Incríveis e importantes pesquisas que você jamais imaginaria

Eu adoro pesquisas científicas. Algumas são o máximo e farão a imensa diferença no mundo, trazendo melhor qualidade de vida e conhecimento para o povo, fazendo-nos galgar os degraus da Evolução, indo para um outro patamar de nossa existência. Eu não tenho como pensar outra coisa ao ver que tem pesquisas que provam que pobres precisam sair pra trabalhar enquanto ricos podem ficar em casa. Já saber que prevenir é melhor e mais barato que remediar, mas o bom mesmo será mostrado no final deste artigo, com incríveis contribuições de pesquisadores, mesmo que seja no terreno do óbvio.

Ah, ia me esquecendo: Pesquisando a maluquice no Conhecimento, esta é a sua SEXTA INSANA!

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Os artigos científicos mais curtos do mundo

Todos nós pensamos que para se publicar um artigo num periódico com revisão de pares (também chamado peer review ou “periódico indexado”, mas carinhosamente chamados de “papers”) era preciso altas pesquisas, artigos seriíssimos, análise de dados aprofundados. Bem, não é que não precise. Precisar, precisa. Mas sempre tem aqueles que resolveram dar um balão, chutar o pau da barraca e mandar pra frente. Às vezes, conseguem seus intentos; sendo que alguns deles são bem lacônicos. Alguns, lacônicos até demais.

Aproveitem os melhores papers do mundo. E não se preocupem com o idioma. Vocês já vão entender o porquê.

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Cooper faz pesquisa reclamando de sexismo com bicho morto

Na quinta noticiamos que margarinas serão proibidas no Rio de Janeiro. Na sexta noticiamos que o prefeitosco Marcelo Crivela vai instituir atendimento médico usando um palantìr ou coisa que o valha. Aí você se senta para apreciar o sábado, achando que já chega de loucura esta semana.

ERROU, MISERÁVER!

Agora uma pesquisa que xingou muito num artigo científico reclamou da misoginia e sexismo nas exposições de museus, preferindo por dar mais ênfase a fósseis machos.

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Pesquisas doidas e pesquisadores óbvios são diversão garantida

Eu estava vendo algo para postar. Daí dei de cara com algumas pesquisas que seriam dignas do igNobel. outras que são interessantes, mas “meh”. Eu não achei efetivamente nada que merecesse muito a minha atenção, então eu pensei: hoje é sexta, vamos descontrair e ler o que alguns malucos andam escrevendo por aí.

Sexta insana? Sim, ESTA É A SUA SEXTA INSANA!

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Impeça gaivotas de roubarem a sua comida: fique de olho nelas

E dando voltas pelos caminhos e Nosso Senhor Hades, deparo-me com algo que fatalmente concorrerá ao prêmio IgNobel. Este prêmio premia (Irc! Construção bosta! Mas vai essa, mesmo) pesquisas sérias, porém inusitadas. Inúteis? Talvez, mas nem por isso deixou de seguir rigor científico (diferente de você, Tedson!).

Pense que você está calmamente comendo um lanchinho perto do cais. Aí chega aquele monte de gaivotas, doidas para filar o seu lanche. Você iria fazer o que? Gritar “xê”? Sair de perto? Usar um lança-chamas (o mais divertido até agora)? Nada disso. Segundo uma pesquisa, basta você ficar encarando a gaivota.

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Finja surpresa: Obesos têm maior tendência a gostar de comer

Eu gosto dessas pesquisas que jogam logo uma conclusão óbvia para depois emendar uma pesquisa científica no meio. Não, não estou falando do Brasil; isso acontece em outros lugares. Um exemplo disso é uma pesquisa que obesos têm uma melhor percepção de sabor e encontram maior satisfação na comida que indivíduos com massa normal ou leve sobrepeso. Oh, como eles chegaram nesta conclusão?

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Pesquisa critica que super-herois não têm corpos de humanos normais. YOU DON’T SAY!

Pesquisadores tem que entregar seus trabalhos e publicações em determinados prazos. Eles não podem deixar de publicar, seguindo a receitinha “publish or perish” (publique ou se foda, em tradução totalmente livre e sem noção). Daí, sempre voltam à receitinha de tentar dar algum sentido científico em programas de TV, filmes blockbuster ou histórias em quadrinhos. Como a onda da vez é Vingadores Ultimato, pesquisadores da Universidade Binghamton concluíram que heróis como o Capitão América são obesos.

Sim, pois é. Ah, e antes que eu me esqueça, este artigo terá spoilers de Vingadores Ultimato. Estão com sorte que eu avisei, já que este filme já tem quase um mês de lançado e nem estou contando com a pré-estréia.

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Jumentos não são burros de ficar no frio inglês trabalhando feito cavalos

Vocês sabem, eu adoro ciência. Ela é incrível, elucidativa e… divertida. Sim, eu me divirto aprendendo coisas novas. A questão é que eu TAMBÉM me divirto com certas pesquisas, mas por outros motivos. Aqueles motivos que também divertem outras pessoas a ponto de terem criado um prêmio para isso: o IgNobel, e uma pesquisa da qual fiquei sabendo deve alçar um certo pesquisador ao estrelato. De um jeito ou de outro.

Burros não gostam do clima britânico, detestam a chuva e o vento das terras da Rainha Elizabeth e ralam peito assim que as nuvens se adensam e as temperaturas caem.

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Pesquisadores criam forma inédita que todo mundo conhece para transformar eletricidade em combustível

Estamos com um real problema que nem é mais futuro. Já se tornou presente: combustíveis. Temos uma necessidade gigantesca por combustíveis. Nossas máquinas (de uma indústria até um cortador de grama) precisam de combustíveis. EUA dependem muito de geração de eletricidade por meio de carvão, óleo e gás. A cada dia, essa necessidade cresce, e cresce, E CRESCEEEEEEEEE! Cresce mais que os meus boletos e menos que minhas partes anat… deixa pra lá. o mundo urge que novas formas de obtenção de combustível sejam descobertas. Nisso entra os grandes pesquisadores da Universidade Stanford, nos EUA. Eles trouxeram uma forma barata de gerar eletricidade. Eficiente, já nem tanto.

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Segundo millenials, plantinhas fofas têm os mesmos direitos que pessoas. SOLTA ESTA BATATA FRITA!

Todos os seres vivos são iguais? Um dos meus questionamentos aos vegans (que quando confrontados com isso me xingam ao invés de responder) é por que defendem tanto animaizinhos bonitinhos, mas nos feios pode passar o certo. Alegam, entre xingamentos, que insetão feio causa doença, mas qualquer animal pode causar. Se bem que teve gente louca defendendo mosquitos causadores da dengue. Esses são mais honestos com suas posições, mas não deixam de ser imbecis.

Outra questão é: por que defender animais e não todos os seres vivos, plantas inclusive? Bem, é que um bando de energúmenos da Universidade de Sidney propõe: leis que garantam os mesmos direitos de seres humanos estendidos a animais e plantas.

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