Pesquisadores criam forma inédita que todo mundo conhece para transformar eletricidade em combustível

Estamos com um real problema que nem é mais futuro. Já se tornou presente: combustíveis. Temos uma necessidade gigantesca por combustíveis. Nossas máquinas (de uma indústria até um cortador de grama) precisam de combustíveis. EUA dependem muito de geração de eletricidade por meio de carvão, óleo e gás. A cada dia, essa necessidade cresce, e cresce, E CRESCEEEEEEEEE! Cresce mais que os meus boletos e menos que minhas partes anat… deixa pra lá. o mundo urge que novas formas de obtenção de combustível sejam descobertas. Nisso entra os grandes pesquisadores da Universidade Stanford, nos EUA. Eles trouxeram uma forma barata de gerar eletricidade. Eficiente, já nem tanto.

O dr. Hongjie Dai é químico (com ele a oração e a paz). Ele tem seu próprio laboratório na Universidade Stanford, cujo site é um primor de modernidade de sites feitos no século XVII. Dai percebeu que o hidrogênio é o combustível do futuro, só que não dá pra pegar hidrogênio do ar, por ser muito escasso e custoso obtê-lo. Sendo assim, que tal água?

Cada molécula de água pode fornecer uma molécula de gás hidrogênio. 18 gramas de água podem fornecer, estabelecendo uma eficiência de 100% fácil de ser obtidanão ria, 22,4 litros de hidrogênio a zero grau Celsius. É um KABUM de respeito. Abaixo, uma foto dos pesquisadores de Stanford com sua grande inovação para a solução da crise energética.

 

Desculpem, errei a imagem. É esta aqui.

 

Sim, os gênios resolveram o problema do combustível usando eletricidade gerada por painéis solares, aquele método hipereficiente de gerar buzz, mas uma bosta para produzir eletricidade de verdade para alta demanda.

Dai e seu pessoal deu mostras de uma nova maneira de separar hidrogênio e oxigênio da água do mar através da eletricidadenão ria. De acordo com o trabalho, os métodos existentes de separação da água dependem da água altamente purificada, que é um recurso precioso e caro de produzir. O problema é que água altamente purificada não conduz eletricidade, mas isso é irrelevante. Já água do mar é altamente condutiva por causa dos sais contidos lá.

O problema nesse ponto é a corrosão, mas Dai não deu a menor bola pra isso. Segundo ele, o problema é que com a crescente necessidade de combustíveis, é preciso um sistema eficiente de produzir este hidrogênio, pegando células solares (que só funcionam quando tem luz solar) para produzir eletricidade, que depois será usada para eletrólise.

Imaginem que louco se, sei lá, gerassem eletricidade que seria armazenada em, digamos, baterias? Puxa. Quem sabe um dia teremos até carros elétricos. Carros, caminhões ainda é coisa de ficção científica e jamais iria ver o raiar do dia, né, Tesla?

Dai deu motivos para crer que o hidrogênio é uma opção atraente para o combustível porque não emite dióxido de carbono, mas água. O que Dai não deu a perceber é que produzir células solares é extremamente poluente, mas não se preocupem.Pode-se sempre usar hidrelétricas para produzir eletricidade que será usada para produzir hidrogênio. Ou, no caso dos EUA, que tal usar as termelétricas a carvão para produzir eletricidade necessária para eletrólise?

A pesquisa foi publicada na PNAS. Via @Cardoso, que sabe que eu adoro estes idiotas e assim demonstro que mesmo na minha área tem imbecis.

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