Cientistas criam vaginas in vitro. E você dizia que Ciência não serve pra nada

Em 2010, por obra e graça de uma macumba bem feita, Jali Mateyu viu seu piupiu encolher até sumir para, no lugar do mesmo, aparecer uma vagina. Isso aconteceu no Malaui, mas não fique desesperado. Isso pode acontecer com você, através do poder da Ciência. Agora, se você não quer trocar de sexo, mas gostaria de ter uma vagina para chamar de sua, SEUS PROBEMAS ACABARAM!

Médicos norte-americanos criaram a primeira vagina in vitro!

O dr. Anthony Atala é diretor do Instituto de Medicina Regenerativa da Faculdade de Medicina da Universidade de Wake Forest, na Carolina do Norte. Além de ser uma espécie de cruza entre o Monk e o dr. Tauber, o dr. Atala é especializado em microcirurgia e reconstrução de tecidos urológicos. Ou seja, qualquer coisa acima das coxas e abaixo da linha de cintura é com ele mesmo, sem se atolar em nada.

Ele e sua equipe descreveram uma técnica em que conseguiram reconstruir órgãos vaginais in vitro e transplantá-las para seres humanos. Imagino o quanto não vai ter de atrizes, modelos e ex-BBB lendo isto com avidez. Não esqueçam de mostrar isso a yo momma.

Quatro meninas foram usadas como piloto de testes, com idade variando entre 13 e 18 anos na época das cirurgias, as quais foram realizadas entre junho de 2005 e outubro de 2008. Essas meninas tinham a síndrome de Mayer-Rokitansky-Küster-Hauser (MRKH), uma doença congênita que ocorre em mulheres e, principalmente, afeta o sistema reprodutivo. Esta condição faz com que a vagina e útero sejam subdesenvolvidos ou ausentes, mesmo, isto é, nada de vagina útero etc., que nem algumas bonecas de sex shop. As mulheres afetadas geralmente não têm períodos menstruais, já que não possuem útero. Engravidar, nem pensar, mas também não tem TPM, embora que eu ache que não ter um órgão que deveria estar lá já deixa qualquer um em eterna TPM.

As meninas receberam órgãos vaginais que foram projetados com as suas próprias células e cultivadas em laboratório. Uma espécie de serviço de fast vagina, mas sem levar carne de minhoca. A pesquisa é a primeira a demonstrar que os órgãos vaginais podem ser construídos no laboratório e usados com sucesso em seres humanos. Jesus bem que poderia fazer isso, mas como foi a própria providência divina que limou as meninas de seus órgãos, acho que ele não estava muito a fim de ajudar. Restou a Ciência.

A pesquisa foi publicada no The Lancet, no qual é dito que exames com ressonância magnética mostraram que tudo estava certinho com os órgãos artificiais e a ausência de alterações após a cirurgia, o que foi confirmado com vaginoscopia anualmente.

Os tratamentos atuais para a síndrome MRHK incluem dilatação de tecido existente ou cirurgia reconstrutiva para criar novo tecido vaginal. Uma variedade de materiais podem ser utilizados na cirurgia para a construção de uma nova vagina, a partir de enxertos de pele de tecido que reveste a cavidade abdominal. No entanto, esses substitutos muitas vezes não têm uma camada muscular normal e alguns pacientes podem desenvolver um estreitamento ou contratação da vagina.

A atual técnica é menos traumática e mais efetiva, dando mais chances de uma vida normal para as pacientes. Ele ainda não reconstrói o útero, mas pombas! Só em ter uma vagina onde antes não tinha quase nada já ajuda na auto-estima, e se isso ajuda a mente a ficar mais saudável, o corpo acompanha.

E vocês, senhores filósofos? O que vocês fizeram para melhorar a vida das pessoas esta semana?

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