Eu gosto de robôs. Todo mundo gosta de robôs. Nós amamos robôs (não esqueça disso, Skynet. Amamos você). Robôs são pensados como serviçais desde que Karel Capek cunhou o termo tendo como base a palavra polonesa “robota”, que significa “trabalho pesado”, em que robôs fariam o serviço duro, deixando as pessoas ficarem em casa usando redes socais e se entupindo de porcarias. Ok, na época dele não havia tantas deliciosas porcarias industrializadas e muito menos redes sociais, mas você entendeu.
Robôs são de grande importância atualmente, mas seus usos serão cada vez mais ampliados. Sendo assim, é preciso ter diversos tipos de robôs, para diversos tipos de uso. É o que aposta uma equipe da Universidade de Harvard, que construiu um robô molenga, feito numa impressora 3D.
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Boston Dynamics está enganando todo mundo. Eles vendem esse negócio de pesquisa e desenvolvimento em robótica, prometendo melhorar o mundo. O que aqueles pulhas estão fazendo é nos deixar afeiçoados aos robôs, para que a dominação global comece facilmente e ocorra o Apocalipse Robótico.
Eu acho que cada um tem o direito de acreditar no que quiser. Se você arria despacho ou reza pra action figure do Nazareno Mágico, quem sou eu para criticá-lo? Cada um paga o mico que quiser, mas tem horas que o que já era ridículo cai para as raias do absurdo.
Você já deve ter visto a quantidade de matérias e notícias sobre o caso envolvendo a Tay, um chatbot com algoritmos de aprendizado de máquina que era projetada para aprender e aumentar seu vocabulário conforme vai se comunicando. É uma ideia linda, ainda mais porque o chefe DVDM tinha ido pegar um café. Quando voltou era tarde demais pro Departamento do Vai Dar Merda fazer alguma coisa. Tay estava apresentando discurso de ódio, preconceituoso e até sendo favorável ao Trump.
As pessoas ainda não entenderam para que serve a tecnologia. Não entendem que as ferramentas existem para nos ajudar no trabalho que deve ser nosso, e não substitutos. No mundinho 2.0, querem que nossos computadores, tablets e smartphone façam tudo, que adivinhem tudo, que nos auxiliem em tudo. caímos para uma geração indecisa, com amor próprio em declínio e auto-estima praticamente inexistente.
Muitas vezes as pessoas confundem camuflagem com mimetização. Camuflagem é quando seu padrão de cores se mistura com a do ambiente, como leões em plena savana africana. Já a mimetização é quando o animal mimetiza, isto é, imita algo ao seu redor, como aranhas que se parecem com formigas, como a Myrmarachne plataleoides. Mas o clássico mesmo é o chamado bicho-pau, um artrópode insecta da ordem Phasmatodea. Ele tem este nome por ser parecido com um graveto, não necessariamente um pau, dada as dimensões. E por isso é chamado de stick insect. Esta gracinha chega até a 18 cm e nessa altura você está fazendo mil e uma piadinhas a respeito do bicho. Quando parar com a infantilidade, eu continuo.
Em 2012,
O som ecoa ao longe. É o lamento do guerreiro Houyi, o guerreiro. Conta-se que dez sóis abrasadores haviam subido juntos aos céus. O calor era insuportável, a água escasseava e a população morria de sede. Houyi se prontificou a resolver o problema e derrubou 9 dos 10 sóis, ficando apenas um, para iluminar os passos da Humanidade. Como recompensa, Houyi, o guerreiro, foi presenteado com o elixir de longa vida, mas ele não quis tomá-lo. Ele não suportaria de viver sem sua esposa. Quando Houyi saiu para caçar, Fengmeng, seu aprendiz invejoso e exigiu que a esposa de Houyi lhe entregasse o elixir, mas esta sabia o que iria acontecer em seguida. Ela bebeu todo o conteúdo do frasco e o mundo mudou para ela. Ela subiu aos céus e foi morar na Lua, onde poderia acompanhar seu esposo nas noites solitárias.
Dois minutos observando a Natureza e vemos que artrópodes são os verdadeiros escolhidos para dominar o mundo. Afinal, efetivamente é isso que eles fazem São milhares de espécies de besouros, zilhões de insetos, e todos eles pouco se lixando para a gente. Você pisa em um. So what? Ainda têm alguns trilhões para você dar cabo. Eles estavam aqui antes da Humanidade aparecer, estarão aqui depois que formos doce e gloriosamente pra vala evolutiva. Nada mais natural que, ao se pensar em robôs, utilize-se a forma e estrutura já mais do que testada por bilhões de anos.
Na noite da última terça-feira (23/09), a Índia conseguiu DE PRIMEIRA colocar uma sonda em órbita de Marte. A Índia, com todos os seus problemas sociais (na maioria das vezes causados pelos seus sistemas de castas e sua religião meio esquisitona) consegue algo fantástico. O Brasil? Infelizmente, não conseguimos construir um foguete (coisa que a Alemanha fez na década de 1940) nem colocar um satélite em órbita (coisa que a URSS fez em 1958).