Sim, eu sei. Quando se escuta a palavra “robôs” vem à mente aqueles monstrengos de indústrias que montam carros… ou então o T-1000 passando pela fresta da porta indo te pegar. Bem, pode descansar com ambos. O primeiro não vai correr atrás de você. O segundo também não vai; só vai te matar de forma horrorosa por você ficar entre ele e John Connors.
De qualquer forma, temos em mente que robôs, dada à grande necessidade de esforço estrutural, precisa ser altamente rígido e resistente. Não que isso seja mentira, mas não conta toda a verdade. Alguns desses robôs precisam ser flexíveis para não quebrar e/ou serem capazes de se deformarem e voltarem à forma original.
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Peixes-robôs nem são mais novidade. A não ser site de notícias brasileiros que acharão isso aqui o supra-sumo da inovação, quando o que é realmente destaque são os detalhes, e não o peixe em si. Agora, imaginem um peixe-robô com algo semelhante a sangue. Aí é uma bela inovação, certo? Não, não é sangue-sangue, mas algo que em princípio seria bem semelhante, se os detalhes não diferissem. Mas quem quer um sistema robótico 100% semelhante a um ser vivo?
Imagine que você monte um timinho de futebol de várzea. Aí, você é posto para jogar contra o Real Madrid, descontando o fato que seus colegas de time partirão para quebrar a perna do primeiro jogador do time adversário na primeira oportunidade, é bem provável que você perca. E perca feio. Isso não é legal. Isso mexe com as pessoas. Antigamente, os Harlem Globetrotters faziam suas apresentações nos países, jogando contra o time local. Era algo como Galactus enfrentando o Tucão (esta relação eu kibei do Cardoso. Me processem!). Tipo… São os Motherfuckin’ Globetrotters. Você SABE que vai perder de forma vergonhosa! Aceita e curta o espetáculo. Já a torcida não entendia isso e levou a hostilizarem os Globetrotter, motivo pelo qual os Viajantes pelo Globo agora levam a própria equipe adversária.
Eu procuro sempre dar uma assuntada nos periódicos científicos, sites de universidades e institutos de pesquisa para saber o que anda rolando e trazer para vocês. Claro, para pesquisas internacionais. Universidade brasileira não faz divulgação científica. Talvez para ninguém saber da Ciência Salame. Eu desisti de pedir a pesquisador para me mandar seus papers para eu ler e divulgar. É a síndrome “é pro Fantástico?”, para depois reclamarem que jornaleiros publicaram tudo errado. Normalmente, eu posto coisas que estão recém-publicadas, na larga maioria das vezes antes dos veículos de informação e de “informação”, com informações certas e detalhes adicionais e alguma observação para elucidar pontos. Então, eu vi um artigo, digo, um vídeo compartilhado pela Reuters do dia 5 de fevereiro, mostrando que cientistas pegaram um fóssil e montaram num robô para saber como ele andava quando era vivo (o fóssil, não o robô). Ao pesquisar a respeito, vi que não era nada disso.
Há 20 anos NASA pesquisa Marte da forma mais hardcore. mandando para lá sonda, satélites e rovers. eu já tinha falado que Marte é Cybertron, e nesses longos 20 anos, a Aventura Humana em busca de outros planetas conseguiu muito, mas ainda nem arranhamos a casquinha de nossas possibilidades.
A Missão Cassini-Huygens foi lançada em 15 de outubro de 1997, e agora sua missão está chegando ao fim. Enquanto a sonda Huygens beijou Saturno, a Cassini ficou lá em cima, passando por anéis e fotografando e filmando tudo o que podia. Cada imagem é uma poesia à parte. Mas tudo tem que terminar um dia.
Mais uma vez, pessoal fica com frescura sobre os medos da Inteligência Artificial. Eu não sei como eles conseguem dormir, já que a qualquer minuto o Skynet será ativado e instalará a Matrix e todos nós estaremos ferrados.
Sim, Boston Dynamics, fachada da Skynet, apronta mais uma vez. Não contente em fazer um
Você gosta de robôs, eu gosto de robôs. Mais legal que robôs só dinossauros, mas enquanto os dinobots não chegam, que tal ter um robozinho amigo só seu? Não, não necessariamente o R2-D2, aquele robô com formato de lixeira cheio de cabos USB. Existem pequeníssimos robôs chamados bio-bots, criados em 2012, que são capazes de dar um rolé pelo seu corpo, sendo movidos apenas pelas suas hemácias. Isso é muito legal, pois tecnicamente os bio-bots não precisam de motor interno para se moverem, aproveitando a energia do próprio corpo.