resolveu aterrorizar as pobres crianças, pois assim elas dariam o melhor que ele poderia ter: suas almas. Mas um demônio não pode simplesmente arrancar a alma de alguém, sem mais nem menos. Almas têm que ser ofertadas, principalmente no suicídio, já que a alma torturada no inferno é facilmente possuída pelos seres das Trevas. Pazuzu então encontra uma brecha incorporando na avó das crianças. As crianças com medo fogem e pulam pela janela. Pazuzu conseguiu o que queria… ou quase!