Refugiados participam de ato por paz, no Rio. Vai bombar?

Hoje foi um dia atípico. Um monte de gente quis fazer paralização à guisa de protesto, mas era para não trabalhar mesmo. Tá, ok. Não é tão atípico assim. De qualquer forma, o dia de hoje foi marcado por um evento aos pés do Cristo Redentor, pedindo solidariedade com a Síria, que está num arranca-rabo oficialmente há seis anos, mas que na verdade vem de longa data.

As ONG IKMR e o Movimento Amor Sem Fronteiras promoveram um “Ato pela paz” pelos moradores da Síria, naquele velho lenga-lenga “vamos fingir que nos importamos”. Na verdade, é só para aparecer, mesmo.

Claro, coo não poderia deixar de ser, um bando de famosos já perdendo a fama, como Bruna Marquezine, Elba Ramalho e Cássio Reis (quem é esse?), estavam presentes. Afinal, é propaganda digrátis e basta abraçar uns molequinhos e voltarem à mídia. Eles queriam chamar a atenção da sociedade para os seis anos de guerra que devastam o país. Não é como se tivesse uma coisa chamada… sei lá… jornais? Mesmo porque, esta notícia foi veiculada pelo G1, o mesmo canal de notícias que fala da Guerra na Síria. Ou nem tanto. Na verdade, ninguém se importa com a Síria ou a briga que tem lá. Ninguém quer saber, ninguém se importa. Fingem até se importar com refugiados.

Aliás, eu nunca entendi essa parte dos refugiados. Primeiro, só querem ir para lugar maneiro, como a Europa, mas alguns vem parar no Brasil (isso seria prova que qualquer merda é melhor que ficar em país em guerra declarada). Curiosamente, ninguém quer ir para a Arábia Saudita ou Dubai. Chegam nos países ocidentais e querem impor sua cultura e preconceito, reclamando do preconceito dos outros. Sim, pessoal é meio esquisito!

Aliás, deve ser muito engraçado o cara fugir lá da Síria e ir parar na SAARA (Sociedade dos Amigos das Adjacências da Rua da Alfândega) no Centro do Rio e dar de cara com turcos (no Rio de Janeiro, falou em árabe é “Turco”) donos de loja de 1,99 se dando otimamente bem com judeus de lojas de joias, coreanos vendendo kibe, portugueses fazendo pizza, chineses fritando pastel, italianos donos de restaurante a quilo e cearenses preparando comida japonesa. Ninguém fica xingando o outro ou exigindo que moças se cubram ou reclamando de apropriação cultural. Negros se dão bem com brancos, amarelos, aborígenes e até mesmo aqueles chatos com CD de música “dos Andes” (alguns nem peruanos são) são respeitados. Tem evangélico gritando louvor a Jesus, anda-se 5 metros e se vê congregado mariano distribuindo santinho de Maria, Mãe de Jesus.

A SAARA do Rio de Janeiro fez mais pela união dos povos que a ONU. Merecia ganhar o Nobel da Paz. FikaDika! se bem que há outros modos de se unir pessoas.


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Também estavam presentes o reitor do Cristo Redentor, Padre Omar, a representante do Alto Comissariado das Nações Unidas para Refugiados no Brasil, Isabel Marquez, e o Secretário Nacional de Justiça e Presidente do Comitê Nacional para Refugiados, Gustavo Marrone, nenhum membro da comunidade israelita e nem representante da comunidade muçulmana do Rio, pois Cristo Redentor é uma apologia à idolatria, claro. Nada de se misturar com a gentalha.

Pessoal ficou lá cantando algo como Kumbayah, Mohammed, Kumbayah e resolveram dar uma chance à paz. Lindo. Isso numa cidade bem democrática que bandidos assaltam qualquer um, independentemente de cor, raça ou credo.

A verdade é que essa reunião lá é linda, todo mundo vestindo seu xadorzinho ou hijab ou qualquer outra roupa similar, nas cores branquinhas, claro, mas que no fundo não queriam estar ali, pois sua própria religião proíbe. Não, não é tolerância, é apenas um modo de aparecer, sem nenhuma função real senão de ficar na mídia e fingir que se importam. Nada muito diferente da Paola Oliveira e sua ação positiva em prol da Paz na Terra aos Homens e Mulheres de Boa Vontade:


Paola Oliveira pinta uma unha de branco pela paz. 


Um comentário em “Refugiados participam de ato por paz, no Rio. Vai bombar?

  1. Como ousas falar mal da religião da paz? Guga Chacra vai te chamar de islamofóbico na globo news. Se maomé é descrito pelos livros de história como conquistador e assassino é porque foram escritos por brancos cristãos, logo por racistas intolerantes. #pas

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