O Brasil, lugar que ama a Pseudociência, já baixou normativa do Ministério da Saúde oferecendo nos hospitais e postos de saúde do SUS atendimento a vários tipos de pseudociência. Um deles é o apiterapia, que é o tratamento com abelhas e seus produtos, que nem sua avó, que tudo mete própolis na receita. Evidências científicas? Vamos ficar devendo, mas uma pesquisa veio trazer um lado… ruinzinho deste tratamento. Pessoas estão morrendo por causa dele.
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Em junho eu tinha aceitado o desafio do arroz. Alguns idiotas acham que só colocar palavras de amor e compreensão deixam o arroz num pote intacto, mas se você colocar xingamentos e ofensas, o arroz fica nojento.
A Ciência não existe de sacanagem. Fundamentalmente, a Ciência existe para proteger a Humanidade das merdas que a própria Humanidade faz. Ignorar a Ciência é se candidatar a ter sérios problemas, ou acabar de vez com os seus problemas, mas de uma forma um pouco… como direi… sofredora.
Todo mundo que seja minimamente versado em como funciona a Ciência (cerca de 2% da população) sabe que acupuntura, homeopatia, fosfoetanolamina, radiestesia, toque terapêutico e colocar galhinho de arruda atrás da orelha são a mesma coisa: crendices. A pessoa acha que galhinho de arruda cura câncer e fosfoetanolamina traz boa sorte (ou algo assim), e não adianta tentar mostrar fatos. Mesmo porque, pode-se provar qualquer com eles.
Na República de Banânia, que fotógrafos são mais importantes que cientistas, prefeituras fazem convênios com
Diz o mito que a USP é uma das melhores universidades do país. Tão ótima que
São Paulo anda com sérios problemas. Além de terem a mania de colocar purê em cachorro quente e quase lhe bater por colocar o delicioso catchup nas pizzas, como Jesus quer que se faça, contam com a falta de água, de preparo e de vergonha na cara de alguns políticos e muito mais de quem os elege. E sim, isso inclui VOCÊ, seu vagabundo, que gasta água em demasia!