Universidade de Oxford acha que mulheres são burras demais para fazer provas junto com homens

Eu achava que, independente do gênero, raça, cor e credo, pessoas são capazes de alcançar maravilhas (foi o Jor-El quem me ensinou). A História está cheia de mulheres matemáticas brilhantes, como Sophie Germain, por exemplo. Mas eu achei que isso podia acontecer até os dias de hoje. Tenho que admitir que, às vezes, muito raramente, eu cometo erros. E a prova disso foi o que aconteceu em Oxford. Lá, eles acharam que mulheres são burras demais para fazer provas nos mesmos moldes que homens. Dessa forma, as mulheres passaram a ter direito a um tempo de prova quinze minutos a mais que os homens, de forma a diminuir o vácuo entre os dois, o que chamam estupidamente de gender gap.

Gender gap é aquela frescura que mulheres ganham menos que homens, e isso por puro machismo. A verdade é que, normalmente, mulheres tendem a escolher profissões que pagam menos, como professoras, por exemplo. Ninguém menciona que na área de saúde mulheres são maioria, pois isso afeta a Narrativa. O interessante e que, se mulheres ganham realmente menos que homens, por que empresas não contratam só mulheres, economizando, assim, na folha de pagamento?

O PragerU tem um vídeo explicando isso. Tem legenda em português e deixa o pessoal da lacração bem irritado.

A Universidade de Oxford achaque as mulheres são muito burras e não são adequadas para matemática. Assim, enquanto as provas para homens têm duração de 90 minutos, as das mulheres tem 105 minutos. Isso, segundo a reitoria, fez com que as notas das mulheres acabassem sendo maiores. Legal, não?

Não, não é legal. As pessoas esquecem que o mundo fora da Academia é competitivo. Ao tentarem uma colocação no mercado de trabalho, elas irão querer os mesmos favores, e não vão ter.

Por outro lado, empregadores verão as mulheres como menos capazes, ainda mais que a própria Oxford reconheceu, direta ou indiretamente, que precisaram de um “empurrãozinho”, o que acaba sendo contra-producente. Daí, a culpa será de quem? Do machismo. Como resolver isso? Criando uma lei obrigando que até 2022, 30% dos membros em conselhos de administração de empresas públicas sejam mulheres. Afinal, competência é algo de somenos importância.

Parabéns, mulheres, meus floquinhos de neve incompetentes. Eu esperava mais de vocês, mas se vocês mesmas dizem que não são capazes, não serei eu a me preocupar. Nem a presidente da Microsoft Brasil, nem estas aqui.


Fonte: Daily Mail

4 comentários em “Universidade de Oxford acha que mulheres são burras demais para fazer provas junto com homens

  1. Obrigado pelo link e, por conseguinte, sugestão de canal no youtube. :D

    Vou esfregar esse vídeo na cara do próximo que falar em desigualdade de salários.

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