Casca de banana entristeceu criancinhas sensíveis

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O mundo dos floquinhos de neve, tidos assim por serem sensíveis e qualquer coisinha os ofende, é ridículo de tão patéticos que eles são. Qualquer coisa os deixa triguerizados (você leu este neologismo primeiro aqui), abalados, doidos para se encher de prozac, quando deveriam tomar um tapão na fuça para deixarem de ser idiotas.

E pior causa de que? Por causa de uma casca de banana.

No fim-de-semana passado, a Universidade do Mississipi organizou uma reunião entre alunos, um retiro de acampamento. Já começa que filmes como Sexta-Feira 13 me ensinaram que esses acampamentos sempre acaba em merda. Bem, não foi diferente neste. A reunião era para ampliar os laço do que eles chamam de Greek Life, que apesar de ter nome de posição sexual, é apenas uma reunião para estreitar laços, fortalecer a fraternidade e sororidade e outras frescuras. Eu fui pra Universidade não para fazer amigos (apesar de ter feito alguns) nem para fazer inimigos (o que consegui muito, inclusive quando chamei Lindbergh Farias pra porrada numa das suas palestrinhas mequetrefes da UNE, mas que não passava de campanha política). Eu fui pra Universidade para aprender, para adquirir conhecimento para fazer coisas que fedem e fazem KABUM.

Sério, não entendo esse lance de fortalecer laços e muito menos sororidade. A própria palavra “sororidade” parece algum neologismo do Guimarães Rosa. O tempo que os tosquinhos perderam indo pro acampamento eles teriam ficado estudando. E infelizmente a vida não imita a arte e não apareceu nenhum Jason Voorhes.

Ou será que sim?

Os estudantes estavam instalados no Camp Hopewell no condado de Lafayette para um retiro de três dias, mas que acabou rapidinho quando no sábado três estudantes negros encontraram algo absurdo, um ataque abjeto às suas etnias, algo praticamente idealizado pela Ku Klux Klan. Algo horrível e sem precedentes, que faria Jesus chorar, Martin Luther King fazer passeata e Malcolm X discursar violentamente contra brancos. O que eles encontraram foi…

Sim, uma casca de banana pendurada numa árvore. A presidente da aliança Alpha Kappa, Makala McNeil disse que todos eles ficaram paranóicos por alguns segundos. O incidente fez todo mundo entrar em DEFCON 2, levando a várias conversaçõs no acampamento. Houve sessões em grupo, os alunos compartilharam o que encontraram com os líderes nacionais do Conselho pan-helênico (não pergunte), provocando um dia de debates acalorados discutindo o simbolismo de uma porcaria de casca de banana. Aí, um prego chamado Ryan Swanson, admitiu que foi ele quem pendurou a casa de banana ali, por simplesmente não ter encontrado uma lixeira. Como ele não quis jogar no chão, deixou lá na árvore e foi embora.

De acordo com uma imbecil chamada Alexa Lee Arndt, diretora interina do grupo Fraternidade e Sororidade,

“Para ser claro, muitos membros da nossa comunidade ficaram feridos, assustados e chateados com o que ocorreu no IMPACT… Por causa da realidade subjacente, muitos alunos de cor permaneceram o dia todo conversando, manifestando-se em uma conversa maior sobre as relações raciais hoje em a Universidade do Mississippi”

ERA A PORRA DE UMA CASCA DE BANANA, SEUS RETARDADOS!

E o que falamos sobre gente completamente retardada?

Este tipo de vitimização é contra-produtivo, pois de tanto gritar LOBO! LOBO!, chega a um ponto que ninguém acreditará em você. Mas quem se importa? O interesse é lacrar e virar manchete de jornal. Quanto a mim? Eu prefiro que haja mais gente assim., a concorrência para minha filha será menor. Muito menor.

E para finalizar: sororidade de reto é órgão intumescido!


Fonte: The Daily Mississipian

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Sobre André Carvalho

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